Árbitro jovem apitou em 2025 a vitória do São Paulo em cima do Atlético Mineiro e não teve nenhuma situação preocupante
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Lucas Casagrande é um árbitro brasileiro da Federação Paranaense de Futebol, nascido em 2000, com 25 anos de idade. Ele vem ganhando destaque na arbitragem nacional, tendo apitado 18 partidas em 2025, incluindo jogos pela Série A e Série B do Campeonato Brasileiro.
Entre as partidas importantes que dirigiu estão vitórias de times como Mirassol, Cruzeiro e empates decisivos, mostrando consistência e preparo para jogos de alto nível. Casagrande é considerado um árbitro jovem, com pouca experiência na elite, mas rapidamente construindo sua carreira em jogos profissionais importantes no Brasil.
Até o momento, ele só tem uma polêmica em um jogo de 2025 mas no jogo do São Paulo contra o Atlético Mineiro no Morumbi foi de boa, em paz e seguro. Na época, ele apitou um penalti nos acréscimos ao Red Bull e uma expulsão de Marlon que foi considerada como erro pela CBF.
Se pensarmos nas bizarrices cometidas e atrocidades recentes, ele tem um histórico bem tranquilo diante da capivara imunda de outros apitadores por aí.
🚨Arbitragem escalada para o jogo de São Paulo x Chapecoense, Quinta Feira (12/03), às 20h no estádio Canindé, em São Paulo (SP), partida válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro
- Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
- Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo (MG)
- Árbitro Assistente 2: Weber Felipe Silva (CE)
- Quarto Árbitro: Rejane Caetano da Silva (CE)
- Inspetor: Jamir Carlos Garcez (DF)
- Assessor: Ubirajara Ferraz Jota (PE)
- VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
- AVAR: Marcus Vinícius Gomes (MG)
- AVAR 2: Rodrigo Carvalho de Miranda (RJ)
- Observador de VAR: José Alexandre Barbosa Lima (RJ)
- Quality Manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira (SP)
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Quanta besteira de uma galera querendo “ajudar” o Roger, mas tentando diminuir o Crespão para isso.
PVC não falou nada com nada, por exemplo. O Crespão – com o elenco cheio, obviamente com elenco reduzido as opções táticas seriam menores – usou linha de 5 e 4, o que é usado lá fora. Fez um diamante com o Marcos de regista, Bobadilla e Danielzinho pelos lados (no último terço) e os três da frente centralizados. Ou seja, uma linha com 5 no último terço, o que vem sendo muito ultilizado lá. Inclusive, o Guardiola já está fazendo uma linha com 6 no último terço, por conta que já manjaram esse esquema dele. Crespo usava uma marcação por blocos, mas dava liberdade para a “caça”. O Roger faz o mesmo.
Bom, já o Roger, busca superioridade númerica pelos lados. O que há de mais moderno nisso? 95% dos treinadores brs fazem isso na A e na B e na C e na D, E. Parece que só sabem explorar os lados. No último terço ataca com 3, geralmente. Roger não é mais moderno nem aqui e nem na China.
Agora, é um bom treinador. Comentei ontem taticamente. No mais, o achei bem gente boa pela coletiva. Dá para elogiar o Roger sem compará-lo ao Crespo. Inclusive ele comentou que vai usar o elencu da forma que o Crespo vinha usando, com alternâncias táticas. Que é o óbvio para qualquer um, dado esse elenco.
“Ain mas ele só usa 4-2-3-1”, tão subestimando o Roger. Acredito que ele tem capacidade de trabalhar com outros desenhos. O Crespo lá no Oriente não estava usando três zagueiros como fez aqui no SPFC e na Argentina. Usou um 4-2-3-1, salvo engano. No próprio esquema com três zagueiros ele usou pontas e em outros momentos dois atacantes. Treinador busca o que de melhor ele pode montar.
O Roger não vai ter “elencu” para usar pontas direitas num sistema padrão. Agora, ele fará o que o Crespo estava fazendo e comentei ontem. Aliás, o Roger usava um desenho: 3-1-4-2: o primeiro volante virava o terceiro zagueiro, o central virava um armador recuado, os laterais viravam pontas e dois atacantes. Acho que esse desenho é bem provável de vermos por aqui.
Bom, fechando no azul no final do ano, para mim, tá valendo. De resto, é aguentar até o final do ano o roteiro imbecil dos últimos anos: sub-óbitos + Copas + catado na A + DM cheio no segundo semestre. Obs: vá saber se o Roger não continua a arracada boa no Nacional e aí enfim mudam esse roteiro tolo.
Crespo realmente tirou leite de pedra com um elenco esfacelado, jovens vendidos, lesões toda semana e sem dinheiro pra investir. E com o pouco que tinha conseguiu implementar variaçoes, e principalmente, não era cabeça dura de não alterar sua “convicção” (já vimos muito isso, né?).
Mas sobre o Roger Machado é importante entender como que começou a queda dele no Internacional, pq no começo havia alguma variação tática mas o pilar do campo era o Fernando, que se lesionou e daí pra frente foi queda livre.
Insistiu em um 4-2-3-1 fracassado (que tb já foi um fracasso no SPFC), o meio campo era uma peneira e a defesa pior. Além disso, pouco repertório pra mudar. E ao invés de demitir, a diretoria do Internacional foi dando corda até que chegou em um risco sério de se aproximar do Z4.
Da pra fazer um paralelo com o que podemos ver no SPFC, entre teimosia, treinadores com suas “filosofias”, insistência em A ou B, seja esquema ou jogador e falta de repertório. Agora, um treinador tão bom e sem clube desde setembro, que aceitou um contrato até dezembro é complicado.
Fidalgo, o Crespão era a cara dessa reconstrução do SPFC. Uma pena termos um grupo de jogadores tão mesquinhos e burros e diretores tão invejosos e soberbos.
Quanto ao Roger no Inter e a queda: o que coletei de informação e me pareceu coerente (pois vi jogos do Inter em 24): ele teve a missão de conquistar o Gauchão para não permitir que o Grêmio fosse octa, dado que o Inter é o único octacampeão. Bom, ele conseguiu. Porém, para isso eles pesaram a mão no Estadual e quebrou meio time. Mesma coisa que o Zubeldia fez aqui (não é atoa números parecidos de lesionados).
Logo, ele ficou sem muita opção. Eu vi o elenco do Inter dessa época e era isso aí mesmo. Zaga sem opção de muita coisa. Meio de campo muito moleque (que nunca vi jogar para pesar avaliação), uns 5 duros, centrais fracos. Obs: isso que nem sei quem estava machucado e não estava, hein.
O forte do Inter era mesmo o Alan Patrick e os pontas. Além do centroavante já que tinham Borré e Valencia.
Veja, o Ramon (que salvou o Curinthians) piorou o time pós Roger. O Abel salvou nas últimas rodadas no “coração”. E isso sem entrar no mérito do elenco mascarados deles, hein. Se não estou confundindo as botas, até jogador pegando a mulher de outro teve. Ou era rolo entre mulher de cartola e jogador. Algo nessa linha.
Diz o bom senso, que goleiro e juiz só devem ser elogiados depois do jogo encerrado.
Então …, vamos aguardar a partida acabar.
A CBF “profissionalizou” todo este bando da equipe de arbitragem ?
Ou só os “árbitros centrais”, que podem ter o trabalho arruinado pelo VAR ?
Crespo e Zubeldia para mim são melhores que o Roger. Técnico do Mirassol para mim seria muito melhor para dirigir o SPFC.
Preciso ser coerente no que eu já falei aqui. Crespo e Zubeldia jamais treinariam o clube se a instituição estivesse bem financeiramente.