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Libra terá mais times e mais dinheiro em 2026 no Brasileirão; São Paulo beneficiado
Está formado o Campeonato Brasileiro de 2026. Com a definição da zona de rebaixamento da edição de 2025 na última rodada, com permanências de Vitória e Inter e quedas de Ceará e Fortaleza, temos então os 20 clubes que disputarão a próxima competição. Por sinal, a disputa começará já em 28 de janeiro, seguindo com os pontos corridos e com a distribuição de vagas na Libertadores (seis) e na Sul-Americana (seis), além de quatro descensos. O período da nova Série A é uma das grandes mudanças do novo calendário da CBF.
Com a última rodada do próximo programada para 2 de dezembro, isso significa que o campeonato durar a temporada inteira – parando apenas na Copa do Mundo, em junho. Além disso, haverá a estreia do “VAR semiautomático”, já utilizado na Champions League. Ao todo, serão 12 clubes do Sudeste, 5 do Sul, 2 do Nordeste e 1 do Norte – com a volta do Remo após 31 anos. São Paulo será o estado com mais times: 6. Feito o resumo, vamos agora às transmissões, já que as ligas presentes acabam gerando situações distintas a cada edição.
As diferenças contratuais das duas ligas
Pelo segundo ano, haverá a “rivalidade” na audiência do futebol no domingo, com jogos na Globo (geralmente às 16h) e na Record (geralmente às 18h30). A partir da “Lei do Mandante”, com os direitos de transmissão pertencendo apenas ao clube mandante, a Liga Forte União (LFU) e a Libra negociaram os seus pacotes na Série A com validade até 2029 – ou seja, uma possível unificação das ligas só valeria a partir de 2030. Em 2026, a LFU terá 10 clubes e 190 jogos – foram 11 times em 2025. Já a Libra terá 10 clubes e 190 jogos – foram 9 times na edição anterior. Neste quadro televisivo, um clube da LFU pode aparecer em “jogos” da Libra, mas apenas como visitante. E vice-versa.
Enquanto a Libra vendeu de forma exclusiva ao Grupo Globo, com Rede Globo (TV aberta), GE TV (streaming gratuito), SporTV (TV fechada) e Premiere (pay-per-view), a LFU fragmentou a negociação, tendo Globo e Record na TV aberta, Amazon Prime no streaming pago, Cazé TV no streaming gratuito e Premiere no pay-per-view. A cada rodada há uma prioridade rotativa na escolha dos jogos, já que a Amazon tem uma partida exclusiva, que não pode entrar no catálogo do Premiete, e as emissoras abertas têm uma limitação de jogos de um mesmo clube. Portanto, não podem escolher “Flamengo” e “Corinthians” em todos os fins de semana. Isso faz com que a agenda da televisão tenha atualização constante.
TV aberta: Globo e Record (1 jogo por rodada pra cada)
TV por assinatura: SporTV (1 ou 2 jogos por rodada)
Pay-per-view: Premiere (9 jogos por rodada)
Streaming pago: Amazon (1 jogo exclusivo)
Streaming gratuito: Cazé TV e GE TV (1 jogo por rodada para cada)
10 clubes da Libra na Globo
Atlético (MG), Bahia (BA), Flamengo (RJ), Grêmio (RS), Palmeiras (SP), Red Bull Bragantino (SP), Remo (PA), Santos (SP), São Paulo (SP) e Vitória (BA)
10 clubes da LFU na Record e na Globo
Athletico (PR), Botafogo (RJ), Chapecoense (SC), Corinthians (SP), Coritiba (PR), Cruzeiro (MG), Fluminense (RJ), Internacional (RS), Mirassol (SP) e Vasco (RJ)
Série A gera R$ 3 bilhões com TV
Somando os contratos firmados pelas duas ligas, as receitas geradas chegam a R$ 3 bilhões por temporada – em 2025 isso representou R$ 1,7 bi na LFU e R$ 1,3 bi na Libra. Em relação à divisão das cotas, cada liga tem suas regras. Aos filiados da LFU, os percentuais são os seguinte: 45% de forma igualitária, 30% por performance, que é a colocação final na primeira divisão, e 25% por audiência. Já aos filiados da Libra, a divisão tem 40% de forma igualitária, 30% por performance e 30% por audiência. Apesar desta cisão na elite, as duas ligas conseguiram chegar a acordo unificado na Série B, com contrato assinado até 2027.
É importante pontuar que essa divisão entre Libra e LFU considera os contratos vigentes, com validade até 2029. Ao pé da letra, porém, seriam 12 clubes da LFU e 8 da Libra. Isso porque ocorreram duas viradas de casacas em 2025, através de Vitória (em setembro) e Atlético Mineiro (em outubro). Em ambos os casos, indo da Libra para para a Liga Forte União. Como os dois assinaram os contratos ainda sob filiação da Libra, esses acordos seguem válidos em 2026. Ou seja, a mudança de fato valerá a partir de 2030. Em relação às cotas, não há um dado concreto sobre os valores, mas a estimativa dos dois times baianos seria de R$ 80 milhões por edição.
Por: Cassio Zirpoli
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Já demitiram mais 4 no departamento médico segundo Gabriel Sá, tem que demitir mais gente
Na Era Casares, campeonato brasileiro é sinônimo de campanhas pífias:
https://x.com/jogosspfc/status/1997786316281696605?s=46&t=8JJGHEM0K7zLe0NrFWAf3Q
Exclusivo: Dando sequência às mudanças no CT da Barra Funda, o São Paulo desligou mais quatro profissionais nessa segunda-feira. São eles:
Pedro Henrique Perez (médico)
Paulo Eduardo Teixeira (auxiliar de fisiologia)
Carlos Alberto Presinoti (coordenador de reabilitação física)
Cilmara Moretti (fisioterapeuta)
Mais saídas podem acontecer nos próximos dias. O São Paulo também anunciará os novos contratados nas próximas semanas.
🗞️ Gabriel Sá
Nada do Dr Gelol sair????
Ele trabalha na parte burocrática hoje. Não de campo.
Entendi. O tecfut já funciona 100% em cotia? Os jogadores do profissional vão ter acesso ao tecfut de cotia na pré temporada que vão fazer lá?
Cotia e Barra Funda terão mesma filosofia finalmente.
To com medo de quem o São Paulo vai contratar. Só a especulação do Guilherme que tava no Santos ja da “calos frios”…