13 minutos de acréscimos de Daronco em Flamengo x São Paulo geram revolta e levantam questionamentos
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O empate por 1 a 1 entre Flamengo e São Paulo, no Maracanã, ficou marcado não apenas pelo gol anulado do time carioca nos acréscimos, mas também pelo longo tempo adicional concedido pelo árbitro Anderson Daronco. A decisão de acrescentar 13 minutos ao segundo tempo provocou forte repercussão entre torcedores, analistas e dirigentes.
Nas redes sociais, são-paulinos questionaram o critério utilizado pela arbitragem, especialmente porque o jogo não teve uma sequência de paralisações que, na visão de muitos, justificasse um acréscimo tão extenso.
São Paulo suportou pressão até o fim
Depois de empatar com Calleri logo após sofrer o primeiro gol, o São Paulo precisou resistir à intensa pressão do Flamengo durante os minutos finais.
Com os 13 minutos de acréscimos, a equipe de Dorival Júnior permaneceu por um longo período defendendo sua área diante de um adversário que buscava a vitória diante de sua torcida.
Já aos 58 minutos da etapa final, Samuel Lino chegou a marcar o segundo gol flamenguista após uma jogada confusa dentro da área. Entretanto, o sistema de impedimento semiautomático identificou posição irregular de Wallance Yan no início da construção da jogada, e o lance foi corretamente anulado.
Critério volta ao centro do debate
O tempo de acréscimos adotado pela arbitragem voltou a ser tema de discussão no futebol brasileiro.
Desde as orientações da FIFA para aumentar o tempo de bola rolando, tornou-se comum a concessão de acréscimos mais longos. Ainda assim, muitos torcedores questionam a falta de uniformidade nos critérios adotados de uma partida para outra.
No caso de Flamengo x São Paulo, a principal reclamação foi justamente a percepção de que os 13 minutos excederam o volume de interrupções ocorrido durante o segundo tempo.
Torcedores do São Paulo reclamam nas redes
A torcida tricolor manifestou indignação após o apito final. Muitos consideraram que o São Paulo foi obrigado a suportar uma pressão excessiva devido ao tempo adicional, enquanto outros ironizaram que a partida “só terminaria quando o Flamengo marcasse”.
Do lado flamenguista, por outro lado, houve quem defendesse que o período foi compatível com as paralisações registradas ao longo da etapa final.
Empate mantém São Paulo pressionado
Apesar da polêmica envolvendo a arbitragem, o São Paulo deixou o Maracanã com um ponto importante. A equipe mostrou evolução sob o comando de Dorival Júnior, competiu em alto nível contra um dos favoritos ao título e encerrou a partida com a sensação de que o desempenho foi superior ao de rodadas anteriores.
Ainda assim, o Tricolor segue sem vencer no Campeonato Brasileiro e sabe que precisará transformar a melhora apresentada em resultados nas próximas rodadas. A discussão sobre os 13 minutos de acréscimos, porém, promete continuar repercutindo muito além do apito final de Anderson Daronco.
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Sempre que o Merda do Daronco apita tem polêmica. E sempre é contra o Tricolor.
Dos roubos que somos acostumados a sofrer, e dos roubos que o flamengo é acostumado a ganhar, esse passou bem tranquilo, o impedimento não fosse no semi automático, mesmo com var, duvido que seria dado, iam traçar diferente e dar o gol,as com toda certeza absoluta! Pro sp que sempre na dúvida mandam contra, esse semi automático é uma benção, a questão do acréscimo apesar de exagerado, é leve perto do que geralmente sofremos.
Árbitro tenebroso, era acréscimo até o Varmengo marcar. Só não deu mais pq já estava ficando embaraçoso.
Ontem, na jogada do gol do Calleri, ficou claro, algo que eu mencionei quando o Roger ainda era treinador, e o Calleri parou de fazer gols . Eu eu disse, desde que o time passou a jogar com pontas , ainda mais quando jogam Ferreirinha e Arthur, que a bola não chega nos atacantes com qualidade. Pra mim , os pontas , por individualismo excessivo, matam , quase todas jogadas de ataque, pois , sempre tentam a jogada individual, e , só depois de não conseguir driblar , e está todos marcados, eles passam a bola. Ao contrário do que acontecia com Crespo , os alas , apoiavam bastante, davam amplitude, e , a jogada era mais coletiva , ou um cruzamento mais da linha de fundo, com Calleri e Luciano, jogando mais na área.
Ontem, no gol , ainda bem que apareceu o Osório, que tocou a bola para o Marcos Antônio, que devolveu, e ele fez o cruzamento, se o Osório toca no Ferreirinha, a jogada morria , pois o Ferreirinha iria driblar e perder a bola, como aconteceu em quase todas as jogadas contra o Atlético paranaense no segundo tempo.
Como disse também, pra mim Calleri é o mesmo de sempre, o Rendimento não caiu , o time é que joga diferente. Pra mim a melhora do rendimento do time, passa por um entendimento maior de jogo, do ponta , estamos começando a partida com um , já é um avanço, o ponta tem que entrosar com o time, ser mais coletivo, dar assistência. Do outro lado o Lateral esquerdo, tem que apresentar mais , ser mais agudo, chegar mais ao fundo. Já no segundo tempo, ou em caso de jogar em casa , pode pensar em iniciar o jogo, tirando um volante e colocando um meia , PH Ferreira ou Cauly , pra dar mais inteligência e aproximação dos atacantes, na minha opinião, é melhor do que, dois pontas , tentando driblar e perdendo bola o jogo todo, ou fazer esses pontos entenderem que precisam ser coletivos .
O time com Crespo , teve uma melhora de rendimento, quando o Lucas Ramon chegou , dois laterais com bastante liberdade pra atacar, recebendo bola , tendo com quem jogar é difícil pra qualquer time marcar , esse ao meu ver foi o principal ponto de desequilíbrio do time do Mirassol o ano passado e ainda é, os laterais deles atacam o jogo todo, os atacantes sabem abrir espaço e se beneficiar das subidas deles , facilita pra todo mundo, as chances de gol aumentam .
Oque vocês preferem, uma tabela ou o Ferreirinha passando o pé por cima da bola o jogo todo, os pontas tem que ter consciência de quando driblar e quando passar a bola.
Impressionante!