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Na última matéria, uma reflexão clara a todos nós: o 1o colocado do BR investiu 330 milhões em uma janela só em projeção, fora o que não se mede diretamente como luvas diluídas e intermediações. Já o Fortaleza, 2o colocado, investiu menos entre os times que colocaram dinheiro em transações, R$ 8 milhões. É uma diferença brutal. E faz pensar…

O modelo de um time modesto com um técnico longevo com investimentos modestos e com controle é o caminho? Os torcedores teriam paciência e enxergam isto como o caminho adequado? Já o Botafogo, saiu de fechar as portas e um fim iminente para ser o trator de janelas, reforços e investimentos com 2 anos seguidos brigando pela taça do Brasileirão.

Safs como Red Bull tem um perfil diferente e nunca funcionariam no Tricolor, sabemos. Mas, modelos como o do Botafogo, agressivo e Cruzeiro, agradam num primeiro olhar aos torcedores que estão cansados de sofrer para contratar e esmolar em janelas. Mas, é este mesmo o caminho? O Bahia, outro modelo do City, consolidado, idem? Óbvio que não existe resposta certa num olhar superficial. Mas, como está dito desde o começo do texto, faz pensar.

O São Paulo tem planos de unidades de negócios em partes do clube e modelos montados que gostaria de agir com venda de partes minoritárias. Mas, com o sistema atual, é difícil alguém querer. Teríamos que mudar demais. Uma SAF no nosso caminho, parece pouco provável que consigamos evitar, como eu já digo há tempos, soa inevitável. Ou é? O Fortaleza parece dizer muito do contrário. Claro, tem a megalomania, erros crassos de escolhas por vaidade como o de Marcelo Paz na Liga Forte etc. Avaliemos de um modo geral. O que vocês acham? Vale o debate, nao?

Ah, antes que alguém pergunte: E o Palmeiras? Se vocês tiverem um mecena bilionário como o Nobre aí no bolso e outra biolionária atrás de poder querendo injetar grana por vaidade, mandem aí. Fora isto, vamos de realidade? Bora!


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