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6 mudanças do futebol brasileiro com impacto direto no São Paulo em 2026
As novidades do futebol brasileiro em 2026, definidas pela CBF sob o novo presidente Samir Xaud, trazem mudanças profundas no calendário, na tecnologia, nas regras financeiras e na gestão dos estádios.
1. Impedimento semiautomático no Brasileirão
- A CBF implementa o impedimento semiautomático no Brasileirão e na Copa do Brasil, usando câmeras de alta velocidade e sensores na bola para gerar imagens em 3D e definir com mais precisão a posição dos jogadores.
- A tecnologia já é usada em torneios como a Champions League e a Copa do Mundo; no Brasil, ela vai agilizar e tornar mais confiáveis os lances de impedimento analisados pelo VAR.
2. Início do fair play financeiro
- Em 2026 entra em vigor o Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), o “fair play financeiro” brasileiro, com quatro pilares:
- Controle de dívidas em atraso: clubes não podem ter pagamentos atrasados com funcionários, outros clubes e autoridades.
- Equilíbrio operacional: os clubes precisam equilibrar receitas e despesas.
- Controle de custos com elenco: na Série A, o gasto com elenco (salários, encargos, direitos de imagem e amortizações) não pode ultrapassar 70% das receitas; na Série B, o limite é de 80%.
- Controle de endividamento de curto prazo: os clubes devem manter uma estrutura de capital sólida e níveis sustentáveis de dívida.
- Clubes que ultrapassarem os limites entram em “monitoramento” e podem ter punições, como multas ou restrições em inscrições.
3. Brasileirão começando em janeiro e terminando em dezembro
- O Campeonato Brasileiro Série A de 2026 começa em 28 de janeiro e será disputado praticamente o ano todo, com previsão de término em dezembro, em um formato mais próximo do calendário europeu.
- A ideia é aproveitar melhor o período pós-Copa do Mundo e evitar o alongamento excessivo das competições, com mais espaço para férias dos jogadores (“mini‑férias”).
4. Estaduais disputados em paralelo ao Brasileirão
- Os campeonatos estaduais passam a ser disputados em paralelo ao Brasileirão, em vez de ocupar um bloco longo no início do ano.
- Isso significa que clubes grandes (Série A) vão jogar Brasileirão e estadual ao mesmo tempo, com calendário mais apertado, mas com menos datas dedicadas apenas ao estadual.
5. Estaduais com menos jogos e datas
- A CBF reduziu o número de datas para os estaduais: de 16 em 2025 para no máximo 11 datas em 2026, o que obriga as federações a encurtar os torneios.
- Isso leva a menos jogos disputados em cada estadual, com formatos mais enxutos (menos fases, menos times na fase final, etc.).
- O Paulistão, Cariocão, Mineiro e Gaúcho, entre outros grandes estaduais, precisaram se adaptar para caber nesse novo limite de datas.
6. Proibição de mudar datas por aluguel de estádios
- A CBF proibiu os clubes de solicitar alteração de datas de jogos por conta do aluguel de estádios para eventos que não tenham relação com o futebol (shows, festas, eventos corporativos, etc.).
- A medida visa garantir que o calendário oficial seja respeitado e que os clubes não usem o estádio como “garantia” para eventos comerciais em detrimento das partidas de futebol.
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A princípio, parecem boas mudanças.
Está assistindo o jogo do São Paulo na copinha. HORRÍVEL
De acordo com a defesa de Casares em um dos tópicos do documento, ao qual o ge teve acesso, os serviços de arbitragem, por exemplo, são pagos em dinheiro vivo pelo São Paulo.
O documento diz que dos R$ 11 milhões que foram citados num inquérito policial, R$ 8,23 milhões são de despesas operacionais dos jogos.
O restante do valor (R$ 4,78 milhões) seria, de acordo com a defesa de Casares, para pagamento de premiações para jogadores, como “prática comum não só no São Paulo”, mas “em todos os demais clubes de futebol do país”.
8 milhões em dinheiro vivo pra “despesas operacionais”
Crespo é um brincalhão em achar que o Tapia é melhor que o Paulinho.