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Sigilo em pedido de prisão agita envolvidos em investigações no São Paulo

Um pedido de prisão temporária mantido sob sigilo pela Justiça de São Paulo provocou tensão entre ex-dirigentes do São Paulo Futebol Clube que são investigados em um caso envolvendo supostas irregularidades no clube. O documento, anexado a um inquérito no início de março, mobilizou advogados e investigados, que passaram a buscar acesso às informações para entender quem seria alvo da medida judicial. Informação de Pedro Lopes no Uol.
Entre os nomes ligados à investigação estão a empresária Mara Casares e o ex-dirigente Douglas Schwartzmann, ambos já citados em apurações relacionadas à comercialização irregular de camarotes e ingressos no estádio do clube. Por meio de suas defesas, eles solicitaram esclarecimentos sobre o pedido de prisão, justamente porque o conteúdo permanece sob sigilo e não identifica publicamente o possível alvo da solicitação.
A investigação está relacionada a suspeitas de um esquema envolvendo a venda de ingressos e camarotes de forma não autorizada no estádio do São Paulo. O caso ganhou repercussão após denúncias e áudios divulgados apontarem pressão sobre intermediários que atuavam na negociação dessas entradas, o que levou à abertura de apurações por parte do Ministério Público e da Polícia Civil.
O caráter sigiloso do pedido de prisão aumentou a preocupação entre os envolvidos, já que não ficou claro se a medida foi aceita ou rejeitada pela Justiça, nem quem poderia ser diretamente atingido. Por causa disso, as defesas passaram a pressionar por acesso aos autos para compreender a dimensão da investigação e eventuais acusações formais. Ao fim, o pedido era para Rita de Cássia Adriana Prado e a justiça indeferiu.
O episódio é mais um capítulo da crise política e administrativa que atingiu o clube nos últimos meses. As investigações sobre camarotes, movimentações financeiras e gestão interna acabaram gerando forte turbulência nos bastidores do Tricolor e tiveram impacto direto na estrutura de poder do clube, que tenta atravessar um período de grande instabilidade institucional.
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O famoso “não tá passando nada, nem peido.”
Só não entendi porque não cumpriram a ordem de prisão, a não ser que o destinatário esteja fora do Brasil, pois aí deve ser repassado a Interpol da PF.
Parece que o juíz não acatou a ordem de prisão solicitada pelo MP e a polícia.
É o que li de outros lugares.
Se o caso do Banco Master tão empurrando para debaixo do tapete pq envolve muita gente graúda, imagina um caso simples como desvios de finalidade em show dentro de um estádio.
Dentro do clube entre os associados há muita gente influente tbm, podem ter mexido seus pauzinhos.
Repare que é sempre o poder judiciário que salva os corruptos de colarinho branco no Brasil na última hora.
A polícia e o MP fazem a sua parte, mas é como enxugar gelo, vai um juizinho de 1ª instância e anula tudo ou engaveta.
Mas não existe corrupção no Brasil.
É mera teoria da conspiração.
Tô achando q não vai dar em nada isso aí. Essa questão de camarote é café pequeno, deveriam estar investigando as supostas comissões do Douglas Schwartzmann
JÁ PENSARAM SE FOREM INVESTIGAR AS JÓIAS DA BASE A PREÇO DE PINGA, A COMPRA DE EX ATLETAS PAGANDO SALÁRIOS ALTÍSSIMOS, AS VERBAS PARA A MANUTENÇÃO DE COTIA E O GRAMADO DO ESTÁDIO ESTAR NAQUELA SITUAÇÃO CAÓTICA? SOLUCÃO EXISTE.É A LIBERTAÇÃO DO CLUBE COM VOTOS DOS SÓCIOS TORCEDORES PARA PRESIDENTE.. QUEM PAGA PRA TORCER, TEM QUE VOTAR TAMBÉM PARA A ESCOLHA DO PRESIDENTE. É MUDAR OU MORRER.