O Conselho Deliberativo do Tricolor cancelou a reunião que julgaria o afastamento de Olten Ayres, presidente do Conselho, após recomendação da Comissão de Ética por supostas irregularidades na reforma estatutária. Vice-presidente João Farias Júnior definirá nova data, enquanto investigação policial paira sobre documentos do caso.

O conselho do São Paulo cancelou a reunião que votaria o afastamento de Olten Ayres porque a condução do processo passou a ser tratada como tema institucional e politicamente sensível, com nova data a ser definida pelo vice-presidente do Conselho, João Farias Júnior. A informação mais recente indica que Olten já havia optado antes por não conduzir a própria votação, e o processo segue ligado à recomendação de afastamento feita pela Comissão de Ética.
O que está acontecendo
A Comissão de Ética recomendou o afastamento cautelar de Olten e encaminhou o caso para deliberação do Conselho. Para que o afastamento avance, o processo precisa do quórum previsto no estatuto, com votação dos conselheiros em reunião extraordinária.
O caso ganhou mais peso porque também envolve acusações de gestão temerária e uma disputa interna sobre reforma estatutária e eventual SAF. Além disso, há apuração policial sobre documentos ligados ao processo, o que aumentou a pressão para reorganizar o rito da votação.
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Por que cancelar
O cancelamento da reunião sugere dificuldade de fechar uma dinâmica segura de votação, seja por logística, seja por estratégia política. Em clubes com forte disputa interna, esse tipo de adiamento costuma ocorrer quando há risco de questionamento formal sobre a condução, o quórum ou a legitimidade do encontro.
Também ajuda a explicar o movimento o fato de o próprio Olten estar no centro do processo, o que torna a presidência da sessão um ponto delicado. Por isso, a tendência é que o vice-presidente reorganize a convocação e marque uma nova data.
Impacto no clube
Na prática, o adiamento mantém o ambiente político do São Paulo ainda mais instável, porque a pauta do Conselho afeta a governança do clube enquanto o futebol já vive pressão por resultados. Quando a crise administrativa e a esportiva se misturam, a sensação é de paralisação e de disputa por poder em vez de foco no campo.
Se você quiser, eu posso transformar isso em uma nota curta, em título de portal, ou em texto mais forte para rede social.
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Enquanto isso, Bobadilla foi denunciado no STJD, mesmo sem ter sido punido em campo pelo árbitro do jogo.
Vão tentar punir o “habemos huevos”.
Incrível.
Montar uma assembleia, compor uma mesa …, organizar votação presencial ou online e apurar o resultado.
Qual a dificuldade ?
Judicializacao em ambiente de disputa política é normal e até esperada …, a patota é majoritária e faz o que quiser.
Inclusive adiar a assembleia.
Para aprovar um déficit de quase 3OO milhões, não houve problema algum …,
para fazer empréstimos bancários em cascata, tudo bem …, mas não pode votar o afastamento de um “patotinho” ?
E se ele sair, outro do grupo assume, até seu lugar na futura chapa.
Tá bom, tá bom …, tá tudo bom.
Patota segue em festa.
Vida que segue.
Diretoria incompetente, canalha. Como assim não tem grana para demitir o Roger? Dar poder a esse bosta de diretor é o fim