Nada de Saf, só reforma estatutária que muda estrutura de poder que mantém conselheiros mandando no São Paulo
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Conselho Deliberativo vota mais de 50 mudanças no Estatuto Social do São Paulo; proposta prevê fortalecimento do Conselho de Administração, maior fiscalização e redução da concentração de poder na presidência
O São Paulo se prepara para uma importante discussão política e administrativa que pode provocar mudanças significativas na estrutura de poder do clube. O Conselho Deliberativo marcou para a próxima segunda-feira a votação de uma proposta de reforma do Estatuto Social, elaborada após meses de estudos realizados por uma comissão específica.
Ao todo, são mais de 50 propostas de alteração. As mudanças não estão relacionadas diretamente ao processo eleitoral nem representam, neste momento, uma proposta de transformação do clube em SAF. O principal objetivo é promover uma nova divisão de responsabilidades entre os órgãos internos, ampliar os mecanismos de fiscalização e profissionalizar a gestão.
Entre os pontos mais relevantes está o fortalecimento do Conselho de Administração, que passaria a ter maior participação nas decisões estratégicas do São Paulo.
Conselho de Administração pode ganhar mais força
Uma das principais alterações previstas é a mudança na composição do Conselho de Administração.
Pela proposta, o órgão passaria a ser formado por nove integrantes:
- três conselheiros;
- um integrante do Conselho Consultivo;
- cinco membros independentes.
Atualmente, o Conselho de Administração é composto pelo presidente, vice-presidente, três conselheiros, um representante do Conselho Consultivo e três membros independentes indicados pelo presidente.
A nova composição aumentaria significativamente a participação de integrantes independentes no colegiado.
Os cinco membros independentes seriam selecionados por uma empresa especializada em recrutamento de executivos. Depois da indicação, ainda precisariam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo.
Presidente do São Paulo deixaria de comandar automaticamente o Conselho
Outra mudança de grande impacto envolve o presidente do clube.
Caso a reforma seja aprovada, o presidente eleito não será mais automaticamente o presidente do Conselho de Administração.
A presidência do órgão passaria a ser definida por uma votação interna entre os nove integrantes.
Na prática, a alteração reduz a concentração de poder na figura do presidente do São Paulo e cria uma separação maior entre a administração executiva e o Conselho de Administração.
A proposta também prevê mudanças relacionadas ao voto de desempate do presidente em determinadas decisões.
Conselho poderá ter acesso aos contratos do futebol
Um dos pontos considerados mais relevantes na reforma é a ampliação da transparência envolvendo o departamento de futebol.
O Conselho de Administração passaria a ter acesso integral aos contratos e respectivos anexos relacionados a jogadores, comissão técnica e intermediários.
Além disso, o colegiado teria prazo de até sete dias para receber essas informações.
Na prática, uma contratação de jogador precisaria ser acompanhada pelo Conselho de Administração, incluindo detalhes financeiros, salários, luvas, formas de pagamento e demais acordos previstos nos contratos.
A medida pretende ampliar a fiscalização sobre operações consideradas estratégicas e de alto impacto financeiro para o clube.
Compliance ficaria subordinado ao Conselho de Administração
Outra alteração importante envolve o setor de compliance.
Pela proposta, o departamento deixaria de estar subordinado à diretoria administrativa e passaria a responder diretamente ao Conselho de Administração.
A ouvidoria também seria integrada à estrutura de compliance.
A ideia é criar uma estrutura de fiscalização com maior independência em relação à administração executiva.
O setor teria comunicação direta com os integrantes do Conselho de Administração e poderia atuar na identificação e no acompanhamento de possíveis irregularidades.
Presidente poderá ser alvo de pedido de destituição
A reforma também estabelece um mecanismo mais forte de controle sobre o presidente do São Paulo.
De acordo com a proposta, sete dos nove integrantes do Conselho de Administração poderiam apresentar ao Conselho Deliberativo uma proposta de destituição do presidente.
A mudança aumenta o poder de fiscalização do colegiado sobre o ocupante do principal cargo executivo do clube.
O presidente eleito também ficaria submetido de forma mais clara às normas éticas estabelecidas pelo Estatuto Social.
Prestação de contas passaria a ser trimestral
Outra novidade prevista é a obrigatoriedade de uma prestação trimestral de resultados ao Conselho Deliberativo.
O objetivo é permitir um acompanhamento mais frequente da situação administrativa e financeira do São Paulo.
A proposta também amplia as responsabilidades do Conselho de Administração, que não apenas analisaria a proposta orçamentária, mas teria participação na sua elaboração.
O órgão ainda seria responsável por desenvolver um planejamento estratégico para um período de três a cinco anos.
Conselho Fiscal também terá mais poderes
A reforma prevê mudanças no funcionamento do Conselho Fiscal.
Uma delas determina que pelo menos um dos integrantes do órgão tenha formação em Ciências Contábeis e registro regular no Conselho Regional de Contabilidade.
Caso nenhum dos cinco integrantes possua essa qualificação, o Conselho Deliberativo teria de contratar uma empresa especializada em contabilidade.
Além disso, o Conselho Fiscal passaria a ter poderes para solicitar diretamente à diretoria executiva e ao Conselho de Administração informações, documentos e esclarecimentos necessários ao trabalho de fiscalização.
Reforma prevê punições mais rígidas para dirigentes
O novo Estatuto também estabelece mecanismos de responsabilização mais claros para dirigentes que cometam irregularidades.
Entre as situações previstas estão:
- utilização de recursos do São Paulo em benefício próprio;
- obtenção de vantagens indevidas;
- contratação de empresas ligadas a familiares ou ao próprio dirigente;
- descumprimento de prazos previstos no Estatuto;
- antecipação irregular de receitas;
- sonegação de impostos;
- falta de transparência na prestação de contas;
- omissão de informações relevantes aos associados;
- ausência de comunicação sobre irregularidades identificadas em gestões anteriores.
A proposta prevê punições internas e externas para dirigentes envolvidos nessas situações.
Artigo sobre SAF não será alterado
Um ponto que chegou a ser discutido durante os trabalhos da comissão, mas ficou fora da proposta final, envolve o Artigo 58 do Estatuto Social.
Atualmente, o dispositivo estabelece a necessidade de aprovação de 75% do Conselho Deliberativo para que o São Paulo possa se transformar em uma sociedade empresária.
Durante as discussões, chegou a ser considerada a possibilidade de reduzir esse quórum para 50%.
A alteração, porém, não foi incluída no texto final da reforma.
Portanto, a proposta que será votada não muda essa regra relacionada a uma eventual transformação do clube.
O que muda na prática no São Paulo?
A reforma representa uma tentativa de estabelecer uma estrutura de governança com mais fiscalização, transparência e separação de poderes.
O presidente continuaria sendo a principal autoridade executiva do clube, mas teria menos concentração de poder em algumas áreas.
Ao mesmo tempo, o Conselho de Administração ganharia novas atribuições e maior capacidade de acompanhar decisões estratégicas, contratos, orçamento e planejamento.
A entrada de cinco membros independentes entre os nove integrantes do Conselho de Administração também é uma das principais novidades da proposta.
Quando a reforma entra em vigor?
A votação no Conselho Deliberativo será apenas uma das etapas.
Caso o texto seja aprovado pelos conselheiros, a reforma ainda precisará passar por uma Assembleia Geral dos sócios.
Além disso, as novas regras não terão aplicação imediata. A previsão é que as mudanças entrem em vigor a partir do próximo ano, já na nova gestão do São Paulo.
Assim, a votação da próxima segunda-feira pode representar o primeiro passo para uma mudança estrutural na forma como o clube será administrado nos próximos anos.
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Pra que SAF ??? ELES resolveram TUDO ! agora vai !!! Pqp ! quer dizer que os que destruíram agora vão ser EXEMPLO
Mudar o enquadramento jurídico vai resolver oq?
Vocês são contra FIP aportar no SPFC…
Pq sim, SAF recebe aporte via FIP….
Por incrível que pareça as mudanças não são ruins, já é alguma coisa já que eles não aceitam uma SAF.
Mas o problema principal eles não colocaram nessas mudanças, pelo menos não foi relatado nessa matéria, a SEPARAÇÃO DO SOCIAL do futebol.
Não adianta ter um conselho administrativo e um conselho fiscal independente no papel, se na prática ainda terá INFLUÊNCIA do social, pois como bem disse a matéria as eleições para cargos vitalícios e de conselheiros continuará tudo do mesmo jeito.
A principal e mais urgente mudança eles não colocaram nessa reforma estatutária, pelo menos eu não vi, pq será né?
concordo contigo, Vicente!
Limitar tanto o presidente é péssimo!
Pra mim só deveria ir pra conselho caso o acordo estourasse o orçamento.
Se o conselho aprova X MM de reais e o presidente tá dentro disso, pq tem que aprovar de novo?
Continuar assim rebaixamento perto e os outros só voando acordada Cambada DE VEIO BURRO que acham que o clube é de vcs
Na teoria é maravilhoso. Assim como foi a mudança estatutária feita na administração Leco.
Sem gente competente para comandar e fiscalizar, nada funciona. E gente competente é o que está em falta no Morumbi.
Perda de tempo ficar discutindo SAF. É igual ficar discutindo a reforma do morumbi, que vem à tona sempre quando alguém quer se promover.
Aqui todo mundo quer SAF, mas não aceitam FIP! Que é como o dinheiro chega na SAF…
A real é que SAF virou palavrinha mágica pra quem tá com raiva, mas a maioria não faz a mais P ideia do que seja de fato.
É comum ver militantes de SAF afirmando que não entendem nada de questões jurídicas, sendo que SAF é enquadramento jurídico.
A descentralização pode ser positiva porque reduz o poder excessivo do presidente, aumenta a transparência, expõe contratos e permite acompanhamento financeiro mais frequente. O problema é que descentralizar poder criando mais cargos políticos pode apenas multiplicar os centros de influência.
Se conselheiros de situação e oposição, que deveriam exercer fiscalização e contraponto, passam também a ocupar espaços administrativos, existe risco de conflito de interesses, acomodação política e diluição de responsabilidades. Em vez de um grupo fiscalizar o outro, ambos podem acabar integrados ao mesmo sistema.
Portanto, o sucesso da reforma dependerá menos de quantas pessoas terão poder e mais de quem poderá fiscalizá-las. Transparência, auditoria independente, critérios técnicos para cargos e responsabilização individual tornam a descentralização saudável. Sem isso, o São Paulo pode simplesmente trocar poder concentrado por poder pulverizado — mantendo os mesmos problemas estruturais.
Vai ter mais gente desonesta ainda mandando, eles acharam que eram pouco, assim da pra ter mais gente ruim, desonesta e ganhando o seu $$….
O que me deixa boquiaberto, é que não tem nada que o torcedor possa fazer? Não tem uma brecha que NENHUM torcedor que seja advogado consiga ver para desfazer esse estatuto?
E nada disso vai resolver uma dívida que logo logo bate nos 2 bilhões. Nem adianta mais falar em troca de perfil da dívida, alongamento da dívida, fundo disso, fundo daquilo…
O clube virou um saco sem fundo, pode entrar o dinheiro via FIP, ou FIDC por onde for, que vão continuar AUMENTANDO as dívidas, enquanto não trocarem as pessoas na administração e fiscalização com outra mentalidade, podem mudar o estatuto quantas vezes for, será para inglês ver.
Pra quem quer mudança, esse é um ótimo começo. Vi a entrevista do coordenador dessas mudanças, o Alfano, ele disse que outras mudanças, como do social e futebol serão discutidas no próximo ano, pois agora é impossível, só com o novo presidente e nova gestão.
Conselhos e mais Conselhos.
Como acreditar que dará certo se as mesmas pessoas que estão nos levando para o abismo, continuarão dando as cartas.
Ahhhh, mas agora o Conselho de Administração terá 5 pessoas independentes escolhidas no mercado, que serão aprovadas pelos…Conselheiros!
“Ahhhh, mas agora o Conselho de Administração terá 5 pessoas independentes escolhidas no mercado, que serão aprovadas pelos…Conselheiros!”
Na mosca!
Lí isso e lembro da “Divisão de Excelência Médica”, com “especialistas da área” com consultores.
Nunca vão largar o osso.
Parei a leitura em: mais fiscalização e transparencia.
Voltei ao trabalho.
Por essas e outras que eu acho que SAF no São Paulo é uma utopia e que não acontecerá, no mínimo, até o noos Centenário…
Essas ideias, no papel, parecem boas, mas só concentram ainda mais poder em quem já está lá e colabora com a nossa estrutura carcomida e ultrapassada (para dizer o mínimo)…
@valentinfurlan_
A Sul-Americana é tratada internamente como uma possível salvação para a temporada do São Paulo.
A aposta passa por dois caminhos: a possibilidade de conquistar um título internacional e a necessidade de garantir uma vaga na próxima Libertadores.
**
Direto da conselheirolândia.
Adorei a Conselheirolândia kkkkkkkkk
Pode parecer repetido:
“Mudemos, para que nada mude”.
O social continuará dando as cartas no futebol, pois o conselho de administração e fiscal continuará tendo gente do próprio conselho que é eleito pelo social.
Como falei lá em cima, as mudanças não são ruins, é até lindo no PAPEL, mas na prática como vc bem disse: “Mudemos, para que nada mude.”
Só asneira. Reforma estatutária é necessária mas o que tem aí vale nada.
Punição mais severa? Conselho não pune ninguém, tudo vai pra gaveta.
Mais poder pro adm? Idiotisse. Certo era modernizar o estatuto pra possibilitar justamente o contrário. Tirar poder de todas as esferas e abrir espaço pra profissionais de fora atuarem com isenção.
Só blablabla. Esperando uma bomba de anthrax cair naquele lixo.
O São Paulo sem SAF e dependendo cada vez mais de antecipação de receitas vai se sufocar cada vez mais.
E fica a pergunta:
Quem vai colocar dinheiro novo para resolver essa dívida?
Antecipar receita não é ganhar dinheiro. É trazer para hoje um dinheiro que entraria amanhã.
Você resolve o problema do caixa de agora, mas diminui o dinheiro disponível nos próximos anos.
E precisamos lembrar: neste ano, mesmo com antecipações, o clube já enfrentou dificuldades para manter suas obrigações em dia.
Agora imaginem os próximos anos, quando parte dessas receitas que poderiam entrar já tiver sido antecipada.
O problema simplesmente vai continuar.
E o São Paulo não pode simplesmente parar de investir no futebol.
Porque existe um ciclo extremamente perigoso:
corta investimento → perde competitividade → perde premiações → perde receitas → precisa vender jogadores → vende a preço de BANANA → arrecada menos → antecipa mais receitas → corta ainda mais.
E quando percebermos, estaremos presos em uma bola de neve. (ja estamos)
Vamos chegar ao nosso centenário como uma nova Portuguesa?
É por isso que, na minha opinião, a discussão sobre uma SAF no São Paulo precisa ser urgente.
E aqui entra o papel da torcida.
Porque o São Paulo Futebol Clube não pertence ao mesmo grupo de pessoas que se perpetuam no poder anos após ano…
O São Paulo pertence a sua história, a sua torcida e as futuras gerações que ainda vão vestir essa camisa.
Precisamos cobrar.
Precisamos questionar.
Precisamos ir a porta do Morumbi, pacificamente, mas determinados, para mostrar que não vamos aceitar passivamente que o nosso clube seja conduzido para o fim!
Porque quem sofre somos nós.
Quem chora somos nós.
Quem respira e vive o SP somos nós.
Quem leva os filhos ao estádio somos nós.
Quem Sai do Norte, Nordes, Sul para realizar o sonho de ver o SP jogar somos nós.
Quem vai de cadeira de rodas, cego, dificuldades de locomoção, somos nós!
Quem compra camisa, paga ingresso, assina TV, compra produtos e mantém essa paixão viva somos nós.
Então o SÃO PAULO É NOSSO, É NOSSA VIDA, E PRECISAMOS SALVÁ-LO!!!
E não é somente salvar o São Paulo do rebaixamento.
É salvar o São Paulo de um modelo de gestão que pode comprometer o futuro do clube.
É recuperar a capacidade de investimento.
É recuperar a grandeza.
É devolver ao torcedor a esperança de olhar para o São Paulo e acreditar novamente.
Precisamos arrancar o São Paulo das mãos desses caras, tal qual eles arrancaram nossa alegria de torcer!!
Talvez tenha chegado a hora de a torcida vestir a sua capa de super heroi novamente , e além de toda luta diária, lutar para resolvermos isso, lutar pelo São Paulo FC.
Porque o São Paulo é grande demais para viver de antecipações.
Grande demais para viver apagando incêndios.
Grande demais para ficar refém de gestões que prejudicam o clube.
O São Paulo não pode ser apenas sobrevivente.
O São Paulo precisa voltar a ser protagonista.
Nem que para isso tenhamos que entregar tudo de nós!
Gostei das propostas. Discutir SAF agora com o Tio Paulo na presidência até o final do ano não faz sentido mesmo.
Não está no artigo e gostaria de saber: que punições estão previstas? Coloque a responsabilização patrimonial PESSOAL dos dirigentes do São Paulo na gestão do clube, que a coisa começa a melhorar de um dia pro outro
Será bom para todo mundo, menos para o SPFC.
Teria que fazer como o Real Madrid; pra assumir como presidente, teria que deixar um calção de 15% do faturamento anual do clube. Aí picaretas não arriscaria seu patrimônio pra fazer m…..!
E proibir SAF….
Já que é pra copiar o Real Madrid, que se copie tudo!
E o Sistema político continua feudal
Seguimos
Clube Associativo tem ZERO a ver com sistema feudal.
O sistema associativo é similar a um sistema parlamentarista.
Pega um país parlamentarista como Inglaterra ou Espanha e dá uma olhada como as pastas são distribuídas e me fala que não é IDÊNTICO ao SPFC de hoje.
No sistema feudal existia poder delegado pelo líder e não tinha votação pra nada…
Aliás, leia a lei que regulamenta as SAFs no Brasil… Ela delimita a estrutura para que fique muito mais próximo de um sistema feudal do que um clube associativo.
Nenhuma alteracao no colegio eleitoral? Na composicao do Conselho Deliberativo? Na existencia de conselheiros vitalicios? Reforma que pouco altera o sistema politico do clube.No fim, tudo desemboca nesse Conselho Delibertivo dinastico e feudal.
Chamam disso e daquilo esses caras que lá estão, até de burros.
Mas, burros mesmo, são os torcedores que ainda não entenderam, ou não querem entender que se não houver um corte na fonte de tudo (dinheiro vindo da torcida), nada irá mudar para esses caras.
E por quê mudariam se continuam enricando às custas do torcedor?
A solução é Morumbi ZERO e boicote a qualquer produto oficial do clube, incluindo audiência até que promovam reais e verdadeiras mudanças.
Isso afastaria patrocínios e quaisquer fontes de receitas de fora pois, sem torcida (consumidores), não haverá investidores interessados.
Resumo: tudo continuará como está nas mãos de quem já lá está.
Reforma estatutária, tenho um asco por essa palavra, querem se perpétua no poder essa corja maldita, se apropriaram da instituição São Paulo FC esses parasitas, tem que desintoxicar o clube, cadê o japonês da federal para fazer um limpa, operação caça aos ratos.