O jogador reconheceu a frustração do elenco e afirmou que os atletas estão trabalhando para tentar reverter a situação.
“É lamentável, mais uma derrota que a gente teve aqui hoje. Estamos bem, mas infelizmente mais uma vez a gente toma dois gols. É pedir desculpa ao nosso torcedor.”
Segundo Marcos Antônio, o elenco está unido na tentativa de encontrar uma reação.
“Em nome de todo o grupo, nós estamos trabalhando para poder reverter esta situação. E eu tenho certeza que a gente vai conseguir reverter e voltar a dar alegria ao nosso torcedor.”
Marcos Antônio pede apoio da torcida
O meio-campista também fez questão de pedir que os torcedores permaneçam ao lado da equipe neste momento de dificuldade.
Para Marcos Antônio, a união entre elenco e torcida será fundamental para que o São Paulo consiga superar a sequência negativa.
“A gente conta com o nosso torcedor neste momento, a gente precisa todo mundo estar junto. A gente agradece de verdade ao torcedor.”
O jogador garantiu ainda que o grupo está se dedicando nos treinamentos para tentar mudar o cenário.
“A gente está dando a nossa vida aqui, trabalhando bastante para poder reverter esse mau momento que estamos tendo. Se Deus quiser, a gente vai sair disso.”
São Paulo chega a oito jogos sem vencer
A derrota para o Grêmio fez o São Paulo alcançar oito partidas consecutivas sem vencer no Brasileirão.
A última vitória aconteceu em 25 de abril, contra o Mirassol, ainda durante o período em que Roger Machado comandava a equipe.
Desde então, o Tricolor acumulou seis derrotas e dois empates, aumentando a pressão sobre o elenco e o técnicoDorival Júnior.
O Tricolor marcou nove gols e sofreu 15 durante essa sequência.
São Paulo fica apenas quatro pontos à frente do Grêmio
Com o resultado em Porto Alegre, o São Paulo permanece com 26 pontos e ocupa a 12ª colocação do Campeonato Brasileiro.
O Grêmio chegou aos 25 pontos e subiu para a 14ª posição, ficando apenas um ponto atrás do Tricolor.
A aproximação aumenta a preocupação do São Paulo, que precisa voltar a pontuar para evitar uma queda ainda maior na classificação.
Agora o foco é a Copa Sul-Americana
Sem tempo para lamentar a derrota, o São Paulo já precisa mudar o foco.
O Tricolor enfrenta o Bolívar na terça-feira (11), às 21h30 (de Brasília), no estádio Hernando Siles, em La Paz, pelo jogo de ida das oitavas de final da CopaSul-Americana.
O confronto na altitude boliviana será uma oportunidade para o São Paulo tentar interromper a sequência negativa e recuperar a confiança.
Depois de oito jogos sem vencer no Brasileirão, uma vitória na competição continental pode representar o início da reação que Marcos Antônio espera junto com todo o elenco.
Rafael ( FRACO, FRACO )
Arboleda ( que NUNCA deveria ter voltado, NUNCA !!)
Pablo ” Junior Pedroso ” Maia
Ferreirinha ” Junior Pedroso”
Luciano ” Sou o Fodão”
Johnathan ” GROSSO PRA CARALHO E MANIPULADOR” Calleri
Não sei se tem mais, mas estes aí são a turma da panela que não joga nada.
E renovaram com esse BOSTA do Canelleri… parabéns, bando de idiotas !
## São Paulo Futebol Clube: quando a instituição perde o comando
O momento vivido pelo São Paulo Futebol Clube ultrapassa, em minha opinião, a simples discussão sobre escalação, contratações ou desempenho dentro de campo. Existe um problema estrutural que precisa ser encarado com seriedade: a sensação de que o clube perdeu a autoridade sobre o próprio futebol e permitiu que determinadas hierarquias internas se tornassem mais importantes do que a meritocracia esportiva.
O futebol profissional deveria funcionar de maneira objetiva: os melhores treinam, os melhores desempenham e os melhores jogam. A experiência e a história de um jogador têm valor, mas não podem garantir uma titularidade permanente. Nenhum atleta deveria ser considerado intocável. O clube precisa estar acima de qualquer indivíduo.
Quando essa lógica deixa de existir, começa um processo extremamente perigoso. O jogador que está em melhor fase deixa de ter a certeza de que terá uma oportunidade. O jovem que chega com potencial percebe que pode permanecer no banco independentemente de seu desempenho. O reforço contratado para solucionar uma deficiência do elenco pode chegar sem realmente ameaçar a posição de quem já está estabelecido. E, pouco a pouco, a competição interna desaparece.
O problema deixa de ser “quem é o melhor jogador para a posição?” e passa a ser “como manter determinadas peças dentro do time?”.
Essa inversão é gravíssima.
Não adianta contratar grandes jogadores se o sistema interno continua construído para preservar os mesmos titulares. Poderíamos imaginar a contratação de um dos maiores atacantes do mundo e, ainda assim, questionar se ele realmente teria espaço caso a posição já estivesse previamente destinada a outro jogador. O mesmo vale para qualquer setor do campo. Uma contratação só transforma uma equipe quando existe liberdade para que o novo jogador conquiste seu espaço pelo desempenho.
A história recente do futebol brasileiro mostra como estruturas desse tipo podem se tornar perigosas. Grandes clubes já passaram por períodos em que elencos vencedores, jogadores consagrados, salários elevados, problemas financeiros e falta de renovação acabaram produzindo uma deterioração gradual. O caso do Cruzeiro é um exemplo que merece ser lembrado, não porque a história seja exatamente igual, mas porque demonstra como um clube gigante pode demorar para perceber que um ciclo vitorioso chegou ao fim.
No São Paulo, a discussão precisa passar justamente por isso: existem jogadores que foram importantes e que merecem respeito pela história construída no clube, mas respeito não significa titularidade eterna.
Ciclos terminam.
Jogadores envelhecem. O rendimento cai. Novos atletas surgem. O futebol muda. O clube precisa ter coragem para reconhecer isso.
Quando essa renovação não acontece, cria-se uma espécie de hierarquia permanente no vestiário. Alguns jogadores passam a ter um peso muito maior nas decisões esportivas, enquanto outros precisam lutar contra uma estrutura que aparentemente já determinou seus espaços antes mesmo de eles entrarem em campo.
Isso também prejudica o treinador. Se ele entende que determinados jogadores precisam jogar independentemente do desempenho, sua liberdade para montar a equipe fica limitada. Em vez de construir o time a partir das melhores características disponíveis, ele passa a construir o sistema para acomodar determinados atletas.
E então acontece algo ainda mais grave: o São Paulo deixa de jogar para ser o melhor time possível e começa, metaforicamente, a jogar para manter determinados jogadores em campo.
Essa não é uma questão pessoal contra um atleta específico. É uma questão institucional.
Nenhum jogador deveria ser maior que o São Paulo.
Nem um ídolo. Nem um veterano. Nem o jogador mais caro. Nem aquele que possui maior influência no vestiário.
O clube precisa recuperar a autoridade.
Também chama atenção quando jogadores demonstram insatisfação, quando surgem conflitos dentro do elenco ou quando atletas preferem deixar a instituição mesmo abrindo mão de valores importantes. Evidentemente, cada caso possui suas próprias circunstâncias e não seria correto afirmar que uma saída aconteceu necessariamente por causa de problemas internos sem provas concretas. Entretanto, quando episódios dessa natureza se acumulam, eles precisam ser analisados pela direção como possíveis sinais de um ambiente que necessita de mudanças.
O mesmo raciocínio vale para episódios de indisciplina. Um clube da dimensão do São Paulo precisa transmitir uma mensagem clara: existe uma instituição, existem regras e elas precisam ser cumpridas por todos.
Não pode haver dois pesos e duas medidas.
Quando o jogador percebe que determinadas pessoas possuem privilégios, a autoridade da instituição diminui. E quando a autoridade diminui, a competição interna deixa de ser saudável.
O resultado disso pode ser devastador.
O jovem perde motivação.
O reserva perde confiança.
O titular perde a necessidade de evoluir.
O treinador perde autoridade.
E a diretoria perde o controle.
Nesse momento, o problema já não está apenas dentro de campo.
É um problema de governança.
É preciso fazer uma pergunta simples: quem realmente manda no futebol do São Paulo?
A resposta deveria ser clara: a instituição, representada por uma direção competente, responsável e capaz de tomar decisões difíceis. O treinador deve ter autoridade para escalar de acordo com desempenho e necessidade tática. Os jogadores devem respeitar as decisões da comissão técnica. E todos devem entender que o interesse do São Paulo está acima dos interesses individuais.
É exatamente como uma empresa.
Uma empresa não pode funcionar de maneira saudável quando determinadas pessoas possuem privilégios simplesmente porque estão há mais tempo ali, porque são próximas da direção ou porque possuem influência interna. Se os melhores funcionários não têm oportunidade, se os resultados deixam de ser o principal critério e se a administração perde a capacidade de tomar decisões, a empresa começa a se deteriorar.
No futebol acontece exatamente a mesma coisa.
E por isso acredito que o São Paulo precisa de uma ruptura de cultura, e não apenas de novas contratações.
É preciso rever o elenco, identificar quais ciclos terminaram, abrir espaço para os jovens, estabelecer uma verdadeira meritocracia, recuperar a autoridade da comissão técnica e, principalmente, colocar novamente a instituição acima dos indivíduos.
Caso contrário, o clube pode continuar contratando jogadores, trocando treinadores e gastando dinheiro sem solucionar o problema central.
Porque não adianta colocar jogadores novos dentro de uma estrutura antiga se a estrutura continuar determinando quem joga.
O São Paulo é maior do que qualquer jogador.
É maior do que qualquer treinador.
É maior do que qualquer dirigente.
E, principalmente, precisa voltar a ser maior do que qualquer grupo interno.
Se essa mudança não acontecer rapidamente, o risco esportivo tende a crescer. E o maior perigo não é apenas perder partidas ou fazer uma temporada ruim. O verdadeiro perigo é a direção perceber a gravidade da situação somente quando o clube já estiver próximo demais do abismo para conseguir reagir.
O São Paulo não precisa apenas de melhores jogadores.
Precisa recuperar o comando.
Precisa recuperar a meritocracia.
Precisa recuperar a autoridade.
E, acima de tudo, precisa recuperar a ideia mais básica de todas: **o São Paulo Futebol Clube pertence à instituição e à sua história, não a determinados jogadores ou grupos que estejam temporariamente dentro dela.**
Seria o ideal mas jamais vai acontecer pq existe uma máfia lá dentro que não aceita mudanças para melhora do clube, a máfia só pensa em lucro para si próprios: eu ganhei, vc ganhou, todo mundo ganhou.
E o clube ?
Vc acha que os dirigentes estão preocupados com o clube, jamais estariam pois nem são paulinos são..
A nossa luta vai ser sempre na parte debaixo da tabela até o momento que cair e apodrecer na série B, isso se não cair para a C
São Paulo está podre em todos os sentidos e o pior de tudo é que ngm da máfia quer mudar isso.
Bem que o Flamengo podia ter levado esse cara, ele é bem fraquinho e teria sido uma puta venda. Deixamos de fazer uma venda que nunca mais vamos conseguir fazer com esse cara. Certos esquemas táticos e treinadores valorizam jogadores medianos, queria o Crespo treinando meu time, mas não sei se contrataria o destaque do time dele.
Dorival conseguiu matar até o futebol de Marcos Antônio
Desculpem, mas além de um elenco limitado, com deficiências físicas e mentais, o trabalho de Dorival começa a se aproximar perigosamente da própria gestão que o contratou. As energias são semelhantes: acomodação, justificativas e pouca cobrança.
Dorival passa a mão na cabeça e está matando o São Paulo aos poucos — e também o futebol de vários jogadores.
Marcos Antônio é um exemplo. Com Crespo, mostrou futebol. Hoje parece mais um jogador perdido no sistema.
E chega de Luciano como meia. Já tentaram. Todos sabemos o resultado. Dorival, deixe de ser professor Pardal.
Rafael? Não pode ser titular pelo que vem entregando. Basta olhar o goleiro do Grêmio: atuação forte, comprometida, liderança. É isso que se espera de um goleiro do São Paulo.
Rafael, fora. Pablo Maia, fora. Quem não estiver entregando, banco e fundamento.
Dorival pediu reforços. O clube assumiu prejuízo de mais de € 3 milhões para trazer jogadores. E para quê?
O Paizão não usa.
Enquanto isso, a titularidade vira prêmio por antiguidade e o elenco se acomoda.
Chega.
Titularidade se conquista em cada treino. Quem estiver melhor joga. Quem não estiver, banco. Quem não aceitar, empresário procura outro clube.
O São Paulo não precisa de um paizão. Precisa de um treinador.
Apesar do #Triste SPFC, feliz dia dos pais aos papais tricolores e amigos do blog.
À espera de melhores dias.
#Deus salve o SPFC.
Esse aí poderia fazer a 10, mas o Dorifrei passou o período treinando com Luciano e André Silva.
Feliz dia dos tristes pais tricolores! Menos pra pais e filhos conselheiros aproveitadores e que não pagam pensão hahaha.
Imagino a cabeça desse cara. Tinha chance de estar ganhando muito mais no Flamengo, recebendo em dia, com chance de ser campeão…
Não meteu o migué, não forçou a barra pra sair… Enquanto outros fizeram isso e se, não se deram bem, se livraram
Bom dia
Rafael ( FRACO, FRACO )
Arboleda ( que NUNCA deveria ter voltado, NUNCA !!)
Pablo ” Junior Pedroso ” Maia
Ferreirinha ” Junior Pedroso”
Luciano ” Sou o Fodão”
Johnathan ” GROSSO PRA CARALHO E MANIPULADOR” Calleri
Não sei se tem mais, mas estes aí são a turma da panela que não joga nada.
E renovaram com esse BOSTA do Canelleri… parabéns, bando de idiotas !
Renovaram com o rafael reventemente. E o tal do lucigol tb ta renovado recente.
Essa turminha ai q vc citou está só alegria.
Pois é…,
## São Paulo Futebol Clube: quando a instituição perde o comando
O momento vivido pelo São Paulo Futebol Clube ultrapassa, em minha opinião, a simples discussão sobre escalação, contratações ou desempenho dentro de campo. Existe um problema estrutural que precisa ser encarado com seriedade: a sensação de que o clube perdeu a autoridade sobre o próprio futebol e permitiu que determinadas hierarquias internas se tornassem mais importantes do que a meritocracia esportiva.
O futebol profissional deveria funcionar de maneira objetiva: os melhores treinam, os melhores desempenham e os melhores jogam. A experiência e a história de um jogador têm valor, mas não podem garantir uma titularidade permanente. Nenhum atleta deveria ser considerado intocável. O clube precisa estar acima de qualquer indivíduo.
Quando essa lógica deixa de existir, começa um processo extremamente perigoso. O jogador que está em melhor fase deixa de ter a certeza de que terá uma oportunidade. O jovem que chega com potencial percebe que pode permanecer no banco independentemente de seu desempenho. O reforço contratado para solucionar uma deficiência do elenco pode chegar sem realmente ameaçar a posição de quem já está estabelecido. E, pouco a pouco, a competição interna desaparece.
O problema deixa de ser “quem é o melhor jogador para a posição?” e passa a ser “como manter determinadas peças dentro do time?”.
Essa inversão é gravíssima.
Não adianta contratar grandes jogadores se o sistema interno continua construído para preservar os mesmos titulares. Poderíamos imaginar a contratação de um dos maiores atacantes do mundo e, ainda assim, questionar se ele realmente teria espaço caso a posição já estivesse previamente destinada a outro jogador. O mesmo vale para qualquer setor do campo. Uma contratação só transforma uma equipe quando existe liberdade para que o novo jogador conquiste seu espaço pelo desempenho.
A história recente do futebol brasileiro mostra como estruturas desse tipo podem se tornar perigosas. Grandes clubes já passaram por períodos em que elencos vencedores, jogadores consagrados, salários elevados, problemas financeiros e falta de renovação acabaram produzindo uma deterioração gradual. O caso do Cruzeiro é um exemplo que merece ser lembrado, não porque a história seja exatamente igual, mas porque demonstra como um clube gigante pode demorar para perceber que um ciclo vitorioso chegou ao fim.
No São Paulo, a discussão precisa passar justamente por isso: existem jogadores que foram importantes e que merecem respeito pela história construída no clube, mas respeito não significa titularidade eterna.
Ciclos terminam.
Jogadores envelhecem. O rendimento cai. Novos atletas surgem. O futebol muda. O clube precisa ter coragem para reconhecer isso.
Quando essa renovação não acontece, cria-se uma espécie de hierarquia permanente no vestiário. Alguns jogadores passam a ter um peso muito maior nas decisões esportivas, enquanto outros precisam lutar contra uma estrutura que aparentemente já determinou seus espaços antes mesmo de eles entrarem em campo.
Isso também prejudica o treinador. Se ele entende que determinados jogadores precisam jogar independentemente do desempenho, sua liberdade para montar a equipe fica limitada. Em vez de construir o time a partir das melhores características disponíveis, ele passa a construir o sistema para acomodar determinados atletas.
E então acontece algo ainda mais grave: o São Paulo deixa de jogar para ser o melhor time possível e começa, metaforicamente, a jogar para manter determinados jogadores em campo.
Essa não é uma questão pessoal contra um atleta específico. É uma questão institucional.
Nenhum jogador deveria ser maior que o São Paulo.
Nem um ídolo. Nem um veterano. Nem o jogador mais caro. Nem aquele que possui maior influência no vestiário.
O clube precisa recuperar a autoridade.
Também chama atenção quando jogadores demonstram insatisfação, quando surgem conflitos dentro do elenco ou quando atletas preferem deixar a instituição mesmo abrindo mão de valores importantes. Evidentemente, cada caso possui suas próprias circunstâncias e não seria correto afirmar que uma saída aconteceu necessariamente por causa de problemas internos sem provas concretas. Entretanto, quando episódios dessa natureza se acumulam, eles precisam ser analisados pela direção como possíveis sinais de um ambiente que necessita de mudanças.
O mesmo raciocínio vale para episódios de indisciplina. Um clube da dimensão do São Paulo precisa transmitir uma mensagem clara: existe uma instituição, existem regras e elas precisam ser cumpridas por todos.
Não pode haver dois pesos e duas medidas.
Quando o jogador percebe que determinadas pessoas possuem privilégios, a autoridade da instituição diminui. E quando a autoridade diminui, a competição interna deixa de ser saudável.
O resultado disso pode ser devastador.
O jovem perde motivação.
O reserva perde confiança.
O titular perde a necessidade de evoluir.
O treinador perde autoridade.
E a diretoria perde o controle.
Nesse momento, o problema já não está apenas dentro de campo.
É um problema de governança.
É preciso fazer uma pergunta simples: quem realmente manda no futebol do São Paulo?
A resposta deveria ser clara: a instituição, representada por uma direção competente, responsável e capaz de tomar decisões difíceis. O treinador deve ter autoridade para escalar de acordo com desempenho e necessidade tática. Os jogadores devem respeitar as decisões da comissão técnica. E todos devem entender que o interesse do São Paulo está acima dos interesses individuais.
É exatamente como uma empresa.
Uma empresa não pode funcionar de maneira saudável quando determinadas pessoas possuem privilégios simplesmente porque estão há mais tempo ali, porque são próximas da direção ou porque possuem influência interna. Se os melhores funcionários não têm oportunidade, se os resultados deixam de ser o principal critério e se a administração perde a capacidade de tomar decisões, a empresa começa a se deteriorar.
No futebol acontece exatamente a mesma coisa.
E por isso acredito que o São Paulo precisa de uma ruptura de cultura, e não apenas de novas contratações.
É preciso rever o elenco, identificar quais ciclos terminaram, abrir espaço para os jovens, estabelecer uma verdadeira meritocracia, recuperar a autoridade da comissão técnica e, principalmente, colocar novamente a instituição acima dos indivíduos.
Caso contrário, o clube pode continuar contratando jogadores, trocando treinadores e gastando dinheiro sem solucionar o problema central.
Porque não adianta colocar jogadores novos dentro de uma estrutura antiga se a estrutura continuar determinando quem joga.
O São Paulo é maior do que qualquer jogador.
É maior do que qualquer treinador.
É maior do que qualquer dirigente.
E, principalmente, precisa voltar a ser maior do que qualquer grupo interno.
Se essa mudança não acontecer rapidamente, o risco esportivo tende a crescer. E o maior perigo não é apenas perder partidas ou fazer uma temporada ruim. O verdadeiro perigo é a direção perceber a gravidade da situação somente quando o clube já estiver próximo demais do abismo para conseguir reagir.
O São Paulo não precisa apenas de melhores jogadores.
Precisa recuperar o comando.
Precisa recuperar a meritocracia.
Precisa recuperar a autoridade.
E, acima de tudo, precisa recuperar a ideia mais básica de todas: **o São Paulo Futebol Clube pertence à instituição e à sua história, não a determinados jogadores ou grupos que estejam temporariamente dentro dela.**
Seria o ideal mas jamais vai acontecer pq existe uma máfia lá dentro que não aceita mudanças para melhora do clube, a máfia só pensa em lucro para si próprios: eu ganhei, vc ganhou, todo mundo ganhou.
E o clube ?
Vc acha que os dirigentes estão preocupados com o clube, jamais estariam pois nem são paulinos são..
A nossa luta vai ser sempre na parte debaixo da tabela até o momento que cair e apodrecer na série B, isso se não cair para a C
São Paulo está podre em todos os sentidos e o pior de tudo é que ngm da máfia quer mudar isso.
Bem que o Flamengo podia ter levado esse cara, ele é bem fraquinho e teria sido uma puta venda. Deixamos de fazer uma venda que nunca mais vamos conseguir fazer com esse cara. Certos esquemas táticos e treinadores valorizam jogadores medianos, queria o Crespo treinando meu time, mas não sei se contrataria o destaque do time dele.
Quanta lamentação desses jogadores mequetrefes….
A pergunta é: vão começar a jogar futebol de vdd quando ?
Mais um papagaio de vestiário, coisa que esse time está cheio, só fala, fala e não faz nada, é tudo ao inverso.
Dorival conseguiu matar até o futebol de Marcos Antônio
Desculpem, mas além de um elenco limitado, com deficiências físicas e mentais, o trabalho de Dorival começa a se aproximar perigosamente da própria gestão que o contratou. As energias são semelhantes: acomodação, justificativas e pouca cobrança.
Dorival passa a mão na cabeça e está matando o São Paulo aos poucos — e também o futebol de vários jogadores.
Marcos Antônio é um exemplo. Com Crespo, mostrou futebol. Hoje parece mais um jogador perdido no sistema.
E chega de Luciano como meia. Já tentaram. Todos sabemos o resultado. Dorival, deixe de ser professor Pardal.
Rafael? Não pode ser titular pelo que vem entregando. Basta olhar o goleiro do Grêmio: atuação forte, comprometida, liderança. É isso que se espera de um goleiro do São Paulo.
Rafael, fora. Pablo Maia, fora. Quem não estiver entregando, banco e fundamento.
Dorival pediu reforços. O clube assumiu prejuízo de mais de € 3 milhões para trazer jogadores. E para quê?
O Paizão não usa.
Enquanto isso, a titularidade vira prêmio por antiguidade e o elenco se acomoda.
Chega.
Titularidade se conquista em cada treino. Quem estiver melhor joga. Quem não estiver, banco. Quem não aceitar, empresário procura outro clube.
O São Paulo não precisa de um paizão. Precisa de um treinador.