Pagamentos do São Paulo: o que Rafinha disse a jogadores e agentes sobre a grana da Ticketmaster
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A comunicação de Rafinha a agentes e jogadores do São Paulo, informando que os pagamentos começam na sexta-feira (3) e seguem até 06/10, não é apenas um aviso administrativo: é um movimento de gestão de crise no vestiário.
Com o clássico contra o Santos se aproximando e o elenco há quatro meses com direitos de imagem atrasados, a diretoria não podia se dar ao luxo de entrar em campo com o grupo desmotivado ou em aberto com o clube.
Timing estratégico: sexta, antes do clássico
Ao anunciar que um primeiro valor será pago já na sexta, antes do San-São, Rafinha busca:
- Reduzir a tensão no vestiário antes de um jogo decisivo;
- Mostrar que a aprovação da Ticketmaster já está gerando efeito prático;
- Evitar que boatos de calote se espalhem e afetem o desempenho em campo.
Deixar para pagar só depois do clássico seria arriscado: qualquer resultado negativo poderia ser associado a descontentamento do elenco com a demora nos pagamentos.
Quatro meses de atraso e acordo de 2025 interrompido
O São Paulo não paga direitos de imagem desde junho, acumulando pendências de junho, julho, agosto e setembro.
Além disso, o clube também interrompeu o acordo firmado no início da temporada para quitar débitos de direitos de imagem de 2025, que previa parcelas mensais até o fim do ano.
Essa quebra de acordo aumentou a desconfiança de agentes e jogadores, que passaram a cobrar garantias concretas de que o dinheiro da Ticketmaster seria usado prioritariamente para honrar compromissos com o elenco.
Ticketmaster como “oxigênio” de curto prazo
O contrato com a Ticketmaster, aprovado em 30/09, prevê R$ 140 milhões em repasses, sendo R$ 110 milhões de antecipação de receitas e R$ 30 milhões do camarote 29A.
Para a diretoria, esse valor funciona como um oxigênio de curto prazo:
- Quitar atrasos com o elenco;
- Organizar o fluxo de caixa até o fim do mandato de Harry Massis Júnior;
- Evitar novas crises de vestiário que possam impactar resultados em campo.
O risco, no entanto, é que o clube fique ainda mais dependente de antecipações de receita e comprometa seu futuro financeiro para resolver problemas imediatos.
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Nesse período, além dos 110 milhões, tem a renda da bilheteria dos jogos em casa, renda dos demais patrocinadores da camisa e prêmiio pela classificação no Brasileirão. Acho que tua previsão é muito negativa.
Os 110M é um adiantamento das receitas, essa grana será devolvida com juros.
Com pouca chance de calote, já que o dinheiro da bilheteria vai passar pela mão da Ticketmaster
Pelas notícias existe um limite de 1,8 mi por mês… Mas, vai saber o que está escrito nas letras miúdas
“O risco, no entanto, é que o clube fique ainda mais dependente de antecipações de receita e comprometa seu futuro financeiro para resolver problemas imediatos”.
Alguém duvida que isso irá acontecer… Isso resolve, por agora, médio prazo… Depois iremos novamente antecipar receitas, se houver e juros nas alturas… Sei lá, espero um milagre. Um presidente e diretoria séria. Profissional, que cuide da instituição São Paulo.
O problema é que vai chegar uma hora e não vai ter mais receita para antecipar. Como ocorreu com o Cruzeiro alguns anos atras. A gestão do clube hoje só tapa o sol com a peneira. Quando a coisa explodir será um tombo muito maior.
Vaza Garrafinha.
Vitória contra o Santos é obrigação
@Craquito10, como o Rafinha seria recebido no festivão do camarão com essa panca que ele ta na foto ?
Sir, Rafinha tem cara que iria no samba do Maguila.