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Crespo só mandou trabalhar – volante do São Paulo abre o jogo sobre técnico em seu retorno
Luan revelou em entrevista ao The Players Tribune, emocionado, que conversou com Hernán Crespo após o retorno do treinador ao São Paulo e uma reviravolta era esperada em 2025, indicando chances de reintegração ao elenco tricolor.
Bastidores da Conversa
- O volante relatou uma conversa direta com Crespo, mostrando abertura para sua permanência no clube em 2025 e sugerindo possível reaproximação após o empréstimo ao Vitória.
- Apesar de ter passado um período fora, Luan agora vê possibilidade de ganhar espaço no elenco com o novo comando.
“Foi emocionante no primeiro treino do Crespo. Eu disse pra ele contar comigo no que precisasse. Se fosse pra eu começar no banco e entrar só cinco minutos, estava bom. Se fosse pra jogar 90, prorrogação e pênaltis, estava bom. Se fosse pra nem ser relacionado, estava bom. Se fosse pra ser substituído, estava bom”.
“Eu só queria ajudar de alguma forma. O Crespo não me prometeu nada. Só me deu um abraço e falou pra eu continuar trabalhando. Estou nos planos novamente, pensei, enquanto a gente se abraçava”.
Contexto do Retorno de Crespo
- A volta de Hernán Crespo como técnico do São Paulo gerou expectativas de mudanças internas, incluindo uma nova avaliação sobre jogadores que estavam fora dos planos, como Luan.
- A médio prazo, a relação positiva entre ambos pode facilitar o aproveitamento do jogador no elenco tanto que ele nem quis ir ao Botafogo e ao Fortaleza, clubes que fizeram proposta a ele na janela.
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Baita materia sobre o fundo de Cotia, Zanquetta.
Infelizmente nossa educação e cultura fizeram a maior parte das pessoas associarem pessoas ricas a pessoas más. Logo, empresários de alto poder aquisitvo são de forma inequívoca, na cabeça de muitos, pilantras completos. Dada essa premissa fica fácil entender o motivo da ojeriza súbita ao FIP, pois envolve todo um sistema de capital. E, mesmo que bem elaborado e bem profissionalizado soa como um pretexto para roubar mais ainda o clube.
Agora, se fosse um barbudo de aparência mendicante falando feito uma mula e prometendo, até, absurdos, usando um outro exemplo em outro contexto, como liberar a cocaína, teria gente comendo paralelepípedo e aplaudindo.
Em suma, não adianta desenhar para a grande maioria, Zanca. A maioria, a qual ler, interpreterá usando seu imaginário puramente estético. Pedem profissionalização e quando há, choram; pedem transparência, quando começa haver, espeneiam; pedem investimento, quando fazem; morrem. No fundo a esperança de gente assim seria um bolsa clube. O Estado em parceira com ONGs e uma cobertura linda da impressa sobre o Estado “dar de graça” um bilhão ao SPFC. Essa é a única salvação possível, bela e moral.
Kkk Jesus, as pessoas deixaram a política contaminar todas as áreas da vida
Porquê, vc é o isentao!
Na minha opinião é melhor que brigar com gente que ele conhece por causa de nada ou pra defender quem nem sabe que ele existe e não tá nem aí pra ele.
Perfeito, ninguém é obrigado a gostar de cor branca ou preta, pois existe uma infinidade delas.. reclamar de alguém que não quer ver brigas políticas que não sejam as do São Paulo, não é demais?
Sou não, estou a postos pra combater o fantasma do comunista 😵💫
Msl, esse “fantasma” ta acabando com o resto do Brasil.
MSL, a cerne do tópico tem base em toda a literatura e cultura nossa. Não é assunto “politico”, é um assunto cultural. Agora, o lance da cocaína realmente eu “apelei”. hehehe… Entretanto, não tem nada haver com o tópico central. Por isso disse justamente que “apelei”. Obs: quando uso um barbudo mendicante e fala feito uma mula é um estereótipo, não uma pessoa em si. Logo, não faço uma referência “política”, faço a um arquétipo, pois estou falando de um imaginário estético cultural. Curiosamente, a vida pode imitar a arte, não?
barbudo mendicante e arquétipos à parte, Juntos pelo São Paulo, igual Julio Casares
Exato, boleiro. hehehe… Usar arquétipo cabe em diversos contextos.
Não acho que seja necessariamente isso, Mestre, ao menos em relação à maioria. Essa gestão se mostrou reconhecidamente uma das mais incompetentes e nefastas que passou pela história do clube e qualquer coisa que ela faça parte dessa premissa, por isso o ceticismo é natural.
Também acredito que a maioria siga essa linha.
Artilheiro, veja a reação da maioria em relação as SAFs. Ou é perfeita, ou é um lixo e deveria ser banida da realidade. Já vejam como tratam os clubes sociais, mesmo sendo toda essa diretoria nefasta, a qual mencionou, quando abrem capital que implicam em todo um sistema com diversos mecanismos de proteção e transparência soa como algo maléfico. E preferem da forma que está. Não é isso?
Vi ontem um corte do Flavio Marques lá com o mano Arnaldo e outra rapaziada falando sobre os custos do FIDC. E que ele votou contra. Por óbvio há coias boas e ruins. Agora, o voto contra dele, significa na realidade um a favor do que é. E, ele como retórica diria: mas eu proponho outra linha. Sim, porém, por que não prôpos antes? E, se não fez antes, por que agora faria? No fundo, o que envolve capital externo amedontra; já tudo no “jeitinho brasileiro” soa bonito e melhor.
A luta de classes deveria ser da população contra a classe política. Inventaram e reforçaram esse sistema de classes com base em poder aquisitivo só pra não virar de ponta cabeça a cruz da política e manter a população na ponta de baixo.
Quem tem dinheiro não governa e não toma decisões na vida dos outros. Quem faz isso é quem tem poder e um dia todos cairão na real sobre isso.
Isso de classe alta/média/baixa não “existe”, o que existe é a classe que manda e a classe que obedece. Só ver como funciona a gestão do SPFC e de outras coisas aí da vida.
Caro Renato, boa tarde
Você desconsidera o Estado enquanto um instrumento de dominação, a serviço do capital ?
Quem tem dinheiro não governa ?
Tem certeza ?
Tenho. Os bilionários do mundo e o mercado de capitais mandam na China? Não. Eles reagem conforme ela se comporta. Quem manda lá (hoje) é o Partido. E não é à serviço de capital algum, é a serviço do ideal que eles entendem como correto pra liderar uma nação.
Se vc tem poder pra ditar quanto vale o dinheiro não interessa quanto vc tem ou deixa de ter. Vc tá acima de qualquer capital. Quem tá a serviço do capital ainda não teve nas mãos poder de verdade pra saber que dinheiro é só um dos meios, não o fim.
Só não entendo qual seria a necessidade do “mercado de capitais” mandar na China ?
A China tem sua inserção no mercado global de “trocas econômicas” e participa da economia mundial …, sem a tutela de ninguém.
Sim, é exatamente esse meu ponto, Seo Scala. Ela não precisa da tutela de ninguém, o que significa que dinheiro não é sinônimo de poder. Todo o dinheiro do mundo não tem poder pra fazer a China se ajoelhar.
Nós que vivemos no Ocidente estamos nessa realidade onde tudo e todos estão à serviço do capital na forma de dinheiro, ou lucro à qualquer custo, e por isso existe essa demonização ao mesmo. No Oriente as coisas são diferentes, poder lá tem outro significado.
Outro exemplo numa escala menor: nosso Presidente da República ascendeu na vida vindo de uma origem humilde, sofrida, mas ele não precisou de dinheiro na juventude pra ter poder. Ele nasceu abençoado com uma persuasão de mover multidões e com ideais que encantavam a crença alheia. É um poder que o dinheiro pode até comprar mas não é estritamente necessário.
Dinheiro é mera materialização do tempo de vida das pessoas, o que precisa ser demonizado é a atitude das mesmas com relação à isso. Acumular capital não é o problema e sim a que custo isso é feito por quem tem e o que fazem com o mesmo. Por isso quando a discussão é em torno do dinheiro eu prefiro deixar pra lá a maioria das vezes. O alvo da ira alheia geralmente deveria ser outro, pra mim.
A submissão das “classes subalternas” em uma sociedade hierarquizada, através das relações de poder, que ocorre através da exploração da miséria, infelizmente.
Mas com “discurso edificante”.
No contexto histórico, o estado moderno surge a serviço do capital e posteriormente, sob o comando de seus prepostos.
Concordo, lorde. A distinção real é que tem poder contra quem não tem. Dinheiro só serve para “comprar” putas e marionetes em um sistema de dominação de poder.
Tem gente que acredita que tem 10mi na conta é ser mais poderoso que um nóia com uma arma. Põe os dois numa sala e eu aposto que o nóia sairá com 10mi + arma.
Agora, sobre luta de classes eu não me importo com esse tema. Eu vejo a minha luta que será a salvação da minha alma, o resto decorre disso, lorde.
Só passei aqui para discordar, caro craquito.
Boa tarde.
Partindo da premissa de “acumulação primitiva” do capital, através da mais valia e trabalho não-pago …, para “acumulação ampliada” do capital, através de sistemas mais sofisticados de remuneração …, ninguém considera a possibilidade de “capitalistas caridosos”.
Confesso que na parte do “barbudo de aparência mendicante, falando como uma mula e prometendo absurdos”, tive uma “catarse” imaginando o Casares pedindo votos e defendendo o FIP aos “parceiros” do Conselho deliberativo tricolor.
É muito mais plausível e “aceitável” que os responsáveis pela destruição do SPFC defendam o “bolsa clube” …, e não seus torcedores.
Parece que você menospreza a inteligência alheia, ao generalizar tais afirmações nesta imaginada situação entre estado x sociedade, no que diz respeito às “doações”.
Fui.
Boa tarde, fidaldo Scala. Aproveitando, eu e o sir André Afonso levantamos uma tese de que o senhor, feito em filmes de investigação policial, está por trás das vendas por “punhados de moedinhas” de Cotia. A suspeita nasceu após a venda do Carmo, em que muitos seguidores do Blog clamavam por sua manifestação, permeados de #ScalaTemRazão. Não obstante, o sumiço do senhor em fato tão notório levantou a suspeita: e se ele está no aeroporto com o Carmo? Feito um bom filme de investigação, o maior algoz do sistema faz parte dele ao fim.
Bom, se menosprezo o senhor não desmontrou bem isso. Tanto que a mim soou como você pode estar subestimando sua visão em cima da minha visão anedótica ao tema. Vejamos:
[…] Partindo da premissa de “acumulação primitiva” do capital, através da mais valia e trabalho não-pago […] Ora, primeiro, não se parte desse ponto. Dado que além de serem meros jargões, efetivamente na história humana há as ações axiológicas sobre o que vou chamar de “produtos”, se o senhor me permite essa licença anacrônica. Portanto, se o senhor quiser discorrer sobre essa questão mesmo que de forma breve, terei prazer em continuar o tópico durante o dia. Caso contrário, por si só, dado a falta de contexto e demonstração essa fala é pura presunção/subestimada sobre a forma que vejo o tema.
[…] ninguém considera a possibilidade de “capitalistas caridosos”. […] Pois é, esse é o meu ponto. Agora, aposto que o dinheiro expropriado e mal alocado via Estado para o senhor é uma belezinha, né? Óbvio, digo na mais pura retórica vazia, mas explico-te:
O senhor defende imposto; imposto é coercetivo; logo, você defende expropriação.
Os individuos são heterogêneos; o Estado age de forma homogenea; o dinheiro que foi expropriado por principio de um individuo, o qual seria alocado a seu bel prazer, agora é alocado onde um grupo de pessoas (por isso o Estado é homogeneo) aloca onde esse determinado grupo quer. Independente se a pessoa expropriada concorda com o imposto, com o grupo que se chama de Estado e até mesmo a alocação devida. Logo, o dinheiro é mal alocado por natureza e princípio.
Agora, eu aposto que o senhor considera ações vindas do Estado como caridosas e bondosas. Já ações de movimentos de natureza voluntaria, isto é, onde há acordo mútuo entre as partes de ações maléficas.
[…] É muito mais plausível e “aceitável” que os responsáveis pela destruição do SPFC defendam o “bolsa clube” …, e não seus torcedores. […] Na minha visão, ambos.
Bom, no mais, a gente verá na prática, ué. Quando sair quais serão as noticias nas midias e comentários das pessoas? Posteriormente, esse capital gerará desenvolvimento? A ver. A princípio, boa parte da midia e de comentários de torcedores são contras com um discurso de “vão vender o clube”. Isso não é menosprezar ninguém, ok? É a realidade tal como é. É o que vejo. E, sobre eu me basear no imaginário estético para tal alegação: a literatura e nossa cultura é permeada de qual discurso? E, honestamente, brandar “vão vender” a base não é argumentação. Dizer “não existe empresário caridoso” não é argumento. É fuleiragem. Note, o contraponto que fiz foi o excelente texto do Zanquetta, demonstrando da melhor forma que vi sobre a base de como será. Ressalto, ele inclusive, hipoteticamente aponta pós e contras. Isso é respeitável. Agora papo “vão vender”, “tudo ladrão”, se forem se basear em jargões para me convencer de que há argumento nisso? Eu te digo: é pura fuleiragem. Logo, apenas respalda o que disse: são meras interpretações estéticas baseadas da nossa cultura.
E ninguém comentou a materia sobre o Luan…o cara sofreu demais, e como é importante o tratamento psicológico.
Obs: política partidária deveria ser deixado de lado do assunto Spfc.
Clapclapclap palmas. O Flávio Marques foi na ferida quando criticou o caca por apoiar diretamente um candidato a prefeito.
Ninguém criticava o Raí quando esquerdava estando como diretor do São Paulo…