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Meia do São Paulo é titular e tem atuação consistente em amistoso internacional
Damián Bobadilla, meia do São Paulo, teve uma atuação destacada ao atuar como titular pelo Paraguai no amistoso contra os Estados Unidos, mostrando sua importância na seleção e consolidando seu papel no time tricolor. Durante a partida, Bobadilla demonstrou segurança na condução de bola, habilidade na criação de jogadas e uma visão de jogo que facilitou a transição ofensiva do Paraguai contra um adversário de alto nível mundial.
Ao longo do amistoso, o paraguaio se posicionou bem em campo, interagindo com seus companheiros de forma inteligente e contribuindo tanto na defesa quanto no ataque. Sua capacidade de infiltração e passes precisos criaram oportunidades de gol e ajudaram a equilibrar o meio-campo, o que reforça sua evolução no cenário internacional e a confiança que a comissão técnica da seleção depositou nele.
A atuação de Bobadilla foi marcada por uma postura madura, além de demonstrações de liderança, mesmo em jogo amistoso. Sua presença constante na construção das jogadas e na saída de bola de fundo reforça sua importância na estratégia do técnico Hernán Crespo, que busca consolidar a presença do atleta como uma peça-chave tanto na equipe nacional quanto no São Paulo.
Com um desempenho marcante e consistente contra os Estados Unidos, Bobadilla reforça sua projeção de ser um atleta de destaque na temporada, além de ganhar ainda mais credibilidade para liderar o meio-campo do Paraguai nas próximas competições. Sua fase atual sugere que o jogador vive um momento de evolução técnica e tática, que deve beneficiar tanto sua equipe nacional quanto o clube paulista.
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Alto potencial de venda
Esse é bom de bola, Zanca.
Pode evoluir ainda, mas o time do São Paulo não esteve organizado desde que ele chegou.
Tivesse o Dorival permanecido em 2024, naquela ambiente mais calmo, tenho certeza que esse rapaz teria evoluído mais rápido.
Mas ele é muito bom de bola e joga na posição onde tem a maior concorrência e qualidade do time.
De contratações assim que o São Paulo precisa.
Jovem, bom de bola, potencial de evolução e não foi caro / não deve custar tanto na folha.
Eu peguei muito ranço dessa administração por conta das atitudes e promessas não cumpridas, mas o cara que disser que essa diretoria contratou igual a do Leco não pode estar falando sério.
A do Leco não acertou em uma contratação – tem que agradecer ao Diniz pela troca que trouxe o Luciano.
Essa daí acertou em algumas contratações, sim.
Rafael é um excelente custo x benefício e se não trouxe os últimos tempos de Zetti e Ceni, pelo menos nos trouxe paz.
Calleri também salvou muito e garantiu a vitória da final da Copa do Brasil dentro em pleno Maracanã.
Lucas foi uma excelente contratação e era pra ser, com folgas, não fosse essa sequência maldita de lesões o melhor jogador no Brasil – ano passado chegou a ser convocado e, infelizmente, na hora H também sofreu com lesões e estava sem ritmo.
Não tem como comparar nisso – nesse quesito contratação.
Erraram? Com certeza.
Mas a do Leco é incomparável.
Leco foi pior em quase todos os sentidos.
Mas de fato Casares pisou na bola em várias questões, como a piora na gestão dos processos de recuperação das contusões, entre outros processos internos.
Teve também os erros nas contratações, quando trouxe o seu “Daniel Alves”, que foi o James…. Oscar é outro que não deveria ter vindo. A venda ruins dos garotos continuou nessa gestão, também… fora a passividade nos bastidores em questões de fora de campo…
Mas o Leco ainda tem o cetro de pior presidente do clube, na minha opinião.
Perfeito, amigo.
Concordo em número, gênero e grau.
E o Leco destruiu em “segundos” a melhor geração que tivemos em Cotia.
Aquele time era muito vencedor e eram jogadores que em pouco tempo de profissional se mostraram muito preparados e sem sentir o peso da camisa.
Tivéssemos ficado um tempinho com Luiz Araújo, David Neres, Militao e outros bons de bola, ao invés de ter investido em contratações e salários altíssimos para Prato, Jucilei, Bruno Pérez, Nenê, Diego Souza, etc, etc, etc (a lista é interminável), teríamos zerado nossa dívida, vendido esses meninos por valores melhores e ainda teríamos vencido.
Exatamente o que falo para alguns amigos e irmãos: a geração de Cotia que o Leco rodou teriam rendido frutos excepcionais se tivessem continuado por mais tempo no clube, em detrimento da vinda de um monte de jogador caro (Pablo foi um dos maiores absurdos, pelo custo e pelo futebol) e que não produziram a contento.
Vendo hoje um Militão, inclusive na seleção, de um Neres, de um Luis Araújo muito bem no Fla, de um Anthony recuperando seu futebol, enfim…
Leco desperdiçou a chance de sanear as finanças do clube, aproveitar melhor uma ótima safra de Cotia, ganhar algum título, de ter feito uma administração que teria sido um divisor de águas dentro do SP….
E eu estaria aplaudindo ele de pé.
Que ódio que tenho dele….
Mas no final, não me surpreendeu. Ele sempre foi um zero à esquerda no clube, mas agia como um pavão mesmo, vaidoso.
Mas a vaidade dele era proporcional à sua incompetência.
Traste….
Esse aí não volta da copa
Casares gostou de ler isso.