Útil ou descartável? Volante ganha minutos e contrato se aproxima do fim no São Paulo
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O volante Luan talvez seja o maior caso de ioiô do São Paulo. Ele fica descartado, dispensado, liberado no mercado, machuca, volta, sofre problemas, recupera, volta. Nós últimos tempos, é um vai e vem.
Com contrato somente até o fim de 2026, o volante tem um salário considerado alto para a minutagem que dispõe nos últimos anos.
Com tantos lesionados e machucados, Luan ganhou mais espaço e minutos. Vem entrando nos jogos e não está mal. Está parecendo ser útil. A questão é: será igual 2023 que jogou bem, renovou e depois sumiu? Ou, tem condição de firmar e ajudar mesmo? Passou o tempo? Dá pra confiar?
Hoje, o que você faria? Lembrando que Luan pode assinar pré contrato daqui a pouco mais de 1 mês.
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Cachorro bem gordo. Se for por falta de adeus….
Fim de linha!
Não obrigado ! esse já sabemos o que esperar ! vamos apostar na base
Não renovaria. Apesar de ser da base, já possui salário inflacionado frente ao que entrega.
Renovação com redução salarial, prazo curto e por produtividade seria algo factível, mas sei que na prática pouca gente topa.
Pode dispensar, fim do ciclo.
Luan foi um dos melhores do time ontem, mas só renovaria se ele reduzisse o salário pela metade.
Penso dessa forma!
Maior delírio coletivo da torcida.
Perderam o bonde da venda desse aí e do Pablo Maia. É um jogador útil (em forma), mas pelo que ganha pra ser terceira ou quarta opção no elenco, um jogador da base é o ideal
Boa Sorte ao jogador na carreira, sempre respeitou o clube
Não compensa, inclusive hoje de volante temos só 2 confiáveis e 1 meio volante, Djordinei parece que vai se firmar também, se dessem campo para o Hugo talvez voltaríamos a ter um meio forte, Pablo Maia e Luan penso que tem que ser negociados, Negrucci se vir uma proposta mínima idem.
Não fosse o fato de que Bobadilla e/ou Marcos Antônio podem ser vendidos, e que Pablo Maia não aparece em campo a dois anos, eu tenderia a concordar contigo.
Já o Djhordney, até então não desempenhou o mesmo futebol da base – e tudo bem para uma transição ao profissional – e tem sido mais marcado pelos destemperos e cartões/faltas desnecessários do que pela qualidade em campo. É cedo, talvez em 6 meses possamos ter mais insumo para avaliar suas contribuições e permanência.
Eu condicionaria a redução drástica de salário com um compromisso de 12 meses, passível de renovação por mais 12 condicionado a metas realistas e que contrastem com o desempenho em campo e não pela minutagem ou número de jogos.
O extracampo já é de conhecimento de muitos. Foi o que fez perder espaço. Contudo, teve inúmeras oportunidades de trocar de clube e preferiu seguir no São Paulo.
Tem atitude positiva, quando no banco, incentivando e elogiando os companheiros. E quando substituído não faz cara feia e cumprimenta quem está entrando. Para muitos este seria o mínimo esperado de alguém que se diz profissional e amar o clube, mas não é que vemos em boa parte dos jogadores.
Por fim, fui cético quanto a capacidade dele após tanto tempo sem jogar e tenho visto alguém combativo e numa crescente. O que depõe hoje é o alto salário.