De Zero Lesões à Catástrofe Física no São Paulo

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Homem sorridente em um açougue, segurando um facão, vestindo um avental sujo de sangue com a inscrição 'Açougueiro do São Paulo FC'. Ao fundo, carne pendurada e bandeira do clube.

Não foi por falta de aviso. Em 2025, Inter teve mais lesões que o SPFC que já era combalido. Crespo criou um programa leve de treinos, folgas, carga controlada. Acharam que era preguiça e vagabundagem. Pois é.

Chegou o grande mestre da preparação física que dizimou o elenco do Inter em 2025. Recordes de lesões. Colocaram no São Paulo. O resultado é a carnificina. Lesões, desfalques, jogadores sentindo em profusão. E normalizaram, relativizaram. A memória curta esqueceu as lições recentes.

O São Paulo sem lesões que a gente comemorava a cada jogo, passes curtos, aproximações, posse e trabalhos direcionados, acabou. Virou o Açougue do Paulo Paixão e a tática de mestre de Roger Machado. Mas é a fatalidade que machuca, desgasta, lesiona e despedaça o elenco.

É o azar que atrapalha. O técnico é vítima do acaso, do destino, do sobrenatural mas não tem responsabilidade de nada nunca e nem era PREVISTO e FAVAS CONTADAS, não né? Claro que era. Agora criem desculpas, relativizem e joguem desculpas. Afinal, dirão que ele é prejudicado pelas lesões.

É o looping. No Inter, no Grêmio, No Atlético Mineiro, no Bahia, no Palmeiras, no Fluminense. Mas, ele é vítima do acaso. Enquanto isso, o Dexter real corre solto. O Açougueiro da Barra Funda segue livre enquanto James Doakes paga.


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