Normalizaram o fracasso e a mediocridade no São Paulo

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Treinador observando o jogo, com expressão séria, em ambiente de futebol.

O São Paulo empata, perde, toma gols, erra, tem lesão, problemas técnicos, físicos e tudo virou a relativização do fracasso e mediocridade. Sempre tem uma desculpa ou alguém usando uma desculpinha tosca e esfarrapada para tudo.

Azar, fatalidade, detalhe, desatenção, reconstrução, adaptação, tempo, ajuste, falha individual ou coletiva. Sempre tem um papinho para justificar os erros e alguém deixar de assumir culpa e responsabilidade. Até criaram a lacração do racismo onde era incompetência. Não se pode falar que sair de 0 lesões para um time de desfalques é fruto de erros AVISADOS que ocorreriam na preparação física. Ocorreu.

Não se pode falar que o time que tinha 10 pontos em 4 jogos agora tem 14 em DEZ jogos, caiu de produção. Não se pode falar que o time joga mal, espaçado, sem consistência. Não se pode falar que mataram o futebol individual, o trabalho coletivo, a consistência. Tudo é fruto do acaso. De algum fator inerente aos envolvidos. Tudo é obra do fortuito.

Não se pode cobrar Luciano, Calleri, Lucas, Rafael. Ninguém. O que fizeram antes é perpétuo e vitalício. Se eu cobrar Rafael, eu quero Sidão e Denis. É a mediocridade de não poder cobrar profissionais. Lucas não pode ser cobrado por ganhar R$ 2 milhões mensais. Afinal, o que ele fez em 2023 justifica.

Se você no seu trabalho teve bom desempenho em 2025 teu chefe te libera de bom rendimento em 2026? Não cobra resultado? Se você fez uma boa prova de matemática há 3 anos, pode cobrar a mesma nota indo mal na prova de 2026? Parece que sim. No São Paulo, pode.

Se você é contratado para uma empresa, pode ter desempenho abaixo do funcionário anterior que saiu por reclamações de desempenho. O teu chefe vai te elogiar e te dizer que está no caminho certo mesmo com resultados ruins e afundando a empresa. Claro que vai! Mas, no São Paulo é o oposto da competência.

Oposto do sucesso. Oposto da vitória. Oposto do sucesso. Dirigentes pífios, marionetes de agentes e gestores que estão cagando pro clube se matando por poder. Outros que levaram milhões para suas contas enquanto o clube não tinha dinheiro para um empréstimo de jogador numa 4as de Libertadores.

O São Paulo que falou em titulo há 50 dias hoje fala de elenco fraco e que precisa contratar. Que 4o lugar é fantástico. Que é milagre. Mas estar em 1o foi pago com demissão, premiado com facada nas costas. O plano de treinos adequado a um grupo que sofre com excessos foi visto como desleixo. E os idiotas que se acham protagonistas e gênios hoje trabalham por mais desculpas. Calendário, acaso, azar, arbitragem, torcida que vaiou, tudo é culpa de todos e do vento, menos deles.

Eles são os fodas, os bons, os certos. Enquanto isso, mais páginas policiais. Mais vergonha, mais incompetência, mais dívidas, mais lesões, mais fracassos e Maio promete. Podemos ver a catástrofe total anunciada. E as desculpas estão prontas. A mediocridade está instaurada. O fracasso normalizado. A destruiçã relativizada. Todos se acostumaram com o lixo, com o pífio, com o péssimo. E qualquer coisa vira muleta e desculpa para afagar o dirigente, o técnico, o jogador xodó.

Atacar o outro torcedor incomodado com nada mais que uma merda insossa virou mania. A culpa é do torcedor, disseram eles. Enquanto o Organizado reina em mansões, o torcedor comum virou vilão. Relativizaram o São Paulo ser pequeno e medíocre. E há quem aplauda.


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