Nome de Adilson Martins é lançado para avaliar termômetro pré eleição e Olten Ayres pode voltar à situação
GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.
https://www.youtube.com/@spfcsaopauloblog

Adilson Alves Martins passou a ser o principal nome avaliado pela situação para a eleição presidencial do São Paulo, prevista para a primeira quinzena de dezembro.
Empresário e conselheiro vitalício, ele atua como assessor financeiro da presidência desde março e é um dos coordenadores do grupo Sempre Tricolor.
Nos bastidores, Adilson é considerado o favorito para encabeçar a chapa de continuidade. A candidatura, porém, ainda não está oficializada, e o próprio empresário avalia se conseguirá conciliar uma eventual presidência com suas atividades profissionais.
Segundo apurou o Blog do São Paulo, o nome foi “lançado” para avaliar como termômetro interno e reuniões foram agendadas com sócios e grupos políticos estratégicos.
Adilson ainda não decidiu
Embora tenha ganhado força dentro da situação, Adilson ainda não confirmou que aceitará a missão.
A principal dúvida é pessoal e profissional: o empresário analisa se poderá deixar parte de suas atividades para se dedicar ao comando do clube.
A presidência do São Paulo exigiria participação direta na gestão financeira, política e esportiva em um dos momentos mais delicados da história recente do Tricolor.
Por isso, os grupos que apoiam a atual administração ainda trabalham com cautela e não descartam a necessidade de encontrar uma segunda alternativa. Pode ser Vinicius Medeiros e até José Edgard Galvão se comentou.
Quem é Adilson Alves Martins
Adilson é empresário, conselheiro vitalício e integrante do grupo Sempre Tricolor.
Desde março, ele atua como assessor financeiro da presidência. A função o aproximou dos principais debates sobre as contas do clube e das negociações para reorganizar o fluxo de caixa.
Sua experiência empresarial e sua participação nas discussões financeiras são vistas como pontos positivos pelos grupos da situação.
A indicação também busca apresentar um nome com perfil mais técnico para enfrentar a dívida do São Paulo e recuperar a capacidade de investimento do futebol.
Situação ainda não definiu plano B
Até o momento, os grupos que estão no comando do São Paulo não definiram uma segunda opção.
A ausência de um plano B mostra que Adilson é, hoje, o nome mais forte da coalizão. Ao mesmo tempo, revela a dificuldade da situação para encontrar uma candidatura capaz de unir as diferentes correntes políticas.
O presidente Harry Massis Júnior perdeu força dentro da base que sustenta sua gestão. Entre os grupos da coalizão, apenas o Vanguarda vinha demonstrando apoio à sua eventual candidatura.
Olten Ayres pode voltar à situação
Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo, pode voltar a se aproximar da situação.
O grupo ligado a ele participou da composição da oposição que encaminhou Marcelinho Portugal Gouvêa como candidato à presidência e Fabio Mariz como nome para a presidência do Conselho.
Entretanto, o cenário político ainda está em movimento, e não há uma definição irreversível sobre todas as alianças.
A eventual reaproximação de Olten com a situação poderia alterar o equilíbrio da eleição e ampliar o apoio à candidatura de Adilson.
Oposição já encaminhou chapa
Enquanto a situação ainda discute o candidato, a oposição avançou na composição de sua chapa.
Marcelinho Portugal Gouvêa deve ser o candidato à presidência, com Eduardo Alfano como vice. Fabio Mariz é cotado para disputar a presidência do Conselho Deliberativo.
A composição reúne os grupos Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo, ligada ao atual presidente do Conselho, Olten Ayres. Mas, o grupo de Olten perdeu a vice presidência que seria de Carlos Sadi, não teve nenhum nome na composição da chapa de oposição e ele tem um peso que pode pesar para a situação e complicar a oposição.
A chapa ainda precisa cumprir as etapas formais do processo eleitoral.
Eleição será decisiva
A eleição de dezembro será decisiva para o futuro do São Paulo.
O próximo presidente herdará:
- Dívida superior a R$ 1 bilhão.
- Salários e direitos de imagem atrasados.
- Receitas antecipadas.
- Pressão por reforços para 2027.
- Necessidade de reorganizar o futebol.
- Ambiente político dividido.
- Relação desgastada entre os poderes do clube.
Os candidatos também precisarão apresentar soluções para o MorumBIS, o centro de treinamento, a base de Cotia e a gestão das receitas comerciais.
Perfil buscado pela situação
A escolha de Adilson indica que a situação procura um candidato com perfil diferente do tradicional dirigente político.
O empresário é visto como alguém com conhecimento financeiro e trânsito entre os grupos do Conselho Deliberativo.
A expectativa é que sua candidatura possa transmitir maior controle sobre as contas do clube e oferecer uma resposta à crise financeira.
O desafio será transformar essa percepção em apoio eleitoral e formar uma equipe capaz de executar as propostas.
Termômetro pré-eleitoral
O lançamento do nome de Adilson também funciona como um termômetro político.
A situação pretende avaliar:
- O nível de apoio dos conselheiros.
- A receptividade dos diferentes grupos.
- A possibilidade de união da base governista.
- A resistência à atual administração.
- A força da oposição.
- O eventual retorno de Olten Ayres ao bloco situacionista.
Antes da formalização das chapas, é comum que os grupos testem nomes para medir a reação interna e identificar possíveis alianças.
Cronograma provável
As eleições presidenciais do São Paulo estão previstas para a primeira quinzena de dezembro.
As chapas deverão ser definidas até outubro, e a campanha tende a ganhar intensidade após o encerramento da temporada do futebol profissional.
Até lá, os grupos políticos ainda poderão alterar alianças, trocar candidatos e formar novas composições.
A candidatura de Adilson, portanto, é forte, mas ainda depende de confirmação pessoal e apoio formal da coalizão.
Cenário atual
| Grupo | Nome mais cotado | Situação |
|---|
| Grupo | Nome mais cotado | Situação |
|---|---|---|
| Situação | Adilson Alves Martins | Favorito, mas ainda avalia candidatura |
| Oposição | Marcelinho Portugal Gouvêa | Chapa encaminhada |
| Conselho Deliberativo | Fabio Mariz | Cotado pela oposição |
| Atual presidente do Conselho | Olten Ayres | Pode mudar de posição |
| Atual presidente do clube | Harry Massis Júnior | Perdeu força na base |
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Situação (1) x Situação (2).
E a destruição como objetivo.
Verdade, infelizmente.
Uma bomba atrás da outra.
Até nome de corintiano ele tem, além de ser financeiro do desgoverno do tio Paulo, o que de per si já indica que ele não serve para o munus!
Hahaha é satírico. Princípios nada, só interesses.
Está certo que o clube está tomado por advogados e muito legal saber que ele é um empresário do ramo da sustentabilidade ambiental, mas não vejo em que isso pode ajudar o spfc.
O que não deveria me surpreender é a posição do Olten Ayres, que dependendo do nome a ser lançado, pode ser da Situação ou da Oposição, como um bom político do Centrão lá de Brasília…