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Cafu sorrindo e vestindo uma camisa azul da Laureus, em um ambiente interno com pessoas ao fundo sentadas no chão.

Cafu revelou detalhes sobre como Palmeiras utilizou um acordo com o Juventude para driblar uma cláusula que impedia sua transferência direta do Zaragoza (Espanha) para o Palmeiras, após sair do São Paulo, em 1995. A matéria do GE é um tapa na cara do torcedor Tricolor, a mácula ficou para todos que viveram aquela época. ​

Estratégia da Transferência

A negociação foi marcada por uma manobra: o São Paulo havia incluído uma cláusula na venda ao Zaragoza que exigia pagamento de multa se Cafu retornasse ao Brasil para jogar especificamente pelo Palmeiras até o início de 1996. Para contornar essa restrição, Cafu assinou com o Juventude, clube também gerido pela Parmalat, como o Palmeiras, voltando ao Brasil com uma passagem de apenas vinte dias pelo clube gaúcho antes de se transferir rapidamente ao Palmeiras.

Participação do Palmeiras e Juventude

Brunoro, executivo do Palmeiras durante a era Parmalat, confirmou que a operação foi cuidadosamente planejada. Ele detalhou que era impossível negociar diretamente com o São Paulo, então recorreram a uma solução indireta envolvendo o clube espanhol e o Juventude, que serviu como ponte legal para a volta do jogador ao futebol brasileiro, evitando o pagamento imediato da multa ao rival.

Reação e Multa

Mesmo assim, o São Paulo contestou a transferência e acionou a FIFA. Após reunião mediada por João Havelange, ficou decidido que o Palmeiras deveria pagar uma multa, que acabou sendo depositada “com o maior prazer”, segundo Brunoro, pois era um sonho para o clube contratar Cafu. O valor girava em torno de um milhão de dólares.


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