Roger Machado reage a vaia da torcida do São Paulo e leitura labial viraliza

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A reação de Roger Machado às vaias da torcida do São Paulo, após o apito final contra o Juventude, ganhou repercussão nas redes sociais. Uma leitura labial atribuída ao treinador indica que ele teria dito: “Tão de brincadeira, né? Tão de brincadeira, né?”, em tom de irritação com o protesto vindo das arquibancadas.
Logo depois da frase, o técnico teria colocado a mão sobre a boca, num gesto que chamou atenção de quem acompanhava a cena no Morumbis. O episódio aumentou ainda mais o clima de tensão em torno do trabalho do treinador.
As manifestações da torcida ocorreram em um momento de pressão sobre o elenco e a comissão técnica. Mesmo após a vitória, parte dos torcedores direcionou críticas ao desempenho da equipe e ao comando de Roger Machado.
A repercussão da leitura labial reforça como a relação entre treinador e arquibancada ficou mais sensível. Em jogos de grande cobrança, qualquer reação em campo ou à beira dele rapidamente vira assunto nas redes e nos bastidores do clube.
A leitura labial do Roger Machado após ser vaiado pela torcida depois do apito final contra o Juventude: “Tão de brincadeira, né? Tão de brincadeira, né?”. Depois o técnico colocou a mão para tampar a boca.
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Qual é a torcida dos clubes que esse cidadão treinou, que quer ele de volta? É só a nossa que é malvadona?
Brincadeira? Maluco vai embolsar mais de MILHÃO junto com o tal do RUIM BOSTA. Mano, esses caras são uns safados escrotos!
Brincadeira está quem trouxe esse treineiro.
Leitura labial é complicado, pois eu entendi: “O Max (Trimundial) quer o Ferreira (Ferreirinha)”.
O Ferreirinha é a manifestação do curupira, que remete a nossa ancestralidade. O brincalhão esperou chegar um treinador mequetrefe pra meter até hat-trick. Virou o demônio da zona 14!
É o ponta esquerda do pé invertido que você gosta, fidalgo.
O Roger que esta de brincadeira em não jogar o boné…
Técnico fraco,ele acha que o time contra o juventude goi muito bem?
Ele queria o que?
Aplausos?
Trocar seje o técnico que for por este rascunho de técnico é odiar o clube…
@OGabrielSa
Na saída da reunião do Conselho, Harry Massis falou com o
@arqtricolor
“O que eu posso falar é que nós passamos um momento meio turbulento, a torcida não apoiando o técnico, que é uma coisa lamentável. Desestabilizou todo o grupo, até um pênalti nos perdemos, isso não é normal. Graças a Deus está melhorando, dando apoio aos envolvidos. São Paulo no sábado vai fazer um grande jogo em Campinas pra que a gente traga mais três pontos.
Sem dúvidas (fechado com Roger e Rui). Quem está tocando sou eu, o presidente, o diretor Rui Costa e o Rafinha. E nós três estamos muito unidos e fazendo o melhor para o São Paulo. Quer queiram, quer não queiram. Nós estamos procurando fazer o melhor para o São Paulo, espero que a torcida entenda e nos apoie. E apoie ao Roger principalmente, que não merece o que está acontecendo com ele”.
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Para um bom entendedor o Massis praticamente mostrou o dedo do meio pra torcida, jogou a culpa no colo dos torcedores e botou de vez a faixinha Rui/Roger S2 na testa.
É um lixo.
Depois, as pessoas são obrigadas a ler que a salvação está na política interna.
Olha o chorume que chegou ao poder para pacificar.
Tinham que obrigar esse a adiantar as eleições.
Temos um fenômeno aí que promete superar o Lecão da Massa e o Casares Ladrão na briga pelo posto de pior presidente da nossa história.
E acha que seria o contrário, discurso de antecipação de eleição, aí foi ficando e gostando de ter poder e status, filho da puta safado, agrega aí Ruim Bosta, Roger Moderno e Rafinha. Onde o SPFC for jogar, público zero.
boa familia concordo com todos vocês, só um ponto que vale a pena os velhos sórdidos estao usando o treinador atual como escudo ( como sempre fizeram) então vamos focar nossas arma e disparos para os verdadeiros vilões …
Claramente um racista mandando o Modernão voltar pro sul no começo do vídeo
Duas posturas e nenhuma solução
O que se vê hoje é um técnico com duas versões. A real: não aceita crítica, não reconhece erro e insiste no que claramente não funciona.
A construída: nas entrevistas, adota um tom submisso, vitimizado, quase como se fosse refém da situação.
Mas não é.
É escolha.
E o mais preocupante não é isso.
É ver que o presidente Massis — ou melhor, o “Fracossis” — comprar essa narrativa. Em vez de cobrar desempenho, corrigir rota e assumir o comando, prefere embarcar no discurso confortável. O discurso que justifica tudo — menos o futebol apresentado. E coloca o passivo na conta dos torcedores.
No fim, vira um ciclo:
Erro em campo → discurso de vítima → apoio institucional → mais erro.
E o clube afunda nesse teatro. Enquanto isso, o torcedor, que enxerga o óbvio, segue sendo tratado como exagerado, culpado, racista e a Executiva confirma essa narrativa.
Mas a verdade é simples:
– Não é perseguição. É desempenho.