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Premiação em grana viva no vestiário impulsionou vitórias do São Paulo?

Premiação em grana viva no vestiário impulsionou vitórias do São Paulo?

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O São Paulo recorreu a uma prática tradicional do futebol para reconhecer o momento de reação do time: uma bonificação extra em espécie, paga diretamente aos jogadores logo após as vitórias sobre Red Bull Bragantino e Atlético-MG. No jargão do futebol, o gesto é conhecido como “bicho molhado” — premiação distribuída entre os atletas ainda dentro do vestiário.

Por que os pagamentos aconteceram agora

Segundo apuração do ge, os pagamentos foram pontuais, reservados a vitórias avaliadas internamente como especialmente importantes para o momento da temporada. O contexto explica a escolha: o São Paulo vinha de um jejum de dez rodadas sem vencer no Brasileirão e começava a se aproximar perigosamente da zona de rebaixamento quando as duas vitórias aconteceram.

O valor foi dividido em um círculo fechado, apenas entre os jogadores, sem divulgação aberta a todos que estavam no vestiário no momento. Os valores exatos não foram revelados, mas, segundo a apuração, não são considerados altos. Informação dada pelo ge.

De quem partiu a ideia

A iniciativa veio do executivo de futebol Rafinha e teve aval do presidente Harry Massis. Apesar do gesto, a prática não deve se tornar rotina: a própria diretoria reconhece não ter recursos disponíveis para bonificações frequentes desse tipo, dado o momento financeiro delicado do clube.

Vale destacar que o “bicho molhado” é um valor à parte das bonificações já previstas contratualmente na temporada, ligadas a classificações de fase em competições como Copa do Brasil e Sul-Americana, além da colocação final no Brasileirão — essas, sim, distribuídas apenas ao fim de cada torneio.

Uma prática que Rafinha já conhecia de outros clubes

Quando foi apresentado como diretor executivo de futebol do São Paulo, Rafinha já havia comentado publicamente sobre a familiaridade com esse tipo de bonificação ao longo da carreira como jogador: “Já recebi dinheiro em espécie no São Paulo, no Flamengo, no Grêmio, no Coritiba. Em todos os clubes eu recebi. Isso faz parte do futebol. É o bicho molhado.”

O que vem pela frente

Depois de embalar duas vitórias seguidas no Brasileirão, o São Paulo agora volta as atenções para a Copa Sul-Americana, com o duelo de ida das quartas de final contra o Boca Juniors nesta terça-feira, às 21h30, na Bombonera. O jogo de volta está previsto para a semana seguinte, no Morumbis.

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13 comentários em “Premiação em grana viva no vestiário impulsionou vitórias do São Paulo?”

    1. Apesar que esse cartão deve ser apenas crédito. Talvez estejam revivendo os saques em espécie, trazidos em um envelope fechado e com plástico a vácuo, dentro de uma pasta “polionda”. Tudo com recibo, certamente, e controlado pela diretoria de finanças.

  1. O meio do futebol é assim mesmo….
    Cultura futebolística….
    Bem ou mal, normalmente funciona….

    A realidade é essa.

    1. Igual na várzea.

      Daí eu pergunto pq falam que jogador é profissional então? Mais fácil combinar em pagar com dinheiro vivo só com bicho por vitória, não precisa de salário.

      1. Pois é…. disse tudo, meu caro.
        Meu pai, são-paulino raiz e apaixonado, sempre me dizia que jogador tinha que ter salário base igual a todos, e altas premiações por resultado/produção.

        E nem tínhamos naquela época (década de 70) salários astronômicos como vemos nos últimos anos, hein…

  2. A motivação desses pseudos profissionais são dinheiro em espécie no vestiário.
    Pode fechar o clube e ascender uma luz vermelha.

  3. E a gente achando que era o esquema de 3 zagueiros, o Dorival, o gramado, o Morumbi, a torcida, o Hernanes…

  4. Devidamente contabilizado na “compliance tricolor ” ?

    Até hoje não falaram absolutamente nada dos milhões desaparecidos do Casares, que chegavam em carro-forte e sumia em sacolinhas.

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