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Rebaixamento não melhora nenhum clube, afirma portal
Rebaixamento não melhora desempenho de clubes no Brasileirão, revela análise estatística. O Gato Mestre examinou 29 campanhas de times rebaixados com pelo menos uma rodada de antecedência entre 2013 e 2024, mostrando piora em quatro de cinco indicadores após a confirmação da queda: aproveitamento caiu de 26,97% para 24,99%, xG de 1,03 para 0,88, xGA de 1,55 para 1,61 e gols sofridos de 1,53 para 1,80 por jogo. Apenas a média de gols marcados subiu de 0,82 para 1,03, mas metade dos casos piorou nesse quesito.
A pesquisa desmente o mito da “leveza” pós-rebaixamento, com 10 dos 29 times perdendo todos os jogos restantes e queda média de 1,98 ponto percentual no aproveitamento. Exemplos extremos incluem Chapecoense 2021, rebaixada na 31ª rodada e derrotada nos sete jogos finais, e Criciúma 2024, que sofreu goleada de 5 a 1 na despedida com xGA saltando para 3,03. Ceará 2022 e Santa Cruz 2016 puxaram a média de gols para cima com vitórias isoladas, mas não alteraram o padrão geral negativo.
Métricas avançadas como xG e xGA reforçam o declínio: times produzem menos ofensivamente (-0,15) e concedem mais defensivamente (+0,06), baseadas em 121.629 finalizações desde 2013, considerando distância, ângulo e contexto da jogada. Sport 2025, primeiro rebaixado após derrota para Flamengo na 12ª rodada atrasada, exemplifica com 100% de derrotas e +51% em gols sofridos desde então.
O estudo usa modelo Poisson Bivariada e Monte Carlo para simulações, coletados por equipe multidisciplinar, provando que rebaixamento antecipado agrava crises sem “efeito libertador”.
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Mito