O São Paulo abriu procedimento interno para investigar suspeita de “funcionária fantasma” ligada a Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo: ela é secretária contratada desde 2021, com salário de quase R$ 7 mil, mas atua em home office e não frequenta Morumbi ou Barra Funda. O presidente Harry Massis determinou a apuração após notar registros de ponto idênticos todo mês (8h às 17h48, com intervalo fixo) e uso de e-mail pessoal do escritório de Olten (abreujr.com.br), em vez do domínio do clube.

Detalhes da suspeita
A folha de frequência é preenchida manualmente e enviada mensalmente ao RH, sem variação nos horários, o que contraria as práticas do clube, que raramente adota home office. Conselheiros dizem não conhecer a funcionária, que supostamente auxilia só Olten em revisões de textos e agenda pessoal; o clube tem outras duas secretárias no Morumbi para o conselho em geral.
Resposta de Olten
Olten confirmou que ela é sua secretária pessoal desde antes da contratação, escolhida por confiança após aposentadoria, e defendeu o home office como condição inicial por causa do “ambiente hostil” no SPFC. Ele alegou que e-mails corporativos são filtrados e que ela não trabalha no escritório dele, mas para o conselho; o clube só confirmou o procedimento em andamento.
Contexto político
A investigação ocorre em meio a tensão entre Harry Massis e Olten Ayres, com pedidos mútuos de impeachment e afastamento na Comissão de Ética, que recomendou suspensão preventiva de Olten por gestão temerária. A tendência é demissão da funcionária, segundo o ge.
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O SP Digital ta denunciando irregularidades no Basquete e diz ter provas ! Será que no SPFC tem ALGUMA COISA CERTA ?? pqp !
E o mestre dos magos não demitiu po rque?
Porque o Alibabá não é parte designada no termo, mas é líder dos 40 ladroes.
Já ouviu falar na melhor coisa do mundo aquela que vai resolver TODOS OS PROBLEMAS da humanidade e pela qual as pessoas se matam hoje chamada POLITICA ?
Mano tem tanta patifaria rolando nesse clube que se aparecer um presidente totalitárista e mão de ferro ele vai cair nas graças do público na hora por conta do ódio acumulado.
Claro que não queremos isso pois como São Paulinos sabemos que governos totalitários não são soluções inteligentes mas porra, tá foda…
Eu não gosto de totalitarismo, mas reconheço que é menos pior do que uma cleptocracia feudal.
Em se falando de São Paulo, porque se formos falar de Brasil, adicionaria ainda o termo anarco-tirania cleptocrática.
Mais de 300 Conselheiros. Maioria com suas “indicações” pra cargos remunerados. Fora benesses, mordomias, esquemas, orçamentos, Contratos, etc. Não é a toa que o Clube com 1 bilhão de arrecadação nunca tem dinheiro pra contratações e tem que vender uma baciada de jovens promissores todo ano. Não é fácil dar de mamar a tantas tetas. E essa do Olten só apareceu na mídia por questão política. Mas até a filha Corinthiana do Mestre dos Magos também tinha cargo remunerado no clube. “Diretora Adjunta de Futebol Feminino Sub20”. SAF é uma esperança. Clube associativo nas mãos desses 300 Conselheiros mafiosos é só ladeira abaixo. Dinheiro do clube, em sua grande parte, só serve pra encher seus bolsos e de seus familiares.
Você parece saber e entender muito sobre o modelo político do SPFC. Vc é apenas uma torcedora comum que vai ao estádio ou tem alguma correlação com o clube social que te permite entender melhor como essa máquina funciona ?
Desconfio que a “secretária” do Olten é daquelas “modelos” de aparência extremamente chamativa, se é que me entendem
Mais do mesmo. Política interna corporis. O de sempre.
SPFC precisa de “caça-fantasmas”
A cada dia surge uma nova história no São Paulo FC. Já tem até “fantasma” nos bastidores? Brincadeiras à parte, o cenário levanta uma questão séria: como se explica uma secretária vinculada ao clube utilizando domínio de escritório externo, atuando em home office e, na prática, atendendo interesses específicos?
Isso não é folclore — é governança.
Clube grande exige transparência, controles claros e segregação de funções. Quando essas linhas ficam borradas, abre-se espaço para ruído, desconfiança e perda de credibilidade institucional.
E aí voltamos ao básico: gestão. Júlio Casares será que um dia soube o que era isso ? Se o Massis e o Olten não estivessem de biquinho um com o outro teria sido investigado ? Episódios assim não podem ser tratados como detalhe. São sintomas de um ambiente que precisa de organização, compliance e responsabilidade.
Como diria o velho bordão: SPFC cada dia é um flash.
O problema é quando o “flash” vira rotina.