
O São Paulo, com o histórico de abrir o Estádio do Morumbi para grandes eventos internacionais, segue consolidando sua posição como uma arena multiuso em 2025. Após receber Bruno Mars e The Weeknd em 2024, a banda inglesa Oasis e a cantora colombiana Shakira já têm apresentações confirmadas para o próximo ano. Esses shows reforçam o papel do estádio como palco de momentos culturais marcantes, mas também trazem desafios para o clube em relação ao calendário do futebol.
Impactos no Futebol
- Jogos em outros estádios: Assim como aconteceu em 2024, o clube pode ser obrigado a transferir jogos para outros locais. O São Paulo já utilizou estádios como a Arena BRB (Mané Garrincha) e o Brinco de Ouro para partidas que coincidiram com eventos no Morumbi.
- Reta final do Brasileirão 2025: Os shows do Oasis, marcados para 22 e 23 de novembro, coincidem com as últimas rodadas da Série A, possivelmente em jogos decisivos. A definição de um “plano B” será essencial para evitar perda de mando técnico.
- Paulistão 2025: O show de Shakira, em 13 de fevereiro, ocorre em pleno início da temporada. Isso pode afetar alguma partida no estadual, dependendo do sorteio das datas.
Benefícios e Preocupações
- Financeiro: A renda proveniente dos eventos é significativa. Os shows de Bruno Mars e The Weeknd renderam mais de R$ 20 milhões ao clube, um alívio em meio à busca por equilíbrio financeiro.
- Torcida insatisfeita: Apesar do retorno financeiro, a ausência prolongada no Morumbi incomodou torcedores em 2024, especialmente considerando os 45 dias sem partidas no estádio, somando eventos e a manutenção do gramado.
Datas-Chave para 2025
- Calendário Brasileiro: A Série A vai de 29 de março a 21 de dezembro, com o recesso previsto para 22 de dezembro. A Copa do Brasil se estende de 19 de fevereiro a 9 de novembro, e a Libertadores tem a final marcada para 29 de novembro.
- Eventos Internacionais: Além da Recopa e possíveis convocações para o Mundial de Clubes, o São Paulo precisará lidar com um calendário recheado.
O desafio para o clube será equilibrar a importante receita dos shows com a necessidade de um desempenho esportivo consistente, especialmente em momentos decisivos.
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By Glória Pires: “não sei opinar sobre isso” mas essa foto do estádio cheio é de arrepiar.
Off topic: a SAO Story lançou uma camisa do SPFC em homenagem ao Leônidas da Silva que é simplismento uma pérola negra.
Não vou demonizar o aluguel do estádio. Se não tem outro jeito, não tem outro jeito.
Mas a praça alternativa deveria ser por obrigação um local fácil de se lotar, para manter o aspecto de caldeirão que formamos ao custo de muito sofrimento.
Em São Paulo, só resta o novo Pacaembuste. Uma pena pelo gramado, mas uma praça histórica, bem localizada, estrutura a ser de ponta, logística perfeita… Não tem jeito: o esquema é meter uns tapetinhos num canto da Barra Funda por enquanto.
Brasília também seria um palco ideal, se ao menos abrissem a capacidade total. Aquele clássico contra o small, por exemplo, seria casa cheia, se deixassem.
De resto, acho desperdício.
Não vou demonizar o aluguel do estádio. Se não tem outro jeito, não tem outro jeito.
Mas a praça alternativa deveria ser por obrigação um local fácil de se lotar, para manter o aspecto de caldeirão que formamos ao custo de muito sofrimento.
Em São Paulo, só resta o novo Pacaembuste. Uma pena pelo gramado, mas uma praça histórica, bem localizada, estrutura a ser de ponta, logística perfeita… Não tem jeito: o esquema é meter uns tapetinhos num canto da Barra Funda por enquanto.
Brasília também seria um palco ideal, se ao menos abrissem a capacidade total. Aquele clássico contra o small, por exemplo, seria casa cheia, se deixassem.
De resto, acho desperdício.
Vai fazer o quê, está precisando de grana, agora se vai deixar o futebol em segundo plano futuramente, eu condeno!
A música Wonderwall de Oasis é uma das melhores de todos os tempos
Ingressos na mão.