São Paulo contesta dívida multi milionária e apresenta versão diferente
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O São Paulo Futebol Clube contestou os valores de débitos fiscais atribuídos ao clube pela Prefeitura de São Paulo durante reunião da CPI dos Grandes Devedores da Câmara Municipal.
Segundo a manifestação do Tricolor, parte das cobranças apresentadas pelo município está sendo discutida judicialmente. O clube afirma ainda possuir certidão negativa de débitos municipais, documento que, na avaliação da instituição, contraria a informação de que existiria uma dívida fiscal municipal nos termos apresentados durante a CPI.
São Paulo contesta cobrança de IPTU
De acordo com o posicionamento apresentado pelo clube, as cobranças relacionadas ao IPTU estão suspensas por decisões judiciais.
Isso significa que, embora existam valores discutidos pelo município, o São Paulo sustenta que essas cobranças não podem ser tratadas simplesmente como débitos exigíveis, justamente por estarem submetidas a decisões da Justiça.
O Tricolor também questionou valores relacionados ao ISS, que igualmente são objeto de discussão judicial.
A diferença de interpretação é justamente o ponto central do embate entre o clube e os dados apresentados pela Prefeitura.
Clube afirma ter certidão negativa de débitos municipais
O São Paulo também apresentou um argumento importante para contestar a informação divulgada durante a CPI: a existência de uma certidão negativa de débitos municipais.
Na versão do clube, o documento demonstra sua situação perante o município e reforça a contestação aos números apresentados na reunião da Câmara Municipal.
A discussão, portanto, não envolve apenas o tamanho dos valores atribuídos ao São Paulo, mas também a natureza das cobranças e se elas podem ser consideradas débitos efetivamente exigíveis neste momento.
CPI pede documentos para confrontar informações
Diante da divergência, os vereadores que integram a CPI dos Grandes Devedores pediram documentos ao São Paulo.
A intenção é comparar a documentação apresentada pelo clube com os dados fornecidos pela própria Prefeitura.
O confronto das informações deverá ajudar a esclarecer por que os números divulgados pelo município não coincidem com a posição apresentada pelo Tricolor.
De um lado, estão os valores apontados pela administração municipal; do outro, a defesa do São Paulo de que parte dessas cobranças está suspensa ou sendo questionada judicialmente.
Divergência acontece em meio à pressão sobre as contas do São Paulo
O episódio coloca novamente a situação financeira do São Paulo no centro das atenções.
A participação do clube na CPI dos Grandes Devedores já havia provocado repercussão justamente pelos valores de débitos atribuídos ao Tricolor.
Agora, porém, o São Paulo faz questão de apresentar sua própria versão e contesta diretamente o montante fiscal divulgado pela Prefeitura.
O próximo passo será a análise da documentação solicitada pelos vereadores. A partir dela, a CPI poderá confrontar os números oficiais do município com os argumentos apresentados pelo clube.
Até lá, o ponto fundamental é que há uma divergência formal entre São Paulo e Prefeitura sobre os débitos fiscais atribuídos ao Tricolor.
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Não sei se tem ligação direta com a notícia, mas pra quem tem um conhecimento melhor do assunto, qual foi a vantagem que esse tombamento de parte do Estádio do Morumbi teve ao clube? Não isenta de IPTU, não é permitido fazer modernização profunda pois altera a estrutura (lembram do parto que foi só pra alterar o letreiro), não permite vender o terreno, é totalmente travado. O SPFC é dono, mas praticamente não pode fazer quase nada com “seu patrimônio”.
Não tenho conhecimento mas falando como torcedor… pra mim uma “vantagem” é que essa diretoria não pode arrendar por moedinhas.
Se a gente tivesse certeza que nossa diretoria conseguiria transformar o Morumbi num estádio glorioso pro século 21 sem perder os laços tradicionais de uma época vitoriosa, competente pra balancear o que temos que preservar e modernizar, eu estaria questionando as vantagens também.
Mas da forma que vejo é uma trava de segurança anti-merda mais do que anti-progresso.
nao vi o decreto, mas te garanto que pode vender, e se pode vender, pode ser tomado em processo judicial! o que nao pode é alterar caracteristicas explicitas e implicitas no decreto!