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Eduardo Baptista, treinador do Novorizontino, está se preparando para um novo confronto contra o São Paulo, pela quartas de final do Paulistão. No ano passado, ele comandou sua equipe na histórica vitória sobre o Tricolor nos pênaltis, no Morumbi, e agora busca repetir o feito diante do mesmo adversário. Em entrevista ao UOL, ele destacou a importância daquela vitória, mas também fez questão de ressaltar as mudanças significativas que ocorreram na equipe desde então.

Ele mencionou que mais de 50% do elenco foi renovado, com saídas de jogadores importantes como Rômulo, William Lepo e Chico, mas se mostrou confiante na força do time atual. A nova formação, segundo ele, é mais forte fisicamente e tecnicamente, além de possuir uma mentalidade muito forte, capaz de superar adversidades durante os jogos. Para ele, o time do Novorizontino, embora renovado, manteve a filosofia de trabalho que já estava consolidada.

Quanto ao São Paulo, Eduardo reconheceu a qualidade técnica do adversário, comparando-o ao Flamengo em termos de elenco. Ele destacou a qualidade individual dos jogadores do Tricolor, especialmente Lucas Moura, Oscar e Calleri. Ele disse que esse trio é admirado por qualquer treinador, elogiando o estilo de jogo de cada um, com Calleri sendo um matador e Oscar um jogador muito técnico e criativo.

“Foi uma grande noite, onde a equipe do Novorizontino se portou como grande. A gente entende e sabe da força que é o São Paulo, das qualidades que têm seus jogadores, jogadores a nível de seleção brasileira. Mas a gente vem construindo um trabalho e vai para fazer um grande jogo, respeitando São Paulo, mas nunca com medo.

Baptista se mostrou preparado para respeitar o São Paulo, mas deixou claro que sua equipe não entra em campo com medo, mas sim com confiança e a intenção de fazer um grande jogo. O confronto de hoje promete ser bastante emocionante, com o Novorizontino buscando surpreender mais uma vez o favorito São Paulo.

“Tecnicamente é um dos times mais bem recheados do futebol brasileiro, eu comparo até a nível de um Flamengo, são atletas que, mesmo neutralizando o esquema tático, se resolvem na individualidade. É um trio que qualquer treinador no futebol brasileiro e mundial gostaria de ter. O Calleri é um matador, e o Oscar é um jogador muito leve que se resolve com um toque”


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