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SPFC fez certo ao ceder Alisson ao Fluminense e Ferraresi ao Botafogo?
A temporada de 2026 marca uma das maiores reformulações administrativas e técnicas da história do São Paulo Futebol Clube. Com a saída confirmada de Alisson para o Fluminense e Nahuel Ferraresi para o Botafogo, o Tricolor chega à marca de 17 baixas no elenco. Mas fica a pergunta: essa estratégia é financeiramente sustentável e tecnicamente segura?
Análise estratégica das saídas de Alisson e Ferraresi em 2026
O impacto financeiro na folha salarial do São Paulo FC
A decisão da diretoria em repassar Alisson ao Fluminense e Nahuel Ferraresi ao Botafogo reflete uma busca imediata por sustentabilidade orçamentária. Ao transferir a responsabilidade integral dos vencimentos para as equipes cariocas, o clube paulista gera um alívio mensal considerável em seu fluxo de caixa. Essa economia é fundamental para que a gestão Massis mantenha os pagamentos em dia e possua margem para investimentos em infraestrutura no CT da Barra Funda. A centralidade dessa movimentação reside na transformação de custos fixos em potencial de investimento para a janela de transferências do meio do ano.
O modelo de negócio e as cláusulas de compra fixadas
As negociações foram estruturadas sob a modalidade de empréstimo com opção de compra, garantindo que o ativo permaneça vinculado ao patrimônio do clube enquanto ganha vitrine. No caso de Ferraresi, o valor estabelecido em 6 milhões de euros funciona como uma proteção patrimonial importante. Já para o volante Alisson, a fixação em 2,5 milhões de euros equilibra a idade do atleta com o seu valor de mercado atual. É crucial desambiguar o termo ativo neste contexto, pois não nos referimos a um recurso contábil físico, mas sim aos direitos federativos e econômicos dos jogadores profissionais envolvidos nas transações.
A estratégia de mercado perante rivais diretos na Série A
Ceder peças experientes para concorrentes da mesma divisão exige uma análise de risco sobre o desempenho esportivo. O São Paulo utilizou dispositivos jurídicos para mitigar danos, como a inclusão de multas pecuniárias caso os atletas sejam escalados em confrontos diretos contra o Tricolor. Essa estratégia de mercado visa equilibrar a necessidade de reduzir o elenco com a cautela de não fortalecer excessivamente os adversários sem uma compensação financeira ou contratual justa. A metodologia aplicada foca em manter a competitividade interna enquanto se promove uma oxigenação necessária no grupo comandado por Hernán Crespo.
A reformulação do elenco sob o comando de Hernán Crespo
O desmanche necessário para a oxigenação do grupo
A saída de dezessete jogadores no primeiro trimestre de 2026 sinaliza uma ruptura drástica com o modelo de elenco anterior. Hernán Crespo, em conjunto com o departamento de futebol, identificou a necessidade de reduzir a média de idade e aumentar a intensidade física dos treinamentos. A saída de nomes como Luiz Gustavo e Alisson abre espaço para uma nova dinâmica de trabalho, onde a meritocracia nos treinamentos dita a titularidade. Este processo de desmanche, termo aqui utilizado para designar a redução planejada de componentes do plantel profissional, é o pilar central da nova filosofia de jogo implementada pela comissão técnica argentina.
A integração das joias de Cotia e os novos reforços
A vacância deixada por atletas experientes permite que o clube acelere a transição de jovens talentos para a equipe principal. Jogadores como o zagueiro Isac e Osorio, Matheus Ferreira na volância chegam para suprir lacunas imediatas com um custo operacional significativamente menor se quiserem, vindos do Sub20. A estratégia de integração foca em aproveitar a base metodológica de Cotia, centro de formação de atletas do São Paulo, para garantir que o DNA ofensivo do clube seja preservado. Ao apostar em atletas com maior potencial de revenda e vigor físico, a diretoria busca equilibrar a competitividade técnica com a saúde financeira a longo prazo.
O equilíbrio entre experiência e juventude nas competições
Manter a competitividade em torneios de alto nível como a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro exige um núcleo de liderança remanescente. Com a saída de Nahuel Ferraresi, a responsabilidade de guiar os mais jovens recai sobre figuras como Arboleda e Jonathan Calleri. A gestão de pessoas de Crespo é testada ao harmonizar o ímpeto dos novos contratados com a vivência dos veteranos que permaneceram no MorumBIS. O objetivo principal desta seção da temporada é garantir que a rotatividade do elenco não prejudique o entrosamento tático necessário para as fases decisivas dos certames nacionais e internacionais.
O julgamento da torcida e os riscos da estratégia de mercado
A polarização da arquibancada sobre a saída de lideranças
A recepção dos torcedores em relação às transferências de Alisson e Ferraresi demonstra uma divisão clara entre o pragmatismo financeiro e a paixão clubística. Parte dos associados e apoiadores entende que a saída de Alisson é um passo necessário para diminuir a folha de pagamento, enquanto outros veem a perda de um titular da Copa do Brasil como um enfraquecimento perigoso. A percepção de valor aqui não se limita ao preço de mercado, mas ao peso histórico que atletas vencedores carregam no imaginário popular. O desafio da comunicação do clube é desambiguar o conceito de alívio financeiro, deixando claro que não se trata de falta de ambição, mas de uma manobra para garantir a sustentabilidade da instituição.
A rejeição a nomes históricos e o fantasma da traição
O caso de Rodrigo Caio exemplifica como a relação entre ídolo e torcida pode sofrer erosão por questões de identidade institucional. O descontentamento de grande parte dos sãopaulinos com uma possível volta do defensor em nova função reside em declarações dadas durante sua passagem pelo Flamengo. O sentimento de pertencimento é um componente intrínseco ao sucesso de qualquer reformulação, e a diretoria precisa medir o custo político de trazer profissionais que possuam resistência interna. A centralidade tópica deste fenômeno é a fidelidade simbólica, onde o torcedor exige que o profissionalismo técnico venha acompanhado de um respeito inegociável pela história do São Paulo FC.
As perspectivas para o restante da temporada 2026
O sucesso da decisão de ceder atletas para o Fluminense e Botafogo será medido exclusivamente pelos resultados obtidos nas fases finais das competições vigentes. Se as novas apostas de Hernán Crespo entregarem o vigor físico e a eficiência tática prometidos, a debandada será lembrada como uma aula de gestão esportiva. Por outro lado, caso o time sofra com a falta de peças de reposição em momentos críticos, a pressão sobre a cúpula do futebol será inevitável. O planejamento para o segundo semestre depende da validação desta aposta atual, consolidando o MorumBIS como um palco de renovação técnica sob o comando da nova guarda tricolor.
Conclusão: O saldo da reformulação tricolor
O encerramento deste ciclo de movimentações coloca o São Paulo em um novo patamar de gestão, onde a eficiência operacional sobrepõe a manutenção de nomes por gratidão. A saída de dezessete atletas é o maior movimento de readequação de elenco da história recente do clube, e sua eficácia será testada na tabela de classificação.
A médio prazo, a economia gerada e os valores fixados para compras futuras estabelecem uma rede de segurança financeira. Se o Botafogo exercer a opção de compra por Ferraresi e o Fluminense fizer o mesmo com Alisson, o clube poderá injetar cerca de R$ 50 milhões em suas contas. Este recurso é vital para a quitação de dívidas e investimentos na base de Cotia.
O São Paulo de 2026 desenha seu futuro com coragem, apostando que a ordem financeira é o único caminho para a glória esportiva duradoura. Cabe agora ao torcedor apoiar a “nova guarda” e cobrar que a economia nos bastidores se transforme em títulos dentro de campo.
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Não há certo ou errado, as decisões atendem a necessidade do clube
Alisson foi escaneado pelo treinador que o instigou a procurar clube por que não seria utilizado,, após o passa moleque do Corinthians , coube a ele assumir a responsabilidade sozinho, então a idade ao Fluminense pode dar a ele uma sequência na carreira
Ferraresi está indo embora pelo excesso de zagueiros no elenco, tínhamos seis zagueiros e o treinador está apostando numa linha de dois zagueiros, logo ficam 4 zagueiros na reserva, um desperdício de dinheiro do clube,
Ele irá ao Botafogo e será titular por que o central deles e um lateral veterano que está improvisado
Alisson achei ok
Ferraressi achei errado, pois ficaram Tóloi e Dória que já são veteranos e dificilmente se adaptam ao linha de 4 defensores, fora que devem ser tão caros quanto ao venezuelano.
Fora que dizem que não vão contratar mais ninguém, mas sempre o Crespo reclama da falta de opções e estão enxugando ainda mais o elenco ? Dificil entender esse planejamento.
Bom dia
Este planejamento da diretoria do São Paulo é mesmo muito esquisito mais se agente analisar um pouquinho desde a época do Ceni no comando,agente consegue ter uma visão,de que todos os planejamentos daquela época até hoje com o Crespo é um só:-Fazer de yuro para ir contra o que os técnicos querem e pedem.E isso como eu disse começou com o Ceni,quando ele não pediu reforço assim que assumiu no primeiro dia ele pediu para não venderem ninguém.E o que a diretoria fez de imediato?-Vendeu o homem wie era na visão ou dos melhores do time,o Luiz Araújo,e depois dele,fez um desmanche no time foi ai que o Ceni começou a gorar a diretoria e condução a ferida do clube em todas as coletivas. E isso veio acontecendo desde então com todos os técnicos .Planejamentos é para ir contra o São Paulo e todos os técnicos que estiverem à frente do time.
Tóloi e Dória são aposta, podem render e dar experiência ao time fora que o segundo não é tão velho assim, ao meu ver não comprometem, já Ferraresi é atualmente a quarta opção no banco para zaga e o mesmo precisa de rodagem fora isso ainda é ativo, só sai mediante pagamento do valor do passe, O que o Crespo fala em termo de opções são jogadores mais verticais e articuladores em momento algum foi para zaga.
A gente sabe disso Fábio,o comentário foi em posições em geral.Este histórico que a diretoria tem,de acabar com as poucas forças que o time tem.
Se não serão utilizados tem de ceder mesmo, para não ficarem parados….sobe os meninos da base que são muito bons. E serei polêmico…”perdoamos” o Oscar que traiu o clube e retornou e o clube mais perdeu do que ganhou com seu retorno……pq não fizemos o mesmo com o zagueiro Luizão? 23 anos, novo ainda, impossível que ele era tão ruim quando foi pra Inglaterra, ou desaprendeu tanto lá…..vi que foi pro São Bernardo, mas estava livre como o clube gosta, era prata da casa…..acho que até valeria um contrato de produtividade com ele…..
Gestão de casares?
Se esse incompetente estiver por trás, estamos ferrados!
Fala-se gestão Casares por terem sido contratações feitas na gestão dele, não significa que ele faz parte desse processo de reformulação, pelo contrário se está enxugando uma folha de pagamento que ele fez ficar muito alta.
O SPFC precisa começar a pensar na reformulação da zaga pra 2027. Deveriam ficar Alan Franco e Sabino. Arboleda, Toloi e Doria não deveriam permanecer. Também precisamos de dois bons jogadores com muito potencial pra titularidade e urgentemente inserir Cotia nessa história. É impensável não ter ao menos um garoto ocupando a quinta vaga.
Sou favoravel ao emprestimo dos dois jogadores, se fossem estipulados nos contratos, obrigação de compra com metas estabelecidas, pois estamos emprestando sem nenhum valor de ganho real. Mais uma vez o SPFC favorecendo aos empresarios, jogadores e outros clube o beneficio de uso gratuito. Pagamento de salario intregal ,na minha visão, é obrigação te quem empresta.
Qto ao ferraresi, o crespo não iria utilizar com frequência, pois mudou o sistema para 2 zagueiros. Nesse contexto, achei bom o empréstimo. No Botafogo, ele deve ser titular.
Qto ao alisson, achei ótimo. Jogador perdoou dívida em troca do empréstimo. Se ele for bem, o flu terá obrigação de compra por um valor bem interessante para o sp.
https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2026/03/05/sao-paulo-veta-verde-na-camisa-e-acerta-novo-patrocinio-por-r-75-milhoes.htm
Fechado. Os valores parecem razoáveis, só tenho dúvidas em relação ao tempo de contrato.
O Ferraresi é fraco, jogador abaixo da média. O Alisson claramente está na descendente. O negócio é olhar para frente. Não dá para lamentar a saída de nenhum deles com o elenco atual. A economia com os salários justifica totalmente essas negociações.
Agora falta mandar o Cedric, Doria, Luan, e Ferreirinha.
Eu aprovo as duas saídas.
Quanto mais atletas velhos ou medíocres saírem, mais economizaremos em salário e mais espaço teremos para jogadores jovens, talentosos e fisicamente mais aptos.
Para mim o Alisson e nem o Ferraresi vão fazer falta, o primeiro não vem jogando bem há muito tempo e ainda agiu com desrespeito a instituição quando foi na casa dos rivais ainda com contrato vigente com o São Paulo e outro jogou bem em poucas partidas, o São Paulo tem que parar com esse apego a jogadores que não rendem, teve chances e não rendeu o esperado o negócio é passar para frente nem que seja por empréstimo para se livrar dos salários porque não dá é ficar com jogador ganhando tubos de dinheiro sem dar retorno esportivo ao clube.
Foi economia para esse ano com esperança de arrecadação na venda, mesmo que seja para terceiro.
Como os doí ficariam mofando na reserva. Negociam e dão um pouco de visibilidade. Se os clubes não quiserem exercem a opção de compra talvez surjam outros interessados etc. Ainda mais que o Ferraresi joga na seleção dele:
Alisson é praticamente caso perdido, contenção de danos do próprio Rui Costa que renovou o contrato até o fim do ano que vem.
Renovar com Luciano, Calleri e Lucas me parece o mesmo erro, daqui um ano e meio ficaremos arrependidos.
Apesar das minhas ressalvas em negociar com o Botafogo, acho que ambas as saídas foram positivas, pois o Ferraresi não estava jogando nada desde o ano passado e o Alisson já não tinha mais clima e nem vontade de ficar no time, então foi bom para todas as partes, como diria o Celso Russomanno…