Treinador em coletiva de imprensa, sentado à mesa com copo de água e garrafa, fundo com logos do São Paulo Futebol Clube.

Abatido e se afirmando triste, Roger Machado afirma que não vai desistir

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Em coletiva, Roger Machado se disse triste e que não vai pedir demissão apesar de achar injustas as críticas ao seu trabalho: “Importante a gente diferenciar o ambiente interno das pressões externas. O ambiente interno é saudável, preservamos e todos estão envolvidos para que as coisas deem certo. Contexto externo, pressão, acabam de uma certa forma impactando os atletas.

Sempre a gente se questiona. O que eu daria como exemplo para minhas duas filhas se nesse momento de maior dificuldade, de pressão externa, que em alguns momentos me parece um pouco injusta, eu desistisse? Não vou desistir.

Sigo trabalhando até quando o presidente e o Rui entenderem que é positivo. Claro que esse ambiente externo de pressão ao treinador acaba contaminando o jogo, faz com que os jogadores fiquem ansiosos. Não foi um, nem dois, três, quatro. Foram todos que vieram me dar um abraço e pedir que seguisse firme.

Esse cargo não é meu, eu estou treinador do São Paulo até quando entenderem que seja necessário e possível. Sinto neste momento que presidente, Rui, Rafinha, confiam nesse trabalho.

Hoje, embora vencendo e poderíamos ter vencido de muito mais, saímos decepcionados de campo pela frustração de não ter feito mais gols e definido uma classificação. É um jogo que saio com sentimento de tristeza. Gostaria de compreender.

Estou sendo julgado mais do que pelos resultados, contexto do clube também está entrando nessa conta. E aí está ficando pesado. Gera insegurança no jogador. Tenho confiança na reversão. Eu sinceramente nunca vi isso (essa situação), mas acredito na força do trabalho.”


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