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Aos 33 anos, Nikão vive uma inesperada retomada na carreira atuando pelo Guangzhou E-Power, da China. Depois de passagens frustrantes por São Paulo Futebol Clube e Cruzeiro Esporte Clube, o meia voltou a ganhar destaque ao marcar cinco gols em nove partidas na atual temporada chinesa.

Em entrevista ao ge, Nikão definiu a experiência asiática como “uma aventura” e admitiu que pensou em desistir logo nos primeiros meses devido ao choque cultural:
“O brasileiro gosta de conversar, brincar, sorrir. O chinês já é mais fechado. No começo pensei muito em ir embora.”
O jogador revelou que a adaptação foi difícil, principalmente por nunca ter atuado fora do Brasil, mas afirmou que hoje vive um momento feliz ao lado da família e se sente novamente importante dentro de campo.
A entrevista também trouxe reflexões sobre a passagem pelo São Paulo. Contratado em 2022 como uma das grandes apostas do clube após brilhar no Club Athletico Paranaense, Nikão chegou ao Morumbi cercado de expectativa depois do título da Sul-Americana de 2021, quando foi decisivo na final contra o Bragantino.
No entanto, o rendimento ficou muito abaixo do esperado. Entre lesões, oscilações físicas e dificuldade de sequência, o meia acabou virando símbolo de uma contratação que não funcionou tecnicamente no São Paulo.
Sobre isso, ele fez autocrítica:
“A maior responsabilidade é minha. Talvez faltou um pouco mais de sequência e calma em alguns momentos.”
Nikão evitou expor bastidores, mas admitiu que faria algumas escolhas diferentes olhando em retrospecto. Mesmo assim, ressaltou o respeito pelo clube e lembrou a conquista da Supercopa Rei como parte importante de sua trajetória.
Outro ponto marcante da entrevista foi o relato emocional sobre o rebaixamento do Athletico em 2024. Ídolo histórico do Furacão, o jogador revelou que pensou até em encerrar a carreira:
“Fiquei quase uma semana sem dormir. Quando aconteceu o rebaixamento, sinceramente pensei em parar a carreira e abandonar tudo.”
Hoje, longe da pressão do futebol brasileiro, Nikão parece ter encontrado um ambiente mais leve para atuar. Segundo ele, o calendário chinês mais espaçado e a liberdade tática recebida no Guangzhou ajudam diretamente no desempenho atual.
A trajetória do meia mostra um contraste forte: de principal contratação do São Paulo em 2022 e alvo de enorme expectativa, para um período de baixa intensa no Brasil, até ressurgir como artilheiro improvável no futebol chinês.
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E o Nikão ficará recebendo até o final de 2.028 o carnezinho de atrasados.
Parabéns Pitombeiras …, parabéns Casares, Parabéns Ruim Bosta.
Parabéns patota maldita
Pois é meu caro Paulo, sempre o mesmo discurso de falta de dinheiro para não comprar ninguém, mas pagar salário milionário para jogadores velhos e medianos pode.
Antes dessas contratações jogam na mídia que tem que vender e que não vai ter dinheiro para o segundo semestre e atrelam a bilheteria, mas quando é para promoção, se gabam da redução na folha com as saídas, de aumento de algum patrocínio ou qualquer coisa positiva.
Mais uma janela e lá vamos nós para contratações de mesmo perfil com salários na faixa de 1 milhão mês.
Incompetência? Eu não acredito, penso como você, roteiro seguido a risca.
O marketing não funciona …, no post anterior vimos o náufrago da Vitória’s Cup …, assim como vários “parceiros” que desapareceram …, “due diligence” falavam.
O futebol desapareceu.
Departamentos Médico e fisiologia viraram piada …, preparação física então …, melhor nem falar nada.
O fracasso tem seu método no SPFC, sendo a destruição seu único objetivo …, e ainda, quem trouxe o tal “espetaculoso” Diego à cena, foi o dantesco Casares.
Sim …, o roteiro segue em frente.