Birner: San Lorenzo e São Paulo falam de Buffarini e dirigentes irão reforçar setor ofensivo do Tricolor

A lacuna

O San Lorenzo quer Buffarini. Contratou o lateral direito Salazar no Rosario Central, gastou quase 2 milhões de euros, e quem atua no setor é o zagueiro chileno Díaz. Parece uma reprodução do que há no Morumbi. Pagaram valor similar e o lateral é Militão, que jogava na zaga ou como volante.

O ‘hermano’ ganhou a Libertadores pelo clube de Boedo, foi referência do time, e se mantém como ídolo da ‘hinchada’ mais politizada e criativa do quinteto de times gigantes. Quando foi para o Morumbi afirmou que pretendia retornar á agremiação em que conquistou a Libertadores.

Quando foi para o Morumbi afirmou que pretendia retornar á agremiação em que conquistou a Libertadores. Pode ser mais fácil, no momento, porque Dorival Jr preferiu ir para o jogo diante do Atlético sem nenhuma lateral direito no elenco.

O atleta

O São Paulo pediu o atacante Cerutti, numa troca simples, que atua pelos lados. Oscilou em Boedo, mas, nesse poucos meses da temporada – o calendário é sincronizado com a da Europa – elevou o padrão nos gramados. Isso pode dificultar o acerto.

Os cartolas do Morumbi e do San Lorenzo querem negociar Buffarini. A dúvida é por quanto ou por quem. Aos 25 anos, o jogador que nunca conquistou a Libertadores tem valor de mercado mais elevado que o do lateral. O San Lorenzo gastou cerca de US$ 3,5 milhões na contratação. Além disso, o treinador Cláudio Biaggio quer a manutenção do atleta no elenco. Os cartolas dialogaram e, em princípio, nada acertaram. Não consegui apurar se continuam. As ofertas de ambos têm que ser alteradas.

Os números

Cerutti atuou em 5 jogos na atual edição do torneio nacional e conseguiu 4 gols. Provavelmente não manterá o percentual de comemorações por rodada. Tinha, em 56 atuações pela agremiação , 2 gols, 7 assistências e 12 amarelos. As estatísticas, agora, são compatíveis com o que construiu nos campos. No Olimpo, participou de 37, nos quais festejou 3 gols, 6 assistências e tomou 8 amarelos. No Estudiantes foram 60 jogos, , meia dúzia de comemorações, 11 toques para os colegas festejarem, 9 cartões e uma exclusão.

* As estatísticas são do transfermarkt.

Uma necessidade

No Morumbi, a contratação de jogador competitivo pelos lados do setor de frente está no planejamento dos cartolas.

Vitor Birner

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27 comentários

  1. Muita critica quanto a diretoria, mas a diretoria em certos casos contrataram esses jogadores a pedido de técnicos que passaram pelo tricolor. A diretoria atendeu o desejo de todos os técnicos quanto ao assunto contratações e essa do Buffarini entra na conta do Bauza. Creio que o Bauza viu nele algo bom para o clube, mas como não há bola de cristal, então Buffarini assim como muitos jogadores non-Brasileiros não conseguiu se adaptar ao futebol tupiniquim.

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  2. Muita critica quanto a diretoria, mas a diretoria em certos casos contrataram esses jogadores a pedido de técnicos que passaram pelo tricolor. A diretoria atendeu o desejo de todos os técnicos quanto ao assunto contratações e essa do Buffarini entra na conta do Bauza. Creio que o Bauza viu nele algo bom para o clube, mas como não há bola de cristal, então Buffarini assim como muitos jogadores non-Brasileiros não conseguiu se adaptar ao futebol tupiniquim.=(

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    • No caso do Buffarini, eu entendi que ele seria útil dentro do esquema e da filosofia de jogo do Bauza. Como trouxeram ele no exato momento que o Bauza estava dando adeus, então foi besteira da Diretoria, que a hora que viram que o técnico não iria ficar deveriam ter brecado a negociação e reavaliado a necessidade do time. Lembrem-se que Bauza pediu 2 ou 3 jogadores logo de cara, e que eram da confiança dele, e a Diretoria não trouxe ninguém, só trazendo o Buffarini quando Bauza já havia sinalizado que não ficaria mais.

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      • São outros tempos Jac. Não se pode culpar a diretoria nesses casos pois a negociação já estava em andamento e ninguém sabia se o Bauza iria sair ou não. Para dizer a verdade todos esperavam que ele ficasse e por isso que a diretoria o contratou, mas depois do contrato assinado o Bauza saiu e o clube teve que aceitar o jogador.

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      • Contratação tem que olhar perfil de jogador. O maior desafiio do RH é achar perfil de profissional adequado para o cargo. Contratou com perfil errado não corrige depois. Melhora um pouco, adapta ou troca de area ou radicaliza e demite. O problema no futebol é que custa caro demitir jogador. Difícil mudar perfil de profissional.

        Tem perfil de técnico e técnico com seu perfil de time.
        O elenco tem que estar compatível com perfis de time e técnico. Alguns se adaptam e outros não.

        Aí vc contrata jogador de um determinado perfil que encaixaria no perfil de time de um treinador mas vem outro treinador TOTALMENTE DIFERENTE. Não encaixa. Até adaptar ou trocar e esperar um novo se encaixar, perdeu tempo e dinheiro, e sem resultado.

        Você traz um Osório primeiro e monta time com a caracteristica desse técnico. Ofensivo e dinamico com trocas constantes de jogadores.

        Depois traz um Bauza com perfil oposto, defensivo ao extremo e que monta segundo suas caracteristicas mantendo uma base fixa com poucas mudanças mas trocando vários jogadores que não se adaptam ao seu perfil, e acaba botando na geladeira alguns e pedindo outros. Detalhe: No meio da temporada.

        Aí você traz um cara como Ceni com proposta de time totalmente diferente. De cara dispensa uma baciada de jogadores e contrata outros. Os melhores do ano anterior não estão mais: Calleri, Maicon, Ganso e David Neres. Esquema novo demora. Elenco enxuto demais causa demanda de contratação tampão, mais uma baciada no meio da temporada. Até se encaixar perdeu pontos importantes. Aquele papo de que jogou bem mas perdeu por erro individual.

        E essa troca acontece com média superior a um técnico por ano.

        Imagine uma empresa que troca boa parte dos profissionais todo ano. E empresas de alta performance?
        Como conseguir estabilidade, bom desempenho e bom atendimento ?
        Não consegue.

        No mundo real não. No mundo amador ou de colégio eventualmente sim,

        Acabaria dependendo de individualidades que carreguem a empresa.
        Ou dependendo de individualidades que carreguem o time.
        Mas resultados ficam aquém do desejado.

        Um ator famoso um dia comentou os elogiados improvisos em cena: Os improvisos foram exaustivamente ensaiados. Somente os altamente preparados conseguem improvisar com qualidade.

        Um amigo marketeiro um dia falou que ao criar uma campanha, estudava exaustivamente e amplamente um produto e todas as sua nuances. Depois deixava de lado todos os estudos e levantamentos e partia para criação. Não existe criação intuitiva e inconsciente de qualidade sem embasamento, sem alicerce, sem transpiração, sem tempo.

        Não existe essa de fazer um catado e ganhar titulos de expressão no curto prazo. Títulos de expressão.

        Dito isto, fica Dorival e os principais jogadores.
        Mantenham a espinha Dorsal por dois a tres anos e titulos virão.

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        • Muito bem embasado seu comentário e a conclusão é o óbvio que nossos diretores precisam aprender a enxergar…
          Define-se o perfil de técnico e da forma de jogar, e dos jogadores que deverão ser utilizados dentro
          do estilo determinado.
          Preparo, treino, entrosamento.
          Assim se forma um time.

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  3. Desde que seja bom negócio para o Tricolor…
    Podiam fazer assim: o Buffarini tem valor equivalente a 60 ou 70% do Cerruti.
    O SP pode propor a troca, sendo que essa diferença de 30 ou 40% ficaria com o San Lorenzo e em uma futura venda do Cerruti o SL receberia esse percentual.
    Hoje em dia essa modalidade de negócio entre clubes tem que ser mais explorada…

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      • Meio precipitado dizer que um cara que veio de outro país, joga fora de sua posição e ta aqui há incriveis tres meses é uma decepção. Vamos pegar leve né. Seria otimo se todos se adaptassem como Arboleda, mas na pratica não é assim que funciona.

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        • Verdade…a falta de paciência do pessoal está no limite, acham que as coisas como pedir pastel, pede e em 5 minutos está na mão. Lembrando que a situação do time não ajuda em nada, tudo tem que ser ponderado e avaliado profundamente.

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  4. JAC, se não falha a memória naquele tempo o SP ainda tinha uma divida maior que hj possui. Em outras palavras para contratar jogadores caros era algo muito difícil de fazer. Hj continua dificil, mas a possibilidade de negociações está melhor que naqueles tempos.

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    • Cara, o Buffarini era tido como um jogador de custo viável no início de 16. O GVO fez o favor de barganhar demais com o SL e por causa de 250 mil ficou fazendo “doce” e o Buffarini não veio pois o clube portenho de irritou com a postura do nosso negociador. As outras opções pedidas eram viáveis financeiramente tambem. O Calleri teve a cabeça feita pelo Bauza para vir e o SP negociou apenas salários. O time não tinha dinheiro e Bauza já sabia disso. Porém o Athayde e o GVO prometeram que ele teria os 3 pedidos atendidos, que estavam dentro do orçamento do clube na época.
      E se prometeram e não cumpriram, então mentiram!
      Ou não??

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  5. Esta na hora de começar logo esse planejamento para o ano que vem Kaka Walter bora olhar esse mercado sulamericano tem muita gente boa sim so escolher com atenção o fluminense fez duas e acertou nas duas flamengo cruzeiro atlético mineiro estão cheios de gringos e sempre destaque então prestar mais atenção na hora da escolha aqui no blog tem muitas opções muitos acompanham campeonatos vizinhos e da pra arriscar vários nomes so a diretoria que não enxerga fazer o que

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  6. Amanha vamos invadir aquele estádio em Goiania encher aquele estádio rumo a pre libertadores chega de sofrer dias melhores viram avante São Paulo pra cima deles 3 x 0 fora os ameaços huhuuuuuuuuuuuuuuuu

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  7. Como eu já disse outra vez, o problema do Buffa foi que o Bauza que pediu a contratação dele, foi embora logo depois dele chegar, e os sucessores do Patón não souberam o que fazer com ele, e talvez o Buffarini não tenha se adaptado ao Brasil e ao futebol brasileiro…
    Uma pena, pois pelo menos no San Lorenzo, jogou muito e em boa fase, nos seria muito útil!!!

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  8. Chega no Fluminense e propõe
    Henrique, Scarpa e ceifador.
    Por Bruno, Douglas, Bruno Alves, Welligton, Gómez e Thomaz (da até para inserir um pouco de grana).

    Bruno e Welligton são queridinhos de Abel. Os outros podem ter espaço por lá.
    Fluminense está quebrado e ligo para se livrar dos salários altos. E Scarpa procura clube para ser transferir.

    http://m.lance.com.br/fluminense/insatisfeito-scarpa-procura-novos-ares-cruzeiro-pode-ser-destino.html

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