Ex parceiro do São Paulo é condenado a pagar R$ 793 mil ao clube. O São Paulo Futebol Clube conquistou uma importante vitória fora de campo após decisão da Justiça envolvendo a empresa FGoal, antiga parceira responsável por serviços de alimentação e bebidas no MorumBIS. Em sentença recente, a Justiça identificou má-fé por parte da companhia e determinou o pagamento de aproximadamente R$ 793 mil ao clube, em mais um capítulo de uma disputa que vem se arrastando nas últimas semanas.
De acordo com a decisão, a FGoal tentou manipular o andamento do processo ao alterar o valor da causa em uma nova ação judicial. A estratégia, segundo o entendimento do Judiciário, teve como objetivo manter o caso em um foro regional, evitando a redistribuição para outra instância. Essa prática foi considerada irregular, já que o valor apresentado não refletia o real conteúdo econômico da disputa, caracterizando tentativa de burlar regras processuais.

A multa aplicada corresponde a cerca de 9,9% do valor total da causa, que ultrapassa R$ 8 milhões após correções. Inicialmente, a empresa havia entrado com uma ação pedindo mais de R$ 5 milhões, mas posteriormente recuou e abriu um novo processo com valor significativamente menor, o que levantou suspeitas e levou à condenação por má-fé.
O caso está diretamente ligado à rescisão contratual entre o clube e a FGoal. O São Paulo decidiu romper o acordo após identificar supostos saques indevidos em sistemas de pagamento utilizados no clube social. A empresa, por sua vez, contestou a decisão e buscou na Justiça a retomada do contrato e indenizações, o que deu início à disputa judicial que segue em andamento.
Apesar da condenação, o processo ainda não está encerrado. A defesa da FGoal já indicou que pretende recorrer da decisão, o que pode prolongar o caso nos tribunais. Enquanto isso, o São Paulo segue reorganizando seus serviços no estádio e tratando o episódio como mais um passo na tentativa de reestruturar suas operações fora de campo, em meio a um momento de turbulência administrativa e política.
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Do Twitter :
Flavio Duarte, dono da marca FGOAL, criou um contato telefônico fake, convocando sócios do SPFC e os chamaram em um grupo de WhatsApp denominado “Sócios & Conselheiros SPFC” visando defender a FGOAL. Ele usou o codinome Ricardo e a foto do seu perfil era de uma pessoa ligada a Bradesco Seguros (Ivan Luiz Gontijo Júnior, presidente da seguradora).
Assim que a farsa foi descoberta, Flávio saiu de todos os grupos ligados a sócios e conselheiros do São Paulo.
Segundo informações, a justiça o condenou a pagar um valor de R$ 800 mil para o São Paulo e o mesmo, sem dinheiro, estaria desesperado.
Lembrando que os padrinhos de casamento dele são Mara e Júlio Casares.
Se procurar bem, falam que vão achar “sócios ocultos” dessa empresa.
[…] Ele usou o codinome Ricardo […]
Codinome Ricardo, não?
Elementar, meu caro Watson.
“Nem tão simples assim”, caro craquito.
O craquito tava zuando o “ex-codinome” do Mauro: “Ricardo Palácio” ; )
Kkkkkk …, vacilei.
Graciosos…
Comeram palhacitos ?