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OFF: Dono de 30% do Atlético Mineiro é preso por envolvimento com crime
Daniel Vorcaro, acionista do Atlético-MG e dono do Banco Master, foi preso pela Polícia Federal em Guarulhos na segunda-feira, enquanto tentava deixar o país em um avião particular. Ele foi conduzido à Superintendência da PF em São Paulo em uma operação que investiga a venda de títulos de crédito falsos emitidos pelo Banco Master, que prometia rentabilidade muito acima do mercado, mas não cumpria essas promessas.
A prisão ocorre em um momento delicado para o Banco Master, que recentemente estava em negociação para venda a um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira, com participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos, prevendo um aporte bilionário para reforçar as finanças da instituição. No entanto, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e bloqueou os bens dos controladores e ex-administradores da instituição.
Vorcaro investiu cerca de R$ 300 milhões para adquirir 20,2% da SAF do Atlético-MG, através do fundo Galo Forte Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia (FIP), tornando-se um dos principais acionistas do clube, com participação atrás apenas da família Menin e da Associação do Atlético. A investigação apura a origem dos fundos usados para esse investimento, que fazem parte da apuração da Operação Carbono Oculto.
A polícia cumpre mandados em vários estados e investiga crimes como gestão fraudulenta, organização criminosa e emissão irregular de títulos. O Atlético-MG, embora o acionista investigado faça parte da SAF, não é alvo das investigações, e mantém sua posição de desconhecer irregularidades, conforme informado oficialmente. A situação gera forte repercussão no futebol e no sistema financeiro brasileiro, dada a dimensão dos fatos e o envolvimento de figuras ligadas a estruturas importantes do futebol nacional.
Documentos disponíveis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que o Galo Forte FIP, veículo usado por Vorcaro para adquirir 26,9% da Galo Holding SA, pertencia a uma fileira de fundos – em que cada um pertence a outro, em modelo “fundo sobre fundo” idêntico ao investigado na Operação Carbono Oculto.
O fluxo do dinheiro para o aporte teve início com os fundos Olaf 95 e Hans 95, geridos pela Reag Investimentos e já alvo de buscas da PF. Não é possível identificar os cotistas, mas as estruturas seguem o padrão de fundos usados para ocultação de recursos, segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Os valores registrados na CVM coincidem com os informados pelo Atlético-MG: Vorcaro aportou R$ 100 milhões em 2023 e mais R$ 200 milhões em 2024. O Galo Forte detém 26,9% da Galo Holding, cuja maioria pertence a Rubens e Rafael Menin, além de participações de Ricardo Guimarães e do FIGA, sem ligação com a investigação.
A estratégia de investimento repete o modelo observado em outros fundos sob suspeita: o Astralo, com patrimônio de R$ 15 bilhões oriundo do Olaf, diversifica em 35 fundos – entre eles o Galo Forte, seu único cotista. A Reag aparece como gestora em toda a cadeia.
Desde sua criação, em 2023, o Galo Forte só investe na Galo Holding SA, que controla 75% da SAF do Atlético-MG. O MP-SP aponta que tais fundos foram usados como pilar de ocultação e lavagem de dinheiro pelo crime organizado, mas não há indícios até o momento contra os demais investidores atleticanos.
À época, o Atlético informou que o Galo Forte FIP é um veículo constituído e regular perante a CVM, administrado pela Trustee Distribuidora de Títulos Mobiliários Ltda, e que não tinha conhecimento de quaisquer irregularidades.
A Reag afirmou em nota que, como prestadora dos serviços de administração, ela é apenas administradora dos fundos citados. “Adicionalmente, informamos que o negócio de prestação de serviços de administração está em negociações adiantadas para sua venda a outra empresa”, disse a gestora em nota.
Por sua vez, o Banco Master, comandado por Vorcaro, alegou não ter relação com os fundos. “O Banco Master não tem qualquer relação com os fundos Hans 95 e Olaf 95. Essas estruturas não integram o grupo e não possuem vínculo societário com o Banco ou com quaisquer de seus executivos. O fundo Galo Forte FIP é de propriedade de Daniel Vorcaro, pessoa física – informação pública e amplamente divulgada na mídia, inclusive após análise do CADE. A Reag Investimentos é prestadora de serviços, assim como ocorre com centenas de outros clientes.”
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Resumindo:
Com o advento das Bets e agora fintechs no futebol, a lavagem de dinheiro está correndo solta.
A reação dos órgãos é tardia (até pq nao se pode acusar sem provas) mas vai vir forte e provocar limpeza na área.
Importante o Spfc se resguardar e evitar devido o seu desespero financeiro negócios excusos que mancham a marca.
Não tem almoço grátis nem mágica financeira.
Pensei que era a página do São Paulo e não do Atlético, quero que o Atlético se lasque estou nem aí para os outros times que não seja o São Paulo
É, mano, eu tbm.
Maaaas, isso é ponto de alerta no momento do nosso clube, onde tantos pedem por um salvador que venha dos céus pra salvar as nossas contas.
E, ao que tudo indica, essas SAF’s só são boas realmente no papel.
Botafogo ganhou um monte de coisa, mas ta estranho o role do Textor.
Bahia parece mais estruturado, mas nao recebe os aportes milagrosos e é um projeto a longo prazo pra um clube menor em expressão.
Galo e Cruzeiro me parecem duas furadas estranhas, com formatos diferentes.
Nao me recordo de um que esteja realmente bem, tirando o Bahia que parece um projeto melhor e que vem com o apoio de um grupo grande de fora.
Sei la.
Nem o fundo do Casares, nem esse cabeludo que apareceu do nada me parecem soluções pro SP.
Organizar a casa seria melhor.
Pq grana tem, se bem gerida e com planos que sejam mais sólidos do que esse monte de projeto que a diretoria inventa e abandona na semana seguinte.
Não sei se o Casares está disposto a organizar mesmo e nem quem o suceder, seja situação ou “situação”. haahahaha
Por isso que fico um pé atrás em relação a Saf.
Por isso que é bom prestar bastante atenção em quem se diz “Salvador da Pátria”, prometendo mundos e fundos, muita grana, que o golpe pode vir pesado!!!!
E esse aí se dizia evangélico, homem de Deus e não hesitou em lesar um monte de gente!!!
Eu acho que estamos numa bolha financeira que está prestes a explodir.
Esses patrocínios com valores surreais por casas de apostas, fintechs e SAFs mal resolvidas não vão durar muito tempo.
E olha que essa bolha não é nada comparada com a bolha da IA. Essa quando explodir é o mundo inteiro que vai abaixo e tá num ponto praticamente iminente já.
Brasil não é para amadores.
Faz SAF que resolvem os problemas do SPFC.
Que sirva de alerta para o Sao Paulo nao embarcar em soluções mágicas, balas de prata, salvadores da patria. SAF nao é, por si so, a panaceia para todos os problemas. Se for o caso de seguir por esse caminho, tem que ser um processo conduzido com muito cuidado e responsabilidade, para nao entregar o clube pra qualquer um.
Investidores dos Emirados Árabes?
Aham….
Aguardemos por novidades….
😏😏
Sempre de lá né, incrível.
Pior que eu tinha um CDB do Master mas era valor baixo, coisa de 900 reais. Ia vencer ano que vem, agora só vou saber quando cai na conta quando o FGC liberar, o que deve demorar.
#somefodo viu. Ainda bem que na época a maioria dos CDBs que comprei foram do Digimais (que também tem taxas muito acima do mercado e agora fiquei ressabiado).