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Em entrevista ao GE, Zubeldia comentou sobre o delicado assunto de ter um psicólogo no CT, veja:

 “É muito difícil. O ideal seria ter profissionais imersos aqui, sob o aspecto mental, mas também é difícil conseguir profissionais indicados, porque às vezes terminam prejudicando a rotina interna. Por isso não há muitos profissionais trabalhando com isso no futebol. O futebol está aberto a novas pessoas, mas às vezes elas terminam rompendo uma dinâmica.

E o futebol tem certos códigos que precisamos cumpri-los. Mas sem dúvidas o jogador hoje em dia se vê como um produto e esquecemos da parte humana. Há um entorno com muitas pessoas ao redor do jogador. Isso acontece muito no Brasil. O jogador ganha mais dinheiro, o mercado é maior, o futebol aqui está entre os cinco melhores do mundo, ou seis. Há muito interesse por trás do futebol, não só dos profissionais.


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