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Jornalista elogia janela do São Paulo e fala em malabarismo
O São Paulo FC tem se destacado no mercado da bola não só por contratações precisas, mas pelo “malabarismo” para atrair talentos de qualidade em cenários financeiramente apertados. Mesmo após grave crise institucional e reestruturação sob Harry Massis, o clube usa seu peso histórico para vencer disputas que vão além das cifras salariais.
Em 2024, o Tricolor superou o Flamengo na corrida pelo volante Marcos Antônio, ex-Lazio, que se tornou peça fundamental no esquema de Hernán Crespo. Sob o comando do argentino, ele evoluiu para um “novo Pirlo”, ganhando liberdade tática com Danielzinho e Bobadilla, e recusou propostas do Flamengo para ficar no Morumbi.
Esse ano, o São Paulo repetiu a façanha com Danielzinho e Lucas Ramon, laterais que optaram pelo clube apesar de ofertas financeiramente superiores de rivais. Essas negociações mostram que o apelo emocional da camisa mais vezes campeã do mundo ainda move montanhas no futebol brasileiro.
“Negociações que passam por algo que vai muito além das cifras envolvidas. É sobre o sonho de jogar no São Paulo”, resume o jornalista Pedro Rocha. Enquanto auditorias limpam contratos administrativos, como o da Milclean, o departamento de futebol prova eficiência no mercado.
Para os são-paulinos, essa estratégia reacende a esperança em 2026: com elenco reforçado e foco no Paulistão contra a Ponte Preta, o Tricolor constrói futuro competitivo. O Morumbi continua sendo o destino dos sonhos.
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No caso da negociação com o Cauly, o SPFC conduziu muito bem a negociação. Quando ninguém mais tocava no assunto, o clube fechou a contratação por valores menores que o Bahia inicialmente pedia (não vou entrar no mérito, se vale ou não).
Trouxe jogadores que tinham feito boa temporada com o Mirassol (Danielzinho e Lucas Ramon) e trouxe um goleiro reserva, Coronel.
Minha única ressalva é a idade dos contratados.
Se aproveitarem melhor a base este ano, não negociá-los a preço de banana já fico satisfeito, independente se o time brigará por títulos ou não.
O que vier será lucro e a próxima direção que dite os novos rumos para o clube. Só que espero mudanças profundas e não somente empurrar a sujeira por baixo do tapete.
Maestro, ou vende a molecada ou fecha com déficit, pois a folha deve estar no mesmo patamar da temporada passada.
Dá para dar uma amenizada na folha negociando o empréstimo de alguns jogadores que não estão sendo utilizados como Cedric, Toloi, Luan e Alisson. Se tiver que fazer caixa daí tem que vender Ferraresi, Pablo Maia, Bobadilla, Tapia e Ferreirinha.
Segura a molecada por mais uma ou duas temporadas que a tendência é se valorizarem se conseguirem se firmar no time de cima.
Esse seria o melhor cenário mesmo, Maestro.
Dos jogadora que saíram em amenizou a folha de pagamento Oscar, Luiz Gustavo e agora Alisson fora vários outros com salários de custo médio que também foram negociados, os que chegaram não tem salários astronômicos ou seja, a folha teve uma boa reduzida sim. Fora que ficar bem classificado nas competições mesmo sem títulos dá bilheteria e retorno financeiro, por exemplo vencendo uma Copa Sulamericana que não é nada fora da curva já daria bons recursos aos cofres, já que o Casares pelo visto fatiava recebimentos para si e sua corja.
Sonha, meu caro. Olha o número de vendas e as pernadas que deram. Veja o superávit que tivemos.
No mais, o Oscar não saiu ainda. E vai ter custo após sair. Em 2023 tivemos o título da CdB e fechamos no vermelho, esqueceu?
Concordo com o jornalista. O SPFC oferece mínimas condições de trabalho pra contratações há pelo menos umas 3 janelas. Mas essa atual foi a pior delas e conseguimos excelentes nomes (dentro das nossas possibilidades)
Ponto para o Rui Costa. Esse sempre me passou a impressão de ser um profissional sério. Exercer a função dele sem dinheiro, com uma gestão que normalizou atrasos de salários deve ser uma função ingrata
Dentro de campo, quem chegou e jogou, não decepcionou. Entenderam o momento dificil, entraram com personalidade e se encaixaram rapidamente. Espero a mesma evolução para o Cauly. Até agora, contratações cirúrgicas. Com menos pressão na tabela e com ambiente mais leve eu espero ver mais protagonismo de Cotia, que hoje não tem nenhum atleta no que muitos consideram o “time ideal”, o que em grande parte é justificado pelas vendas ridiculas promovidas pela ultima gestão.
colocaria o pouco citado Sabino e o Lucas Ramon que chegou e já tomou conta da posição.