Em entrevista na Rádio de Pai para Filho de Nilson Cesar, Dorival Jr comenta sobre possíveis saídas e vendas para 2024:
“Olha, não gostaria de perder ninguém, gostaria de ganhar mais alguns nomes. Nem toda reposição, ocorre à altura dos profissionais que ali estão, você perder um Nestor, Maia, Beraldo, não serão soluções fáceis para repor. O melhor momento de vender, é a janela de Dezembro, não no meio de ano, senão atrapalha muito o desempenho.
O São Paulo fez certo, valorizou, acreditou e conquistou. Não estávamos errados ao afirmar sobre a manutenção. O Presidente abraçou e entendeu isso junto com a Diretoria.
Agora, eu preciso entender a necessidade e antecipar o mercado para termos mais tranquilidade de contratar antes de vender e depois ficar desesperado tendo que repor”.
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Vender faz parte. Não tem como evitar isso.
É confiar no Dorival e na equipe de análise de mercado.
Pode ser falta de atenção minha, mais não entendi aquela conversa onde ele diz que gosta de trabalha com elencos mais enxuto o que não é o caso do elenco atual do São Paulo e agora dizer que, “não gostaria de perder ninguém na janela e sim ganhar alguns nomes”.
Elenco inchado ou elenco enxuto? Qual é o caminho que ele vai indicar pra direção?
Elenco enxuto com qualidade. Já deve ter conversado com a diretoria sobre uma lista de jogadores que ele não conta pra 2024. Só por cima Felipe Alves, Erison, MP, Mendez, Pato, Raí Ramos.
O desafio é perder pouquíssimos jogadores ganhando muito dinheiro.
Mercado que vai determina e não os vendedores iluminados. Claro que se os negócios forem realizados de forma honesta.
Tenho um Maverick 1974 todo original e quero 500 mil nele, porque na minha cabeça existe um valor sentimental que eleva o preço. Mais alguém entenderá que ele vale esse preço e pagará por ele? Dificilmente.
O pior é que essa janela de meio de temporada Europeia geralmente é quando os clubes investem menos…. Os grandes compradores das principais ligas geralmente se programam pra investir a maior parte no início da temporada, não no meio. Claro que sempre há exceções.