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Reforço que pode ganhar mais importância neste momento da temporada, Damián Bobadilla se diz pronto para dar o próximo passo no São Paulo. O paraguaio superou as dificuldades iniciais de adaptação a um novo país e explicou como Luis Zubeldía, técnico recém-chegado ao Tricolor, o tem ajudado neste curto período de trabalho. Contratado para a temporada de 2024, Bobadilla chegou ao time do Morumbis após se destacar pelo Cerro Porteño. Sua chegada teve o aval de Dorival Júnior, que, dias após a chegada do volante, aceitou uma oferta para dirigir a seleção brasileira. Em entrevista à ESPN, o paraguaio revelou que este momento foi um dos mais difíceis desde sua chegada no clube.
“Para mim, foi tudo muito rápido. Quando cheguei aqui, a notícia do Dorival saindo foi um pouco difícil para mim. Porque eu cheguei com ele aqui, não sabia como seria com um novo treinador, se ele ia gostar do meu jogo e das minhas características”, explicou o meio-campista. Com a chegada de Thiago Carpini, Bobadilla até teve uma pequena sequência durante a disputa do Campeonato Paulista, mas depois acabou sendo pouco aproveitado e mal participou da reta final do trabalho do antigo treinador.
Já com Zubeldía, o paraguaio está ganhando novo ânimo. Das quatro partidas desde a saída de Carpini, Bobadilla participou de três, sendo uma delas como titular, justamente no clássico contra o Palmeiras, em que substituiu o machucado Pablo Maia. “É um técnico que vive o jogo da mesma forma que vive o treino, muito vibrante. Ele gosta muita da intensidade, da ordem, gosta muito da profundidade também. Ele fala com todo mundo. E isso para todo jogador é muito bom, porque tem um cara que está constantemente aí, ajudando você a melhorar. É algo que para carreira do jogador é muito importante”, detalhou.
Apesar de ser segundo volante, Bobadilla se coloca à disposição de Zubeldía para substituir Pablo Maia de vez. O titular da posição sofreu uma grave lesão na coxa, teve que passar por uma cirurgia e vai ficar um longo período afastado dos gramados. O atleta citou a maior diferença de sua posição para a de Maia, mas relembrou que já chegou a atuar improvisado na época de Cerro Porteño e até mesmo no São Paulo, quando teve alguns minutos de lateral-direito. “A maior diferença eu acho que é o posicionamento. Para jogar de primeiro volante, tem que ficar mais no meio, você não pode sair da posição, porque, se sair, deixa um espaço muito grande. E a minha principal característica é ocupar bem os espaços. Mas é só isso. Só manter a concentração, saber que tem que ficar um pouco mais”, disse o paraguaio.
ESPN
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Meu medo e só um, com o time indo bem e subindo na tabela , já já aparece a mídia com alguma fake news pra querer atrapalhar o clima, e o pior de tudo que ainda tem torcedor que vai comprar a ideia
Zubeldia é mais um exemplo de como competência e conhecimento superam rapidamente as dificuldades. Voce investe nisso e em profissionalismo e os frutos serão colhidos.
Zubeldia parece ser da mesma escola do Simeone, joga junto com o time.
Se dará certo ou não, ainda é muito cedo mas parece que entende do riscado.
Para vcs terem uma noção, o Zubeldia chega ao São Paulo tendo mais experiência na função que o próprio Muricy em 2006 (tinha 10 anos na função, contando que assumiu o time na primeira passagem em 1996).
“Ontem eu tive a possibilidade de fazer um compacto e ver junto com meu estafe os gols de Luciano em 2023. Porque eu conheço os jogadores, mas às vezes eu preciso lembrar com imagens. E se você olha os gols de Luciano em 2023 e anos anteriores também, pode se dar conta de que o que fez hoje não é uma casualidade” – Zubeldia.
Beliscão naqueles que desprezam os números. Ser bem ou mal posicionado em campo é um outro ponto.
Rpz, que treinador, imagina se tivesse com todos disponíveis(Maia, Nestor em forma, Rato).
O nível dos técnicos brasileiros é tão medíocre que o Zuzu chegou e já se vê o abismo de diferença.E como técnico estrangeiro já se vê que o time mesmo jogando fora de casa não pipocara,já é um plus..E técnico “bão” potencializa jogador mediano,diminui contusões pois o time corre menos, pós estará mais compacto ganha mais oremiaçao,valoriza e vende mais jogador,enfim é um enfeito dominó.Sera que é tão difícil entender isso diretoria????O Deley foi de quatro meses ,mas antes tarde do que nunca ..
Observações bem feitas, Wagner.
Estamos pagando ainda pelo atraso na chegada dele, mas como o próprio Zubeldia optou por não vir naquele primeiro momento, paciência.
Que se trabalhe pelo tempo perdido….
Espero que o São Paulo de Zubeldía continue cada vez melhor.
E que a Argentina de Scaloni seja campeã da Copa América, para não dar brecha para o azar da recorrência!
Dessa vez tem gente a frente do Zubeldia, não é possível que o raio caia 3 vezes no mesmo lugar.
Que deus te ouça, meu amigo. Ele e o papa Bergoglio!
Eu não quero me empolgar, mas nem tanto pelos resultados, mas pela postura eu já estou virando fã do Zubeldia. Muito equilibrado, muito seguro nas falas, muito atencioso como no começo da última coletiva em que falou do Rio Grande do Sul e do Pablo Maia, e aparentemente, um ótimo comandante que inspira os jogadores. Até aqui estou gostando muito e torcendo pra ter vida longa no São Paulo.