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São Paulo confirma pagamento e espera queda de transferban na FIFA
O São Paulo conseguiu um importante alívio de bastidores ao confirmar o pagamento da dívida de 1 milhão de dólares com a Bama, empresa que intermediou o retorno de Jonathan Calleri ao clube. O valor, que gira em torno de 5,3 milhões de reais na cotação atual, havia motivado a Fifa a impor um transfer ban ao Tricolor por descumprimento contratual. Com o pagamento efetuado, o caso deixa de ser uma ameaça jurídica imediata e passa a ser apenas uma questão burocrática até a baixa definitiva no sistema internacional de transferências.
O clube já comunicou formalmente à Fifa que a pendência foi quitada e agora aguarda a atualização no TMS, procedimento que costuma levar alguns dias. Enquanto o bloqueio ainda aparece no sistema, o São Paulo segue, em tese, impedido de registrar novos jogadores, mas a expectativa nos corredores do Morumbi é de que a sanção seja retirada até o fim da semana. A diretoria trata o episódio como um “ponto fora da curva”, mas internamente reconhece o desgaste de imagem provocado por mais um caso de inadimplência exposto publicamente.
Este foi o segundo transfer ban sofrido pelo São Paulo em 2025, o que ajuda a dimensionar o tamanho da pressão sobre a gestão financeira do clube. Em agosto, o Cerro Porteño havia conseguido na Fifa a proibição de registro de atletas por causa de uma dívida referente à compra do volante Damián Bobadilla. Na ocasião, o Tricolor também precisou correr para negociar, pagar uma parcela em atraso e comprovar à entidade que estava regular, o que resultou na retirada do bloqueio dias depois. A repetição do roteiro reforça o debate sobre controle orçamentário e planejamento de fluxo de caixa.
Do ponto de vista esportivo, a queda iminente do transfer ban é vital para o planejamento da próxima temporada. Com a possibilidade real de disputar ao menos a Pré-Libertadores, o São Paulo precisa de liberdade total para agir no mercado, tanto para contratar reforços quanto para registrar retornos de empréstimo e promoções da base. O episódio com a dívida da comissão de Calleri funciona, assim, como um alerta final: se quiser competir em alto nível em 2026, o clube terá de alinhar ambição esportiva e responsabilidade financeira, evitando novos bloqueios que travem a montagem do elenco justamente em momentos decisivos.
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E a diretoria segue manchando o nome do São Paulo Futebol Clube.
Achei engraçado uma expressão que outro tricolor fez no face, se o São Paulo for para a pré libertadores este ano, vai ser uma classificação culposa. Classificação culposa acontece quando vc não tem intenção de se classificar, mas mesmo assim se classifica. Neste caso foi mais por incompetencia dos outros times que por qualidade do tricolor, so podemos considerar o fator Crespo, que fez a diferença, literalmente tirando Quick de pedra.
Concordo plenamente! O maior reforço desta temporada foi o Crespo… Pena que ele não joga mais…
Esse é meu presidente, tivemos 2 transferbams seguidos na história do São Paulo, advinhem na gestão de quem ?, mas claro temos que ter um Superavit a qualquer custo, seja atrasando salarios, seja dando calotes, seja vendendo jóias da base ou até mesmo a base por preço de banana, seja transformando o Morumbi casa de shows, seja com patrocínios no mínimo preocupantes com duração longos bem acima do tempo de sua gestão, sempre o pior negócio dessa desastrosa gestão é o próximo #foracasares !
Dever salários e transfer ban não faz ter superávit.
Contabilidade explica isso, não são dados comunicantes.
Bom dia.
É lamentável ver a situação chegar a esse ponto. Transferban, atrasos recorrentes de salários, brigas públicas entre diretores e ex-diretores acontecendo na TV há pouco tempo atrás , dívida aumentando… aos poucos, estamos “corintianizando” o clube, quando deveríamos preservar a essência do São Paulo — ou até buscar um modelo de crescimento como o do Flamengo.
O mais triste é perceber que, mesmo fazendo tudo certo daqui pra frente, sem virar SAF, levará anos para colocar a casa em ordem. O centenário tem tudo para ser angustiante, sem falar do risco real de rebaixamento em 2026, 2027 ou 2028.
Enquanto isso, veremos o Flamengo disparar em conquistas e arrecadação, o Palmeiras beliscando títulos e, eventualmente, até um Cruzeiro reaparecendo forte. As perspectivas, hoje, são das piores possíveis.
A verdade é que o clube precisa de profissionalização urgente — seja via SAF ou um modelo de gestão moderna e eficiente. Viver no improviso, no “aleatório”, é insustentável. Pode até surgir um bom presidente com uma boa equipe, mas isso sempre tem prazo de validade quando a política interna continua sendo arcaica, fechada e dominada pelas mesmas figuras de sempre.
Situação estranha. De repente o dinheiro aparece. Será que o dinheiro veio de fora?
Onde penduraram esse papagaio?
Deve para empresário, atrasa salário, e quando estoura na mídia o milagre acontece.
Será que será abatida do montante da dívida ou a dívida foi transferida pra outro cpf ou cnpj??? Eis a questão?
Esse ai já era. O que preocupa é que o Zanca falou que tem mais dividas passíveis de transfer ban que ainda vão aparecer por ai.
Um time como o Mirassol que tem uma folha de pagamento muito menor que a do São Paulo está classificado para fase de grupos da Libertadores, enquanto o São Paulo ficou no meio da tabela aos trancos e barrancos contando ainda com a sorte para ir a uma Pré Libertadores realmente é uma vergonha pois, se tivessem economizando para reduzir a dívida tudo bem, só que não pois estão gastando aos tubos para manter um elenco com muitos bagres e jogadores velhos e bichados além de um estrutura médica e de preparação física muito falhar o pior é que os responsáveis não reconhecem os erros e nem busca mudar de rota pelo contrário insistem nos mesmos erros ano após ano, como acreditar que o senhor Casares e companhia vão mudar no último ano de mandato só acredito vendo e espero que aconteça pois, o Crespo não merece trabalhar com essa gente, nas atitudes e coragem dele de expor certas coisa mostram que ele a ama e respeita o São Paulo, quem dera se os membros dessa diretoria tivesse sentimento.