Estratégia de não queimar meninos do São Paulo e de Dorival Júnior é correta?
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Dorival Júnior assume papel de protetor dos jovens e lidera reformulação no São Paulo
O técnico Dorival Júnior tem sido um dos principais responsáveis pela reformulação do elenco do São Paulo nesta janela de transferências. Mais do que reorganizar o grupo, o treinador adotou uma postura clara: proteger os jovens formados em Cotia e evitar que eles sejam expostos em um momento de pressão vivido pelo clube.
A estratégia já começa a refletir nas movimentações realizadas pela diretoria, com empréstimos, liberações e um elenco mais enxuto para a sequência da temporada.
Dorival quer evitar que jovens sejam “queimados”
Segundo informações do ge, um dos motivos para as mudanças é a preocupação de Dorival em não prejudicar o desenvolvimento dos atletas mais jovens.
Na avaliação da comissão técnica, jogadores que já ultrapassaram a idade do sub-20 e não são opções imediatas para o time principal acabam perdendo um período importante da carreira ao permanecerem apenas no banco de reservas. Por isso, o clube optou por buscar empréstimos ou liberar esses atletas para que possam atuar regularmente.
Além disso, existe o entendimento de que lançar jovens em uma equipe pressionada por resultados pode gerar desgaste precoce e comprometer sua evolução.
Reformulação enxuga o elenco
A reformulação também atende a um antigo desejo de Dorival: trabalhar com um grupo menos numeroso.
Nas últimas semanas, o São Paulo definiu a saída de alguns jogadores que não faziam parte dos planos imediatos. Entre eles estão Young e João Moreira, que deixaram o clube ao término de seus contratos.
Outros atletas seguem disponíveis para empréstimo, como Maik, Hugo e Paulinho, enquanto Negrucci já foi emprestado ao Athletic-MG, onde começou sua trajetória marcando um gol logo na estreia.
Cotia continua sendo prioridade
Se alguns atletas deixarão o clube temporariamente, outros seguem considerados peças importantes para o futuro do São Paulo.
Jogadores como Ryan Francisco, Lucca, Tetê, Nicolas, Djhordney, Pedro Ferreira, Gustavo Santana, Igor Felisberto e Isac permanecem nos planos porque ainda podem atuar pelo sub-20 e alternar oportunidades entre a base e o profissional.
Essa estratégia permite que os garotos mantenham ritmo de jogo sem perder espaço no processo de transição para a equipe principal.
Planejamento mira o presente e o futuro
A postura de Dorival mostra que o objetivo vai além dos resultados imediatos. O treinador busca criar um ambiente mais favorável para o desenvolvimento dos talentos de Cotia, preservando-os da pressão excessiva enquanto prepara uma renovação gradual do elenco.
Em um momento de dificuldades esportivas e financeiras, a valorização da base volta a ser tratada como um dos pilares do planejamento do São Paulo. Se a estratégia surtir efeito, o Tricolor poderá fortalecer o elenco e, ao mesmo tempo, aumentar o valor de mercado de suas principais promessas.
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Se não “queimam” sob pressão no campo, queimam em tenebrosas e suspeitas transações.
Se não queimam jogando, queimam em descartes, doações.
Jogando ou não, são queimados grátis ou por simbólicas moedinhas.
E a patota segue em festa frenética, destruindo tudo.
#Triste SPFC.
Não é estratégia do Dorival, é o MO do Clube, como disse o Tarsio, talentos da base não devem virar craques no profissional do SPFC, tem que segurar e gerar uma venda discreta. Dito isto o clube poderia dar W.O hoje que seria algo mais digno.
Pois é …, nunca foi estratégia.
Aqui permanecem os acidentados, que machucados em processo de recuperação perdem janelas e não apresentam propostas para negociações.
Até criaram test drive grátis, para facilitar descartes.
“Pouca minutagem” falam.
É uma estrutura que roda pra ser assim, como o clube ja ganhou bastante coisa 3 mundiais, a torcida sai dizendo que é soberana, repetindo frases do tipo: Nunca fui rebaixado, tenho 3 libertadores, 633, e por enquanto ninguem é espancado na rua ou cobrado igual outras torcidas fazem.
A base nunca fez parte do futebol tricolor …, simples assim.
Bom dia
Como assim protetor dos moleques da base?Para proteger precisa vendê-los ou emprestá-los?Tem moleques aí que de um jeito ou de outro,estão mais bem qualificados do que os veteranos do profissional…
Faz anos que a equipe está pressionada, quem constrói esse ambiente?
Quando falaram que Santana vinha se destacando, logo imaginei Calleri não faria gols e seria substituído por outro jogador experiente, nem os jogadores mais rodados sabem lidar com essa pressão, elenco sem brio e liderança.
Não há planejamento, é tudo na sorte, cansa acompanhar o clube.
Decadas que existe um desalinhamento entre o discurso e a prática sobre o que é feito com cotia.
Patético.
Bom dia.
Vejam a entrevista do CANALHA Julio Casares ao UOL.
Admite o uso do cartão corporativo porque “ deu problema “ no cartão pessoal.
Durante 4 anos com problemas?
Qq um consegue um novo cartão em 10 dias, seu filho da putaaaaaaa.
E que se fosse para roubar não seria tão amador…
Kkkkkkk
Cadeia é pouco para esse cara.
Se o Lucca não consegue fazer mais que o Ferreirinha, é melhor estudar pro Enem, o mesmo vale pro Santana em relação ao Calleri.
E sobre hoje, recomendo fingir que nada vai acontecer a partir das 18:30 se você precisa dormir bem pra trabalhar amanhã como eu
Infelizmente o sistema de corrupção ativo no São Paulo vem de muito tempo e de não usar a base. Esse treinador faz parte desse sistema, é difícil alguém chegar na delegacia e falar que roubou alguém, que furtou alguém, assumir ele nunca irá. Se usar a base não precisará trazer os caras que ganham rios de dinheiro não precisará renovar com Luciano, Caleri entre outros e isso pro atual São Paulo não é legal, não se enganem pensando que somos inteligentes e eles burros, que eles fazem as coisas que não deveriam que não sabem, eles sabem fazer do jeito que exatamente eles querem eles querem roubar de todos os modos possíveis, querem destruir o São Paulo o máximo possível.
E pensar que muitos reclamavam que o único culpado era Zubeldía ou que Dorival gostava de trabalhar a base.
O pardoval também não gosta, só usa porque não tem outra saída, o certo mesmo seria ter um time 80% da base e 20% se veteranos.
Jogadores de 18 anos jogando em alto nível copa do mundo e no Brasil, especialista no SPFC, queima jogador. Melhor pagar 1 mi para Vitor Sa, não acham?
Colocar os garotos não funciona, porque pode queimá-los. Então contrata-se jogadores mais velhos por altos salários, a dívida aumenta, continua sem ganhar nada e vende os garotos por valores baixos. Faz algum sentido?
Sei, essa de não queimar é desculpa esfarrapada e velha, garoto ganha experiência também nas adversidades, não somente nos momentos bons.
O futuro do São Paulo passa por uma transição mais inteligente entre Cotia e o profissional
A proteção aos jovens é fundamental, mas Cotia precisa ser discutida além do risco de queimar jogadores.
A transição da base para o profissional deve começar antes da necessidade do time principal. Grandes centros de formação trabalham a integração progressiva entre categorias, criando identidade de jogo e aproximando os jovens da exigência do futebol profissional. A própria metodologia da La Masia se baseia nessa continuidade entre formação e primeiro time.
No São Paulo, essa integração precisa ser mais estruturada.
Treinos com o profissional, conceitos táticos compartilhados e utilização das equipes da base como ferramentas de preparação para adversários são caminhos possíveis.
Por que não utilizar times da base para reproduzir sistemas de jogo dos próximos adversários? Além de auxiliar o profissional, esse processo acelera a evolução dos jovens e permite uma avaliação mais próxima daqueles que estão prontos para subir.
A minutagem é fundamental. O jogador não pode sair do sub-20 diretamente para resolver problemas de uma equipe pressionada. O empréstimo é uma ferramenta importante, mas muitas vezes revela uma falha anterior no planejamento da carreira do atleta.
Cotia precisa estar conectada à Barra Funda com metas claras: atletas integrados, minutos no profissional e evolução individual.
A base não pode ser vista apenas como patrimônio financeiro para equilibrar o caixa. Antes de ser um ativo econômico, Cotia precisa voltar a ser um celeiro de jogadores.
O São Paulo também precisa de uma diretriz mais clara na formação e contratação de jovens: atletas com qualidade técnica, capacidade física, potencial competitivo e acompanhamento psicológico desde as categorias iniciais.
A formação precisa voltar a ser uma vantagem competitiva.
Outro ponto fundamental é utilizar especialistas no desenvolvimento dos atletas. Grandes ex-jogadores em suas posições poderiam contribuir na formação: zagueiros treinando zagueiros, atacantes trabalhando fundamentos ofensivos, meio-campistas desenvolvendo leitura de jogo.
A integração entre Cotia e o profissional não deve ser apenas um caminho de promoção.
Deve ser um modelo de futebol.
O São Paulo precisa voltar a ser referência na formação de jogadores e na construção de uma identidade esportiva.