Fortuna à vista no São Paulo: Porto admite vender William Gomes na próxima janela

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Em andamento com as últimas informações já dadas pelo Blog do São Paulo recentemente, o Porto admitiu que deve vender William Gomes na próxima janela. Porém, o ex Cotia e ponta de 20 anos, vive uma época de afirmação no clube português, com 13 gols e duas assistências.
William Gomes tem contrato com o FC Porto até junho de 2029 e está protegido por uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros. O jogador aufere um salário anual base de R$ 250 mil mensais. No São Paulo, ele recebia R$ 60k.
A direção portista só tomará uma decisão sobre a venda do jogador após o Mundial 2026. Recentemente, William Gomes foi associado ao Newcastle; os magpies olham para o extremo portista como potencial substituto de Anthony Gordon, no radar do Bayern Munique. Mas o brasileiro pode ter mais clubes interessados, tanto na Premier League como na LALIGA EA Sports subindo seu preço de venda para algo perto da multa.
A ideia do Porto é vender entre 60 e 70 milhões. Se for 70, o São Paulo morde R$ 100 milhões. Se for 80 mi, seriam R$ 112 mi. Imagine como ajudaria o Tricolor.
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250 mil por mes, enquanto artur sera 1,500 milhoes!
Exato. E olha que é um time Europeu. Aqui paga uma fortuna mensal em bagre ou medalhão fim de carreira porque boa parte volta pros bolso dos próprios dirigentes do clube. Por isso que base não tem espaço com Casares, Belmonte, Massis, Rui Costa, etc.
100 ou 112 milhões ajudam na mão de alguém RESPONSAVEL né ! Porque para fazer merda nossos amados dirigentes são PHD !
O Porto deve achar o São Paulo muito otário.
Não, o Porto tem é certeza que são bandidos, porque fazem negócio junto.
O São Paulo é o clube que mais se sabota no mundo.
Vende um jogador jovem desse para pagar Oscar, Toloi, Doria, Cedric, Ferreirinha, Artur…, que não vão trazer retorno algum.
Além disso, paga salários altíssimos e se lesionam com frequência.
Antes de vender o porto vem comprar os 20% restantes por duas paçoquinhas e uma pitchula
Lembro-me que o treinador falou que ele não estava pronto, rsrs. Menino voando no Porto, outros que saíram com valores bem abaixo, jogando bem. Esse é o São Paulo da atualidade, suas joias são doadas.
Nunca estão prontos para jogar no São Paulo, aí quando saem do clube despacham.
Lucas Perri e William Gomes são os melhores exemplos disso.
Enquanto isso testam de todas as maneiras e aturam as falhas dos medalhões.
Avaliam se está pronto ou não apenas com base em treinamentos.
Cadê Isak e Matheus Ferreira no profissional?
250k e o Arthur 1,2 milhões. Essa gestão financeira que quebra o SPFC!
O Porto tem uma base muito forte, localizada mais ou menos ali no km 30 da rodovia Raposo Tavares.
R I D Í C U L O!!! Varios bagres aqui ganhando no mínimo o DOBRO do Willian Gomes. Aind que com intenção de revenda, o Porto colocou ele em campo, valorizou e agora vai lucrar.
Que a “Cosa Nostra” tricolor é mal intencionada, sabemos bem, mas também é MUITO BURRA para não perceber que poderia até ganhar muito mais se desse oportunidades à base e vendesse por preços bem maiores. Não que eu concorde com o método ecom a “Cosa Nostra”, não me entendam mal.
SPFC: Investimento alto, retorno incerto
Com Rui Costa à frente da diretoria de futebol, Roger Machado como técnico e Rafinha em posição de gestão, cresce a preocupação em relação à próxima janela de transferências do São Paulo FC.
A expectativa é de movimentação significativa — valores que podem chegar à casa dos R$ 100 milhões, com a venda do Willian Gomes. No entanto, o ponto central não é apenas o recurso que será investido, mas a qualidade e a eficiência dessas contratações.
Há o receio de que recursos elevados sejam direcionados a jogadores que não entreguem desempenho compatível com o padrão histórico do clube, frequentemente acompanhados de altas multas rescisórias, longos contratos e salários elevados.
Ao observar o histórico recente de gestão do Rui Costa, surgem questionamentos legítimos sobre o modus operandi adotado. O volume de contratações realizadas, somado ao nível de acerto efetivo, indica um possível desequilíbrio entre investimento e retorno esportivo. Não se trata apenas do valor pago pelas transferências, mas também dos chamados custos invisíveis — encargos, comissões, manutenção contratual e impactos financeiros de médio e longo prazo.
Esse cenário reforça a necessidade de uma política mais criteriosa, orientada por análise técnica consistente, inteligência de mercado e planejamento estratégico. Em clubes de grande porte, como o São Paulo FC, não basta investir — é preciso investir bem.
Sem esse cuidado, o risco é claro: repetir ciclos de alto gasto com baixo retorno, comprometendo não apenas o desempenho esportivo, mas também a saúde financeira da instituição.
Não estão nem aí com o Clube, o negócio é vender a qualquer preço e fazer o pé de meia para o futuro.