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São Paulo espera renovar naming rights aponta jornalista
São Paulo pretende renovar o contrato de naming rights do MorumBIS com a Mondelez e está confiante em manter o nome, embora ainda dependa das negociações que serão abertas em breve informa o jornalista Valentin Furlan.
Situação do contrato atual
O acordo de naming rights com a Mondelēz, dona da marca Bis, foi assinado em 2023 por três anos, com validade até o fim de 2026. O contrato é apontado por veículos especializados como o maior do Brasil em valores anuais, na faixa de 25 a 30 milhões de reais por ano.
Expectativa do São Paulo
O diretor-executivo de marketing Eduardo Toni já declarou que o clube iniciou ou iniciaria as tratativas de renovação no segundo semestre, com grande expectativa de repetir a rapidez do primeiro acordo. Segundo ele, a parceria é vista internamente como “case de sucesso”, com a Mondelez satisfeita com os resultados de exposição e impacto de marca.
Discurso da diretoria
Julio Casares, em entrevistas a canais esportivos e ao Canal UOL, também tem falado em “expectativa” de renovação do naming rights, reforçando o desejo de manter a marca MorumBIS associada ao estádio. A diretoria entende que o contrato curto deu margem para valorizar o ativo e agora busca um novo acordo, possivelmente mais longo e de maior valor, em linha com os rivais que têm naming rights de longo prazo.
Cenário provável
Hoje, o cenário apontado por dirigentes e pela cobertura da imprensa é de otimismo: São Paulo e Mondelez enxergam retorno positivo e falam publicamente em continuidade da parceria. A renovação, porém, ainda depende da negociação formal, que deve avançar à medida que o clube define também o projeto de modernização do MorumBIS, o que pode influenciar valor e prazo do novo contrato.
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Que seja por valores justos. O futebol valorizou demais suas propriedades e parece que não conseguimos acompanhar esse ritmo. Todos os nossos contratos são relativamente longos e subvalorizados quando comparamos com nossos principais adversários. E isso é um problema.
Nunca mais se falou no contrato das placas, com a Brax. Em um momento se falou que havíamos renovado por algo em torno de 20 milhões/ano, que foi até contestado pela própria empresa, e quase que ao mesmo tempo outros clubes anunciavam acordos na casa de 60, 70 milhões.
Pelo bem do São Paulo essa gestão teria que ser interdita, não podendo fazer nenhum tipo de contrato, ou pelo menos nenhum contrato que ultrapasse o tempo de mandato deles, a cinco anos sempre o próprio negócio desse gestão é o próximo !!