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11×11: Crespo fez coletivo e simulou time que deve iniciar na Libertadores
O elenco do São Paulo segue em preparação para a importante partida de quinta-feira (25), contra a LDU-EQU. O duelo será disputado no MorumBIS, a partir das 19h, e o Tricolor precisa reverter uma desvantagem de 2 a 0 para avançar à semifinal da CONMEBOL Libertadores.
No treino desta terça-feira (23), o técnico Hernán Crespo e sua comissão comandaram um trabalho de construção de jogadas e finalizações e na sequência um tático de 11 contra 11 com a participação de jovens das categorias de base.
O lateral-direito Cédric, recuperado de uma virose que o tirou da partida válida pelo Campeonato Brasileiro, treinou com carga reduzida nesta terça-feira, no CT da Barra Funda. A tendência é que o jogador, pelo período de recuperação do problema médico, fique no banco de reservas.
Lucas e Oscar devem ir para o banco. O Tricolor finaliza a preparação para o jogo com um treinamento na tarde desta quarta-feira (24), no SuperCT.
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Pressentimento de que a Conmebol vai roubar o cheirinho pra ter 1 Argentino na final
Tomara que roubem as pepas também
Difícil, as peppas são hoje o que o curica era antes…
Falando ainda um pouco de BR….
Jogos dos 13 adversários diretos do SP (Equipes entre a 04a e 16a posição pois a partir dessa rodada, excluí as equipes com 12 ou mais pontos abaixo do SP, independente de ter jogos a menos, e incluí as equipes com no máximo 9 pontos à nossa frente na classificação).
Após a rodada 24, os resultados finais foram:
Empate entre:
Botafogo e Mirassol (jogo atrasado da 12a rodada)
+
Derrotas de:
Atlético MG
Nojentos
Inter
RB
SP
Empates de:
Ceará e Bahia
Vasco
Vitórias de:
Flu
Botafogo
Mirassol
Grêmio
Santos
SP ainda se mantém em 7o lugar.
ANÁLISE: Rodada foi ruim devido às vitórias do Botafogo, Flu e principalmente do Mirassol, além da nossa derrota.
Times com jogos atrasados:
– Bahia, Flu e Atlético MG têm 2 jogos a menos;
– Mirassol, Botafogo, Grêmio, Ceará, Vasco, Santos e Inter têm 1 jogo a menos;
– SP, RB e Nojentos não têm jogos atrasados.
Na próxima rodada (25a) os jogos dos times que interessam (com as projeções ideais) são:
Jogos atrasados da rodada 16:
Vasco x Bahia
(Vasco ou empate)
Grêmio x Botafogo
(Grêmio ou empate)
+
Rodada 25
Vasco x Cruzeiro
(Cruzeiro ou empate)
Juventude x Inter
(Juventude ou empate)
Atlético MG x Mirassol
(Galo ou empate)
Grêmio x Vitória
(Vitória ou empate)
Bahia x Peppas
(empate)
Flu x Botafogo
(empate)
RB x Santos
(Santos ou empate)
Nojentos x Fla
(Fla ou empate)
SP x Ceará
(SP)
(Devido aos jogos atrasados, o SP precisa dar sequência às vitórias, e os adversários diretos continuarem perdendo ou empatando, até termos um melhor panorama visando a classificação para a Libertadores-26)
Nao sei pq mas sinto q o Oscar vai ser titular..o cada já está treinando a mais tempo, tem o maior salário…não vou me surpreender se for titular
Repostando:
Em conversa com meus irmãos e até alguns amigos, ficou claro prá gente que dá prá virar….
Será fácil, ou simples?
De jeito nenhum!!
Além do mais, a minha preocupação maior é com a pontaria na hora da finalização.
Tinha chutado um empate de 2×2, mas as falhas na zaga e a falta de pontaria na frente comprometeram o resultado…
Paciência!!
Força, raça, foco… e pontaria, né?
É isso.
PS: no mínimo é vitória por dois gols e pênaltis. Mas eu vou ressaltar um placar que muita gente aqui chutou. Faremos 4, mas possivelmente levaremos 1….
Portanto, é 4×1.
Prá nozes….
É isso, tem que acreditar, a LDU é bem fraquinha fora de casa, arrisco um 3×0.
Zanca, sobre a parceria da base, eu entendi o seguinte: O preço da recompra é calculado sobre o valor investido (R$ 250 milhões) acrescido de uma taxa de remuneração do investimento (25% ao ano). Desse montante, é subtraído o lucro obtido pelo fundo.
Para que o São Paulo recompre por zero os 30%, o clube precisaria vender, em média, 5 jogadores por ano por 10 milhões de euros cada (cotação a R$ 6) ao longo de 10 anos. Se isso acontecer, além de recomprar sem custo, o SPFC ainda pode receber R$ 100 milhões em bônus, totalizando R$ 350 milhões em uma parceria de 10 anos.
Atualmente, o clube arrecada cerca de R$ 100 milhões líquidos por ano com vendas de jogadores da base. Com o investimento, a ideia é triplicar o desempenho, aumentando escala e qualidade. Nesse cenário, SPFC e fundo poderiam receber R$ 300 milhões líquidos por ano — ou R$ 3 bilhões líquidos em 10 anos. A divisão seria: R$ 2,1 bilhões para o São Paulo e R$ 900 milhões para o fundo.
Assim, o fundo ultrapassaria o valor de R$ 875 milhões (R$ 250 milhões investidos + R$ 625 milhões de taxa acumulada em 10 anos). Nesse cenário, o São Paulo recompraria os 30% sem desembolsar nada. Estou correto?
Sim. O que é factível demais.
Eu acho um bom negócio. Se fosse R$ 500 milhões por essa parceria (R$ 215 milhões para quitar dívidas bancárias e o restante para Cotia), seria o ideal. Mas ainda assim é melhor ter 70% de R$ 3 bilhões (R$ 2,1 bilhões) + R$ 350 milhões do investimento do que 100% de R$ 1 bilhão.
Os R$ 50 milhões imediatos para pagamento de dívidas vão para dívidas bancárias ou para outro tipo de dívida?
Olá Fernando, Gostei da sua análise. É a explicação que o blogueirinho precisa dar (se é ele entendeu, né !!!) para todos o conselho e os torcedores. Trata-se de Fundo de investimentos onde as commodities são os jogadores, onde se espera que valorizem e gerem lucros e dividendos. Parabéns.
Opa, valeu, Carlos. É isso aí. E o melhor da parceria não é nem o aporte, mas a mudança de gestão. Hoje a base é gerida por amadores — literalmente, são amadores que trabalham menos de meio período por dia no clube. O projeto vai colocar um CEO e um CFO profissionais full time para gerir a base, e não serão colocados pelos políticos, mas sim pela Galápagos. Além disso, eles serão regulados e fiscalizados pela CVM e pelas Big Four.
A tendência é uma melhora brutal no desempenho, pois, além da competência administrativa, um CEO recebe por comissão. Ele tem um enorme incentivo para vender bem os atletas, a fim de receber mais.
Errado. Cotia tem profissionais que trabalham full time na base. Desinformação.
Respeito sua opinião, mas discordo que sejam profissionais. Os resultados dizem por si só. Nem o profissional tem um CEO de verdade, quem dirá a base. E com a zona que é o São Paulo, eu duvido muito que seja um trabalho full time. Já ouvi muitos sócios afirmarem isso, mas eu não tenho como provar de fato. SUPOSTAMENTE não são profissionais full time. Eu pesquisei para ver os dirigentes e conselheiros do SPFC e é desesperador. Por incrível que pareça, o Casares parece ser a menor aberração dentro do SPFC. Você mesmo falou que o melhor da parceria é a profissionalização. Se já é muito profissional e competente, por que a PROFISSIONALIZAÇÃO seria a melhor parte do acordo, Zanquetta?
Porque isolaria a Barra Funda de Cotia e decisões do Morumbi seriam mais racionais.
Não é só isso, se o profissional fosse administrado por um CEO foda, não existiria a necessidade desse afastamento. O afastamento se faz necessário porque até mesmo o profissional não é gerenciado por alguém com competência para comandar uma empresa com arrecadação de quase R$ 1 bi por ano. SUPOSTAMENTE, os cargos em clubes associativos são entregues para quem votou na chapa vencedora, independente da competência necessária para o cargo e independente do desempenho (pois quem ganhou o cargo prometeu votar na chapa na próxima eleição), muito diferente de um CEO de verdade. Mas respeito sua opinião e gosto do seu trabalho. Abraço e vamo, São Paulo!
Fernando, desculpe mas sua conta não está correta.
Tem que colocar o custo de Cotia que vai aumentar consideravelmente (hoje é 40 milhões ano) para poder aumentar a receita.
Para o SPFC repassar 60 milhões ao fundo, precisaria ter lucro de 200 milhões por ano.
Para ter ideia quem mais lucra com venda da base no Brasil, Palmeiras, tem receita (não lucro) de 240 milhões de reais em média nos últimos 5 anos.
É bem ousado e irreal dizer que 200 milhões da Galapagos, vão fazer a base do SPFC lucrar mais que a base do Palmeiras e Flamengo, times ricos que dinheiro sobrando, mais que estes 200 milhões para fazer este mesmo modelo de negócio.
Nosso problema é no futebol profissional, ninguém vai pagar caro num jogador com o clube todo endividado e com o fundo forçando a vender (vai ter isto nos bastidores, inocente achar que não vai ter).
O negócio conforme os dados chegam se mostra cada vez pior, a avaliação financeira de Cotia é rídicula, o risco é todo do SPFC e se der errado, a dívida fica impagável e perdemos 30% permanentemente,
Negócio tem que ser frio e calculista, conservador quando o negócio é de risco como futebol é.
Paixão eu deixo para amanhã, 100% convicto que vamos passar.
Dionisio, quem afirmou que o projeto visa saltar de R$100 milhões líquidos ao ano para R$ 300 milhões foi o Moisés Assayag, consultor do São Paulo para o projeto. Ele respondeu isso para o Rodrigo Mattos, o texto está no site da UOL. Se terão competência para isso eu não sei, só usei a estimativa do próprio clube.
Dívida bancária de curto prazo
Boa, obrigado pelas respostas, Zanca.