Naming rights do São Paulo no Morumbi já era? Entenda a atual situação e o cenário do entendimento do Tricolor para essa possibilidade de perda do patrocinador
O São Paulo Futebol Clube vive um momento de incerteza fora de campo que pode impactar diretamente uma de suas principais fontes de receita: os naming rights do estádio do Morumbi, atualmente denominado MorumBIS. O acordo com a marca BIS, pertencente à empresa Mondelez International, foi celebrado como um avanço importante na modernização financeira do clube. No entanto, nos bastidores, já existe a percepção de que a parceria dificilmente será renovada ao fim do contrato vigente, previsto para encerrar em 2026.
A possibilidade de não renovação não surge por acaso. O ambiente político e institucional do clube tem sido um fator determinante para o esfriamento das negociações. Empresas que investem em naming rights buscam estabilidade, exposição positiva e retorno de imagem — elementos que ficam comprometidos em cenários de turbulência administrativa. Diante disso, a própria diretoria do São Paulo já admite que a continuidade do vínculo com a atual patrocinadora é considerada improvável neste momento. Informação dada pelo Uol.

Mesmo com esse cenário, o Morumbi segue sendo um ativo extremamente valioso no mercado. Trata-se de um dos estádios mais tradicionais e relevantes do futebol brasileiro, com grande visibilidade em transmissões nacionais e internacionais. Por isso, o interesse de outras empresas não está descartado. Nos últimos meses, inclusive, surgiram especulações envolvendo possíveis novos parceiros comerciais, o que indica que o clube pode encontrar alternativas viáveis caso a saída da atual patrocinadora se confirme.
Internamente, a expectativa é de que o São Paulo utilize o período restante do contrato para reorganizar sua estrutura e melhorar sua imagem institucional. Isso é fundamental não apenas para viabilizar um novo acordo de naming rights, mas também para atrair patrocinadores em outras frentes. A credibilidade no mercado é um fator decisivo nesse tipo de negociação, e o clube sabe que precisa recuperar confiança para maximizar o valor de seus ativos comerciais.
Dessa forma, o futuro do nome MorumBIS ainda está em aberto, mas o cenário atual aponta para uma mudança significativa nos próximos anos. Caso a parceria com a Mondelez não seja renovada, o São Paulo terá o desafio — e ao mesmo tempo a oportunidade — de buscar um novo patrocinador que possa não apenas manter, mas ampliar as receitas geradas pelo estádio. Tudo dependerá, sobretudo, da capacidade do clube de se estabilizar fora de campo e apresentar um ambiente mais seguro e atrativo para o mercado.
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Até quando vai bancar Eduardo Toni, Massis? Independente dessa negociação, estamos perdendo uma capacidade de oxigenar e revolucionar o marketing mantendo um cara que já mostrou inúmeras limitações. Se tinha dinheiro pra demitir o Crespo não imagino que esse seja o problema pra tirar o diretor de marketing, e vários outros que já fazem hora extra.
Cheguei numa conclusão. O impeachment e a renúncia do Kzares foi um grande teatrinho. Assim como as “mudanças” feitas pelo Massis. Foi simplesmente um ato acertado entre eles para baixar a fervura. A declaração do Dedé dizendo que votaria pelo impeachment me levou a essa suspeita, que agora é uma certeza. O status quo continua o mesmo. Mudou só a foto na parede. Talvez por isso algumas peças sabidamente incompetentes e enraizadas na administração Kzares continuam lá.
O SPFC não mudou e nem mudará.
Quando eu falava que seria isso, a galera aqui me acusava de ser próximo do Julio….
Assim como fiquei um ano falando que a chegada do Rafinha seria uma enorme roubada…
Agora tá ai o resultado…
Se o Morumbi fosse a casa do Flamengo, eles não negociariam por menos de uns 200 ou 300 milhões anuais.
E não digo isso por que tem muita torcida ou por que estão ganhando títulos, simplesmente por que eles tem Marketing, sabem se valorizar e não abrem as pernas pra qualquer um.
O Marketing do São Paulo é péssimo há mais de 15 anos.
Se fosse o Marketing da década de 80 com Antônio Leme Nunes Galvão e cia, que até carro zero km sortearam no Morumbi entre outras coisas, hoje em dia onde vc pode ganhar dinheiro como Influencer soltando peido nos vídeos, fazendo memes e piadinhas, o que não dizer de um Marketing de um clube da grandeza do São Paulo com sua história invejada até hoje mesmo na sua pior fase da história. Ou não teríamos essa dívida (É óbvio) e mesmo se tivéssemos pagaríamos só com o nome, independente da fase ou títulos.
Mais um “legado” do blogueirinho…
A situação é complicada, sim.
Entretanto, a Arena Roubinthians, do E. C Corrupthians Paulista tem situação mais complicada e, mesmo assim, tem empresa interessada.
Bom dia
Eu me nego a chamar MORUMBIS..
Morumbis , ” meuzovo”.
Coisa daquele paspalho do Casares.
Nome ridículo. Eu me recuso a usá-lo. Cara do Casares mesmo.
Fico indignado também. Uma área onde poderia ser melhor e nunca cogitaram uma renovação de responsáveis.
A tendência, com a politicagem de agora em diante só aumentando, é que a situação piore.
Sem uma SAF boa, esquece.
Naming rights é uma receita importante, contanto que nao seja uma associacao ruim com uma marca e nome para com o estatuto, nao me importo com MorumBIS, pois no coração do torcedor sabemos que o estadio é o Morumbi, mas deveria ser melhor explorado e negociado, mas tudo no SPFC esta em decadencia…
São Paulo fez o inverso do que o Parmera fez em 2018.
1) Em 2018 com o Roger de técnico o Parmera com toda a grana investida pela Bruxa da Branca de Neve fazia uma campanha de quase meio de tabela. Demitiram o Roger, trouxeram o superado Felipão e ganharam o Brasileirão. O Roger é tão ruim que o rei do (7×1) conseguiu superá-lo.
2) Agora em 2026 o São Paulo fez o inverso, demitiram o técnico que era o líder e trouxeram o Roger pra descer a ladeira. Pra ter alguma chance de ao menos brigar pela liderança, só se virar a tabela de ponta cabeça.
gostaria de saber até quando esse Eduardo Toini vai permanecer..é coisa daquele ser abjeto q foi presidente…Botei mais fé no Massis..atualmente me parecer mais preocupado em satisfazer conselheiros, o futebol ele já largou na mão do Rui Costa e do Rafina
Vai ser difícil arranjar um patrocinador que queira relacionar o nome da empresa com um bando de investigados.