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SPFC Volante perto da despedida, Investidor reaparece, Cebolinha, Aboubakar e mais
Luiz Gustavo caminha para uma provável despedida do São Paulo ao fim de 2025, mesmo após decidir que seguirá jogando em 2026. O volante de 38 anos quer mais um ano de carreira, mas a diretoria nos bastidores, avalia que o ciclo pode ter chegado ao limite, ainda mais com o alto número de jogos perdidos por problemas físicos nesta temporada.
Enquanto ajusta saídas e renovações pontuais, o clube volta a conversar com investidores para reforçar o caixa e destravar o mercado de 2026. A negociação mais avançada envolve o fundo Galápagos, interessado em adquirir participação em ativos da base e, em um segundo movimento, aportar cerca de R$ 200 milhões diretamente no futebol profissional para contratações. Sem o fundo, o clube já mobiliza com tentativas de novos nomes e reforços em sigilo total.
Nesse contexto, nomes de peso como Everton Cebolinha e Vincent Aboubakar seguem rondando o noticiário tricolor, mas com obstáculos claros. O Flamengo precisa vender Cebolinha até 2026 para recuperar parte dos cerca de R$ 90 milhões investidos, o que torna a operação pesada para um São Paulo que se propõe a fazer um mercado mais austero; por isso, hoje o atacante está muito mais vinculado a Cruzeiro, Grêmio e Palmeiras do que ao Morumbi. Já Aboubakar, que deseja jogar no Brasil em 2026, chegou a reduzir pedida para algo próximo de R$ 900 mil mensais a alguns clubes em 2025. Parecem nomes condizentes com juventude, custo baixo e potencial sem lesões?
Com um volante veterano perto da saída, um investidor que reaparece como possível parceiro com novidades prometidas como Diego Fernandes e alvos de alto custo no iniciando as especulações do mercado do Tricolor, o planejamento do São Paulo para 2026 passa por conciliar ambição esportiva e responsabilidade orçamentária.
A prioridade é garantir fluxo de caixa estável, evitar novos transferbans e apostar em reforços pontuais – preferencialmente mais jovens e com potencial de revenda –, em vez de grandes operações que dependam exclusivamente de dinheiro externo e possam comprometer novamente as finanças do clube.
Abordagem de demissões e projeções no video de hoje. Boa sexta feira!
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“A negociação mais avançada envolve o fundo Galápagos, interessado em adquirir participação em ativos da base e, em um segundo movimento, aportar cerca de R$ 200 milhões diretamente no futebol profissional para contratações”
Qual o motivo de sempre esses negócios com a Galápagos? Qual a diferença do modelo de agora para o FIP anterior?
Lá na frente vamos descobrir os motivos, embora eles já sejam bem evidentes
Acredito que a Galápagos seja formada por abnegados São Paulinos…. *** Contém ironia ***
Galápagos é uma asset, ou seja, apenas um veículo.
O dinheiro vem de investidores e hoje não tem como saber quem são os cotistas dos fundos em geral.
Mas é possível consultar dados macro. Por ex, eles tem:
12.493 cotistas (investidores).
67 fundos operacionais
18 fundos pré-operacionais
2,3 bilhões de reais sob-gestão.
Tudo isso NO BRASIL. Eles atuam em vários países e tem sob-gestão um total de 30 bilhões.
A preferencia por uma Asset se dá por velocidade por trazer o recurso, afinidade com a equipe e por ultimo as taxas, dado que dentro do mercado financeiro brasileiro as taxas entre assets são muito similares.
Eu não vejo nenhum problema fazer tudo com uma única Asset, desde que ela dê liquidez, tenha um bom operacional e que seu peso dentro do total de ativos sob-gestão dela seja adequado, ou seja, não pode ser grande de mais para não virar um problema e nem pequeno de mais para não ter a devida atenção.
Considero bem mais seguro do que ficar fazendo negócio com bandos médios brasileiros, como Master, Santos, etc. Que vira e mexe dá um BO imenso.
Acho que cada um tem sua própria teoria mas não fala pq não é irresponsável e não quer ser processado, afinal, não tem provas. Independente disso, parece surreal conduzir qualquer coisa sem a avaliação do conselho deliberativo e, caso haja, seria mais surreal ainda isso ser levado adiante nesse ultimo ano de gestão Casares. Algo completamente desalinhado com tudo o que ele vem falando e que vai deixar uma bomba no colo do sucessor.
Discordo. Tem assunto que não faz sentido burocratizar com conselho deliberativo.
Comprar um Vitor Roque por 25MM de Euro implica um risco maior do que esse FIP ai, meu caro…
E me explica porque isso viraria uma bomba no colo do próximo presidente! Pq não faz o menor sentido o que você falou….
Sobre o planejamento, com ou sem libertadores, a coerência e profissionalismo exigiriam um orçamento realista, com redução de despesas e garantia de pagamento em dia. Nós precisamos de reforços, sem duvidas, mas precisamos ainda mais que quem esteja no CT jogue. Não adianta investir milhões durante o ano em atletas que vivem no DM, seja por histórico de lesões, ou por qualquer coisa que seja responsabilidade do clube. Se esse elenco estivesse à disposição do Crespo, com ótimo preparo físico, eu nao tenho duvidas que brigaríamos por mais.
Suas últimas 4 linhas definem exatamente o que a grande maioria aqui está ciente: se de fato o atual elenco não estivesse quase todo no DM, estando à disposição do técnico, estaríamos melhor posicionados (no G5 ou G6, e já garantidos…)