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EMOCIONANTE! Com Alzheimer, Bauza que comandou o São Paulo sorri em recepção

O ex-técnico do São Paulo, Edgardo Bauza, apareceu publicamente em Quito e foi homenageado pela LDU, clube pelo qual conquistou a Copa Libertadores em 2008. Diagnosticado com Alzheimer, Bauza foi recebido com carinho por torcedores, dirigentes e ex-jogadores em evento realizado no Estádio Casa Blanca. A homenagem destacou a importância do treinador argentino na história do clube equatoriano, relembrando conquistas marcantes e o legado deixado por Bauza no futebol sul-americano.
Mesmo enfrentando as limitações impostas pela doença, Bauza demonstrou emoção ao reencontrar antigos companheiros e receber o reconhecimento da torcida. O momento comoveu a todos os presentes e reforçou o respeito e a admiração pelo trabalho do treinador, que também teve passagem marcante pelo São Paulo, onde chegou à semifinal da Libertadores em 2016.
A aparição pública de Bauza, apesar do quadro de saúde delicado, foi marcada por aplausos e homenagens, evidenciando o impacto duradouro de sua trajetória como técnico e ídolo do futebol latino-americano.
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Patón fez milagre com aquele time … E ainda fomos garfados de maneira escandalosa nos jogos contra o medelín. Saúde e paz para ele e toda família.
Foi o único treinador pós Muricy que deu consistência ao tricolor, e olha que o time não era um primor. Se não tivéssemos sido assaltados teríamos 4 libertadores.
O Bauza quase fez um dos piores times que vi jogando com a nossa camisa (Dênis no gol, Bruno, Mena, Wesley, Ytalo no ataque, etc) ser campeão da Libertadores em 2016 e com essa campanha conosco, foi ser técnico da (na época) caótica seleção argentina!!!
O Patón tem todo o meu respeito!!!!
O Patón talvez tenha sido o treinador mais competitivo que vi no São Paulo. Fazer aquele time naquela época merecer jogar uma final de Liberta é pra poucos. Não fosse o assalto da semi, tenho certeza que estaríamos na final do Mundial.
Esse tinha gabarito suficiente pra receber até o apoio ctrl+c/ctrl+v do senhor Paul Climbs encerrando todo e qualquer comentário dizendo “Deixem Bauza trabalhar”.
Eu lamento muito por ter tido sua saúde desgraçada com uma doença tão horrível. Além de grande treinador sua postura parecia ser de alguém que sempre foi um grande homem também fora do ambiente profissional.
Espero de coração que todo o conforto possível esteja sendo dado a ele pra viver com a doença e que muitos momentos ainda despertem emoções positivas e tragam de volta memórias perdidas por causa dessa doença vil e desgraçada.
Edgardo Bauza é um homem pelo qual tenho um enorme respeito e gratidão.
Tive minha mãe com 10 anos de duradouro Alzheimer.
Não chegou ao nível máximo mas foi quase. Faleceu aos 94 anos.
Meu irmão, a quem tudo devo ( em primeiro lugar D´us), tem 84 anos e está com Alzheimer faz 4 anos.
Domingo retrasado me fez chorar quando se lembrou que eu era seu irmão.
Mas eu me lembro dele e isso é o mais importante. Ouço as histórias como se fosse a primeira vez que as ouvi.
Uma doença terrível porque não se tem uma melhora neste momento, apenas paliativos.
Quem sabe num futuro breve venham com um medicamento eficaz.
No mais, muita paciência, carinho e dedicação.
Que o Bauza e família possam viver da melhora forma possível.
Saúde para o Bauza e também para o seu irmão!
Abs
Obrigado…
Vi um vídeo (que era aparentemente genuíno) de uma moça com o pai também vítima de Alzheimer, não se recordava dela. No vídeo ela estava se preparando pra casar, vestida de noiva, e o pai estava trajado pra ocasião sentado num sofá lendo alguma coisa ou desenhando/pintando alguma coisa, não me lembro.
Quando ele a viu vestida de noiva se lembrou que ela era a filha dele após uns instantes, a abraçou e disse como ela estava linda. É impossível não se emocionar com esse tipo de coisa, todos os presentes instantaneamente se emocionaram com a cena e eu também.
Essa doença desgraçada é um fardo que poucos conseguem carregar. Não tive casos na minha familia mas pessoas conhecidas tiveram, uma das minhas professoras teve e não me reconhecia mais. Se pra mim foi ruim imagino pras filhas dela.
Espero que a sua família também consiga suportar essa luta da melhor forma possível e tenho certeza que sua mãe, a depender da vossa fé, hoje olha por ti orgulhosamente depois de encerrar sua passagem.
Renato
Problemas todos nós temos na vida.
A questão maior é como os classificamos , pequenos, médios, grande, enormes , etc e como lidamos com eles.
Meu irmão perdeu um filho com 18 anos , um acidente de carro.
Ouvi a notícia desse acidente pela rádio Jovem Pan e desde então nunca mais a ouvi.
Existe problema maior que esse ? Creio que não, porque subverte toda a lógica de uma família.
Hoje, por conta de tantos anos de vida, tantas coisas passadas, penso que sei dar o devido valor a coisas, pessoas, etc.
Na verdade, poucas coisas ( e muito importantes) valem a pena nesta vida.
Sua saúde, família, alguns amigos verdadeiros, trabalho e acima de tudo, procurar ser o mais independente possível.
O resto, não esquentar muito a cabeça.
E algumas coisas ou pessoas, passe reto.
Abs
Com certeza. Lembro-me de ter recebido uma pílula de sabedoria como esta neste blog, de um frequentador já falecido. O Honorável Almicar, um dos são-paulinos da mais alta classe que já vi comentar por aqui e infelizmente nos deixou anos atrás vítima de um infarto fulminante.
Não me lembro o contexto mas acho que era sobre o ritmo acelerado de vida que levamos e a falta de paciência que temos por exemplo de ter que acompanhar os pais ou avós no mercado e o ritmo desacelerado deles.
Ele disse que era assim também e que não tinha mais nada a fazer nessa vida a não ser aguardar a hora de partir pois já tinha vivido uma vida inteira. Não tinha por que ter mais pressa pra nada e gostava de apreciar cada momento do presente.
Eu lembro que estava numa fase da vida exatamente assim, vivia puto de ter que levar minha tia no mercado porque ela aproveitava a ocasião como um passeio e não uma necessidade/obrigação chata da forma que nós jovens de hoje encaramos na correria do dia-a-dia.
Aquilo mexeu comigo de uma forma forte que não sei explicar. Me veio um misto de sentimento de culpa, remorso ao mesmo tempo que uma sensação de iluminação. Depois daquilo nunca mais apressei ela pra nada nessa vida e passei a compreender que o tempo que eu ainda tinha com ela era uma das coisas que valiam a pena nessa vida.
Família a gente não escolhe então nós que tivemos a bênção de nascer em uma que todo mundo gostaria de ter é motivo de agradecimento eterno e temos que dar valor. Não à toa eu fico transtornado quando vejo notícia de violência doméstica ou abuso contra crianças.
Amilcar*, não Almicar hehehe.
Saudades.
Renato
Sim, uma lição de vida.
Ore e agradeça sempre.
Não tenho 1 noite sequer faz muitos anos que deixo de acender uma vela e agradecer por tudo, tudo mesmo.
Abs
Alzeheimer e Parkinson são doenças que machucam muito a família e as pessoas que delas padecem. Meu pai teve Parkinson… Foi duro ver aquela pessoa ativa ir se apagando aos poucos, perdendo mobilidade, lucidez, fala… Ele chorava impotente às vezes, e eu hoje ainda choro quando me lembro daqueles dias. Eu creio que poderia ter feito mais do que fiz por ele, mas o tempo é cruel…
Hoje tenho 60 e já tenho muito mais passado do que futuro, então tento desacelerar e dar atenção aos meus filhos, familiares e amigos.
Como bem disse o Ricardo Palácio ali em cima, poucas coisas realmente valem a penas nessa vida. Sua saúde, família, amigos verdadeiros, honestidade, palavra e os bons momentos e ensinamentos que amealhamos e os que deixamos como lembranças.
Isso…abs