image 7

Rafinha foi importantíssimo, crucial, líder, alegrou, marcou as campanhas dos titulos de 2023 e 2024 da Copa do Brasil e Supercopa. Foi espetacular e todo mundo achou excelente que ele continuasse por tudo que ele agregava como profissional. Chegou a ter uma comoção no fim do ano passado.

Rafinha avisou que sentia dores e já não conseguia mais exercer com tranquilidade movimentos e competir como gostaria. Mas, o momento, o clima, a fase e o ambiente fizeram o contexto e o clamor conduziram à uma renovação para mais um ano. Porém, o cenário foi o que ele mesmo avisava: de dor e muitas limitações impostas pela idade e físico de alguém rumo a 39 anos numa posição como lateral.

Na opinião do autor, há um carinho pelo Rafinha. Não há nenhum mal estar ou perseguição. Até por isto, para que não seja prolongado um momento de ruptura e quebra de coisas positivas, chegou a hora. Se ele mesmo falou em continuar mais um pouco, isto tem que ficar claro, o ciclo dele acabou ontem.

Acabou quando ele preferiu brigar com Marçal num momento que poderíamos até virar o jogo. Ele esfriou o jogo para o Botafogo. Acabou quando percebemos que ele brigando em campo com árbitro e no banco, não parece mais ter a liderança que imaginávamos. Em campo, ele tem limitações, limita Lucas e sacrifica muito do time por ele.

Com todo respeito, carinho e admiração, o futebol já não dá mais. Foi muito bom, histórica escrita, significa e representa muito mais que outros que vieram com grandes falas de ser saopaulino após carreitas consolidadas. Ele chorou, sorriu e nos fez igualmente sentir como ele. O ciclo acabou e é impensável renovar com ele para 2025.

Como prometido, falamos de Rafael e Rafinha. E falaremos de todo o grupo com olhar de análise, ponderação e projeção de 2025. De jogadores, comissão técnico a gestão do clube.


Descubra mais sobre Blog do São Paulo

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.