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Ex-Tricolor Reinventa Carreira como Empresário e Jogador de Várzea
Denílson Pereira Neves, velho conhecido da torcida são-paulina e ex-volante do Arsenal, aos 38 anos se reinventou como empresário de jovens atletas enquanto volta aos gramados em um time de várzea em São Bernardo do Campo. Revelado na base do São Paulo, ele foi integrante nas conquistas da Libertadores e Mundial de Clubes em 2005, antes de brilhar na Premier League com 153 jogos, 10 gols e 10 assistências pelos Gunners. Após encerrar a carreira profissional em 2021 no Brasil de Pelotas, vítima de lesões crônicas no joelho, o paulista de família paraibana encontrou novo propósito no futebol amador e no agenciamento de promessas.
A trajetória de Denílson no São Paulo marcou época: estreou profissional em 2005, voltou de empréstimo do Arsenal em 2011 para 47 jogos como titular e ergueu a Copa Sul-Americana de 2012. Passagens por Cruzeiro, Al Wahda (EAU), Sliema Wanderers (Malta) e Botafogo-SP completaram um currículo global, mas artroscopias no joelho o forçaram à aposentadoria precoce aos 33 anos. Agora, tratado pelo renomado ortopedista Joaquim Grava (do CT corintiano), ele aceita o desafio de jogar pelo Pérola FC nos fins de semana, revivendo a emoção dos gramados sem a pressão profissional.
Como agente, Denílson usa sua vasta experiência para formar novos talentos, guiando jovens no curto ciclo de uma carreira de jogador. “Pretendo voltar a sentir aquela emoção de jogar futebol, aceitei um projeto para jogar este ano com o Pérola. Agora que estou focando nos meus negócios, quero voltar a jogar bola no fim de semana”, declarou o ex-volante, ansioso pelo retorno após cinco anos parado. Sua história inspira: de campeão mundial aos 17 anos no Tricolor a mentor em várzea, provando que o futebol pulsa além dos holofotes.
Para os são-paulinos, Denílson evoca memórias gloriosas do Morumbi lotado na era de ouro dos anos 2000, ao lado de ídolos como Mineiro e Josué. Sua resiliência pós-aposentadoria, superando lesões que cortaram uma carreira promissora, reflete a garra tricolor que tanto admiramos. Enquanto o atual São Paulo de Crespo briga no Paulistão com reforços como Cauly, o ex-camisa 8 mostra que tricolores eternos seguem ligados ao jogo.
A reinvenção de Denílson é lição de adaptação: do Emirates Stadium ao campinho de várzea, ele transforma desafios em oportunidades. São-paulinos de fibra como ele lembram que o Tricolor forma não só craques, mas personagens inesquecíveis do futebol brasileiro. Parabéns pela nova fase, Denílson – a nação tricolor te aplaude sempre! #SPFC #VamosTricolor
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Esse cara se não me engano só fez 1 gol pelo São Paulo.
Mas foi um golaço e tanto contra os porcos num chutaço do meio da rua e no ângulo, São Paulo 3×0.
Fez mais algum gol, mas de fato esse que fez contra as peppas é memorável….
Ele quase fez um golaço contra o Corinthians num jogo de libertadores no Morumbi, foi carregando a bola fazendo tabela (acho que com o Michel Bastos) chegou na frente do Cássio e bateu no travessão. Tava nesse jogo, 2×0 (Fabuloso e Michel Bastos)
Os joelhos são o calcanhar de Aquiles dos atletas de futebol, raros são aqueles que terminam a carreira com os joelhos em condições razoáveis, a maioria convive com dores crônicas , artroses, etc.
Esse Denilson quando surgiu era bem promissor, tanto que foi vendido pro Arsenal. Começou bem lá e teve até uma sequência boa mas não sei o que aconteceu lá que não decolou.
Voltou e teve alguns bons momentos no seu retorno ao Tricolor, foi campeão da Sulamericana e fez uma boa dupla de volantes com o Souza no Brasileirão de 2014. Depois foi caindo de produção e ganhou a pecha de volante cerca frango.
Daí foi ladeira abaixo.