Redução da dívida é a promessa e não títulos: Medidas impopulares são projetadas para o São Paulo nos próximos anos

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Jogadores de futebol em um círculo, realizando um momento de união e estratégia antes de uma partida em um estádio com torcedores ao fundo.

Marcelo Portugal Gouvêa, candidato à presidência do São Paulo, afirmou que a prioridade de uma eventual gestão dele será reduzir a dívida do clube, mesmo que isso exija medidas impopulares. Para ele, o objetivo não é zerar o endividamento, mas torná-lo administrável nos próximos anos.

Medidas impopulares

Marcelo antecipou que terá de tomar decisões difíceis, como não renovar ou não contratar jogadores que não caibam no orçamento. Segundo ele, a recuperação financeira só será possível com planejamento e cortes em gastos que não caibam na realidade do clube.

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“Eu vou ter que tomar muitas medidas impopulares”, avisou o candidato. Ele acredita que essas decisões só darão resultado com transparência e com o apoio da torcida.

Transparência como compromisso

O candidato se comprometeu a criar um portal de transparência e a divulgar balanços trimestrais, mesmo sem exigência estatutária. A ideia é dar mais visibilidade às contas do clube e permitir que torcedores e conselheiros acompanhem a evolução financeira.

“Transparência é compromisso”, afirmou Marcelo. A proposta faz parte de um plano de reestruturação que prevê mais controle sobre contratos, receitas e despesas.

Prazo de três anos

Marcelo estimou cerca de três anos para que o São Paulo tenha um caminho financeiro mais sustentável. O objetivo não é zerar a dívida, mas reduzi-la a um patamar administrável.

Como exemplo, ele citou um endividamento entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões para um faturamento de R$ 1 bilhão. A meta seria equilibrar as contas e reduzir a dependência de empréstimos e adiantamentos.

Títulos podem esperar

O candidato lamentou que o torcedor terá que esperar mais por títulos, mas defende que o clube precisa reduzir a dívida antes de fazer investimentos maiores. Para ele, é possível manter um time competitivo sem gastar o que se gasta hoje.

A proposta é continuar brigando por competições, mas com um planejamento mais responsável. A recuperação financeira seria a base para que o São Paulo volte a investir com segurança no futuro.


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