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Homem falando em uma coletiva de imprensa, vestindo camiseta do São Paulo FC, com fundo de painéis do clube e logotipos.

191 votos, nova data e voto secreto definem situação de impeachment de Julio Casares

O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, confirmou que a votação do impeachment de Júlio Casares será presencial, em 16 de janeiro, e aceitou o pedido da defesa para que o quórum seja de 75% (191 votos), e não dois terços (171), mudando drasticamente as condições para o afastamento.

​A reunião extraordinária para votar o pedido de impeachment será realizada na próxima quarta-feira, dia 16 de janeiro, às 18h30, no estádio Morumbi, com voto secreto e presença apenas dos 255 conselheiros. Olten Ayres manteve a decisão de não permitir voto remoto, o que obriga todos os conselheiros a comparecerem fisicamente ao Morumbi para participar da sessão.

Mudança no quórum: 171 para 191 votos

  • Inicialmente, o processo seguia o Artigo 112 do Estatuto, que exige dois terços dos conselheiros (171 dos 255) para afastar Casares.
  • A defesa de Casares pediu que fosse aplicado o Artigo 58, §2º, que exige 75% dos membros do Conselho (191 dos 255) para destituição do presidente, e Olten Ayres aceitou esse entendimento.

Consequências da mudança

  • Com 191 votos necessários, o impeachment passa a ser muito mais difícil de ser aprovado, já que a oposição precisa de 20 votos a mais do que o mínimo de 171.

O que acontece se o impeachment for aprovado

  • Se o pedido for aprovado com 191 votos favoráveis, Casares será afastado preventivamente da presidência e o vice-presidente Harry Massis Júnior assumirá o comando do clube.

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