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Massis corta mais R$ 2 milhões mesmo com chilique de conselheiros
O São Paulo Futebol Clube tomou uma decisão significativa para o futuro de suas modalidades esportivas ao encerrar oficialmente as categorias Sub-18 e Sub-20 do basquete. A medida faz parte de um processo de reestruturação administrativa e financeira que o clube vem conduzindo desde o encerramento da equipe profissional da modalidade.
Além de representar uma mudança importante no planejamento esportivo, a decisão também reflete uma estratégia de redução de custos e reorganização do investimento nas categorias de base. Estima-se que o clube economize até R$ 2 milhões com o fim das duas categorias, redirecionando recursos para outras áreas consideradas prioritárias.
Até aí, você deve estar comemorando sobrar essa grana e ser uma boa notícia. Certo? Errado. Hoje, como o Blog do São Paulo abordou hoje em vídeo abaixo, um grupo de conselheiros se revoltou com o fim da base do Basquete mesmo sem ter fins profissionais e não ter nexo:
Alguns conselheiros ameaçaram, fizeram chiliques e estão completamente revoltados porque além de não quererem o fim da base do Basquete, mesmo o clube capenga de dinheiro, queriam a reativação do Basquete do clube. Chega a ser ridículo de tão esdrúxulo.
Reestruturação financeira leva São Paulo a encerrar categorias de base no basquete
Nos últimos anos, o São Paulo tem realizado diversas análises internas para ajustar sua estrutura financeira e esportiva. Dentro desse contexto, a diretoria concluiu que manter equipes de base no basquete sem uma equipe profissional ativa não fazia sentido estratégico.
O principal argumento do clube é simples: a função das categorias de base é formar atletas para o time principal. Sem um elenco profissional disputando campeonatos, o processo de formação perde o objetivo final, tornando o investimento menos eficiente.
Com base nessa avaliação, o departamento esportivo decidiu encerrar as atividades das categorias Sub-18 e Sub-20. A decisão já foi comunicada aos atletas que integravam as equipes, encerrando oficialmente o ciclo dessas categorias dentro do Tricolor.
Essa mudança faz parte de um movimento maior de reorganização de modalidades no clube, priorizando projetos que tenham continuidade competitiva e retorno esportivo.
Economia de até R$ 2 milhões impulsiona decisão administrativa
Outro fator determinante para a decisão foi o impacto financeiro. Segundo estimativas internas, o encerramento das equipes de base do basquete deve gerar uma economia anual próxima de R$ 2 milhões para o clube.
Esse valor inclui custos operacionais como:
- Salários de atletas e comissão técnica
- Despesas com viagens e competições
- Manutenção de estrutura e equipamentos
- Custos administrativos e logísticos
Em um cenário no qual muitos clubes brasileiros buscam equilíbrio financeiro, reduzir gastos em setores que não têm ligação direta com a equipe profissional tornou-se uma medida considerada necessária.
A diretoria entende que essa economia pode ser direcionada para outras áreas estratégicas, como:
- Fortalecimento do futebol profissional
- Investimentos nas categorias de base do futebol
- Melhoria da infraestrutura do clube
O fim do basquete profissional abriu caminho para a decisão
A extinção das categorias Sub-18 e Sub-20 não ocorreu de forma isolada. Na realidade, ela é consequência direta de uma decisão anterior: o encerramento da equipe profissional de basquete do São Paulo.
O time adulto havia sido retomado em 2018, após anos de ausência do clube nas principais competições da modalidade. Em poucos anos, o projeto alcançou resultados importantes, incluindo a conquista da Basketball Champions League Américas de forma invicta em 2022, um dos títulos mais relevantes da história do basquete tricolor.
Mesmo com esse sucesso esportivo, o clube decidiu interromper o projeto profissional alguns anos depois. Sem a equipe principal, as categorias de base ficaram sem um caminho claro de progressão para os atletas.
Diante desse cenário, manter equipes de formação passou a ser visto como um investimento sem continuidade prática.
Impacto para jovens atletas e para o desenvolvimento do basquete
A decisão do São Paulo afeta diretamente os jovens atletas que faziam parte das equipes Sub-18 e Sub-20. Esses jogadores utilizavam as categorias de base do clube como uma plataforma de desenvolvimento técnico e exposição no cenário nacional.
Com o encerramento das equipes, muitos atletas precisarão buscar oportunidades em outros clubes ou projetos esportivos para continuar suas carreiras no basquete.
Apesar disso, é comum no esporte brasileiro que atletas migrem entre clubes durante a formação. Diversas equipes mantêm programas de base ativos e competições regionais continuam sendo organizadas por federações estaduais e entidades nacionais.
Isso significa que os jogadores ainda terão oportunidades para seguir evoluindo, embora fora da estrutura tricolor.
A importância das categorias de base no esporte brasileiro
No esporte de alto rendimento, as categorias de base desempenham um papel fundamental na formação de talentos e renovação das equipes profissionais.
Clubes que investem em base conseguem:
- Desenvolver atletas desde jovens
- Reduzir gastos com contratações
- Criar identidade esportiva
- Revelar jogadores para o mercado
No basquete brasileiro, muitos atletas iniciam suas carreiras em projetos de base antes de alcançar ligas profissionais ou oportunidades internacionais.
Por esse motivo, o encerramento de equipes formadoras sempre gera debate sobre o impacto no desenvolvimento do esporte.
Estratégia do São Paulo: foco em modalidades prioritárias
Com a reestruturação em andamento, o São Paulo parece adotar uma estratégia clara: concentrar investimentos nas modalidades consideradas mais estratégicas para o clube.
O futebol continua sendo o principal foco institucional, especialmente nas categorias de base, que historicamente revelam talentos e geram receitas por meio de transferências de jogadores.
Ao reduzir investimentos em projetos que não têm continuidade competitiva, a diretoria busca otimizar recursos e fortalecer áreas que tragam retorno esportivo e financeiro.
Essa lógica administrativa tem sido adotada por vários clubes brasileiros nos últimos anos, principalmente em momentos de ajustes econômicos.
O futuro do basquete no São Paulo
Apesar do encerramento das equipes Sub-18 e Sub-20, a decisão não significa necessariamente o fim definitivo do basquete no São Paulo.
Projetos esportivos em clubes de grande porte costumam passar por ciclos. Caso haja novas condições financeiras ou parcerias estratégicas, o clube pode voltar a investir na modalidade no futuro.
Algumas possibilidades que poderiam reativar o basquete tricolor incluem:
- Parcerias com patrocinadores
- Projetos de incentivo ao esporte
- Apoio de ligas e federações
- Criação de centros de formação compartilhados
Por enquanto, porém, o foco do clube permanece em reorganizar suas prioridades esportivas.
Conclusão: decisão estratégica marca novo momento do clube
O encerramento das categorias Sub-18 e Sub-20 do basquete do São Paulo representa mais do que apenas o fim de duas equipes. A decisão simboliza uma mudança estratégica na gestão esportiva do clube, baseada em sustentabilidade financeira e foco em projetos com continuidade competitiva.
Com uma economia estimada de R$ 2 milhões e sem uma equipe profissional ativa na modalidade, a diretoria considerou que manter as categorias de base não fazia sentido dentro do planejamento atual.
Para os atletas, o desafio agora será encontrar novos caminhos para continuar suas carreiras no basquete. Já para o clube, a medida faz parte de um processo maior de reorganização que busca fortalecer suas principais áreas esportivas.
O futuro dirá se o basquete voltará a fazer parte da história do São Paulo. Por enquanto, o capítulo atual se encerra com uma decisão que prioriza estratégia, sustentabilidade e foco institucional.
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O certo seria expor os nomes desses “conselheiros” que estão tão “interessados” na base do basquete, isso sim!
Não duvido de nada vindo desse bando que está lá dentro há décadas!
Realmente não sei os nomes.
Pq eles não seguem a tradição do Paulistano/SPFC e abrem um clube de basquete deles?
kkkkk
Deve dar lucro para alguém para ter tanta reclamação contra algo óbvio. Os ratos ainda continuam no clube.
E separar o social do futebol para quando?
Isso já foi feito nos anos 1930…. O que precisa ser feito é uma reforma estatutária.
Sim JR, sei que precisa mudar o estatuto, passar pelo crivo de vários conselhos e terminar com a votação dos sócios.
Me referia quando vai acontecer.
Não adianta fazer isso e não desnudar os quase 300 milhões que o MP acredita ter desvios contra o clube.
Certíssimo, Massis dos Magos. Agora, a revolta alheia, em certa medida dá para entender. Tem pessoas que amam essa modalidade, mas a realidade é que o clube precisa focar só no futebol.
O mestre do magos estava escondido na onde ? Obrigado por aparecer e tentar equilibrar as contas 🙌🏼
Aleluia! 2 milhões c basquete!
Errou feio em renovar com Sabino e Luciano. Tenho gostado no restante das atitudes do presidente
Só uma pergunta…tem categoria de base de futsal? Até onde sei não temos time principal.
Não sei, mas o futsal é importante na formação do jogador de futebol.
Eu não entendo muito do tema, e nem sei se é verdade:
Mas já ouvi falar que o time de salão do Barcelona tinha Piqué, Busquets, Xavi, Iniesta e Messi.
E que o entrosamento dessa geração deles vinha dessa época.
Me lembro também de menções que o futsal de Curitiba era muito tradicional, e revelou o Alex, o Ricardinho e mais alguns jogadores ali dos anos 2000.
O problema é saber como anda a modalidade hoje, que os empresários já estão acompanhando jogadores de futebol aos 7 anos.
Sei dizer com certeza é que foi uma pena o Falcão não ter vingado no futebol profissional, parecia que o cara ia se dar bem pra caramba.
Uma porrada de jogadores começou no futsal: R9, Cristiano Ronaldo, Neymar, Gaúcho …
É um fator importante, se bem que no clube tem um depto. de futebol social muito forte, com vários campos, inclusive sintético, e um Society. Kaka e Caio vieram do futebol social. Não lembro de algum que tenha vindo do salão. Sinceramente não apoio essa decisão. Acho importante oferecer essas atividades aos associados. Assim como o basquete deve existir outras N atividades na mesma condição, por exemplo o vôlei
Vários vieram do salão, Paulo. Vi o Schimidt jogar no salão, por exemplo. Ele era de outro mundo jogando salão. Jogava demais.
Tem e manda pra Cotia.
Um que não vai acabar e deveria é o futebol feminino, investem uma vergonha apenas pra inglês ver.
O produto ainda é fraco, a CBF obriga a existir mas não custeia e fica essa palhaçada do clube que mal consegue sustentar o masculino com categoria de base, desperdiçando dinheiro que não vai ter retorno no feminino.
E militantes, não venham com o tal do “machismo”, porque o que eu estou defendendo é óbvio:
A CBF tem que custear as categorias de base para desenvolver a modalidade, bem como a dona Globo e os outros canais que adoram posar de progressistas, tem que patrocinar com valores decentes se querem o esporte.
Mas claro, nem no masculino eles (CBF e patrocinadroes) valorizam o produto, imagina se vai ser no feminino… sobra pro clube arcar com o prejuízo.
Os chiliques maiores são do pessoal do plim plim. Nem a Leila Pereira que vira e mexe usa a carta de “só falam isso pq sou mulher” sempre que fala besteira e é retrucada aguentou eles e deu uma invertida. Pagam mixaria em direitos de transmissão e querem investimento a nível europeu
Deveriam investir no futsal, a modalidade traz torcida, e revela muitos jogadores, fora que onde moro no PR, no interior, o Futsal é mais consumido que o próprio futebol de campo, o povo é viciado em futsal, SP deveria ter sim, um time na Liga Nacional!!!
Poxa me desculpem, mas não consigo comemorar fim de algum esporte no clube.
2 milhoes por ano, média de 160k por mes, não paga o salario mensal de um jogar do elenco profissional
estou gostando do atual presidente e suas atitudes, mas cortar esportes não acho legal mesmo, o sonho seria o clube com diversos esportes atuando