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São Paulo pode ser impactado por medidas de controle financeiro da CBF
A CBF lançará o Fair Play Financeiro, um sistema rigoroso de controle e fiscalização que entrará em vigor a partir de janeiro de 2026 e pode afetar diretamente o São Paulo FC e todos os clubes do país. O novo regulamento exigirá que dados financeiros, contratos, custos de elenco, dívidas e transações sejam cadastrados em uma plataforma própria, e haverá três auditorias fixas por ano para monitorar a saúde financeira dos clubes.
Principais regras e metas
- O clube só poderá gastar até 70% da receita com o elenco na Série A; esse limite será de 80% para a Série B.
- Indicadores como resultado operacional e equilíbrio de caixa passam a ser obrigatórios plenamente a partir de 2028.
- Dívidas geradas a partir de 2026 já poderão ser punidas, enquanto passivos anteriores terão período de transição para regularização.
Sanções previstas pela CBF
- Advertência pública
- Multa pecuniária
- Retenção de receitas e bloqueio de repasses
- Transfer ban (proibição de registrar atletas)
- Perda de pontos no Brasileirão
- Rebaixamento de divisão
- Cassação da licença de clube
Impacto direto para o São Paulo
O São Paulo precisará adaptar sua gestão financeira para evitar irregularidades que possam bloquear inscrições de jogadores, ocasionar multas ou até ameaçar posições no campeonato. O clube está entre os grandes do país que já participam das discussões e, segundo especialistas, pode ter impacto significativo caso ultrapasse os limites ou atrase pagamentos dentro do novo sistema de controle. O monitoramento permanente e as regras transparentes deverão trazer consequências imediatas para quem descumprir as novas normas.
A expectativa é que as medidas promovam mais responsabilidade, transparência e sustentabilidade, impactando decisões de contratação, ritmo de investimentos e o próprio planejamento de temporada do São Paulo FC no futebol brasileiro.
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Da série perguntas necessárias:
No caso de “patrocinadores” que contratam (como “doação” ao clube) e ainda respondem por parte da remuneração …, como fica, se não constar na contabilidade do clube ?
E aquelas transações “marotas” entre clubes da mesma SAF …, que nem sempre respeitam valores, contratos ou regras …, se o grupo City resolver “presentear” o Bahia com algum jogador, com tudo pago ou o Textor trazer reforços, com salários pagos pela matriz européia?
Excelente medida contra péssimos dirigentes
Tenho dito
Só acredito em alguma coisa quando o Botafogo pagar o Henrique Almeida.
Então esquece, pq tudo isso é a partir de 2026….