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Duas potenciais notícias financeiras que podem mexer com o 2026 do São Paulo
O Vasco da Gama está próximo de arrecadar R$ 560 milhões via venda do potencial construtivo de São Januário, sem alienar o estádio, contrair dívidas ou perder sua história patrimonial, explorando o “direito de construir no céu” acima do terreno. A SOD Capital sinalizou exercer a opção de compra de 250 mil m² (dos 280 mil disponíveis), a R$ 2 mil/m², com outra empresa pegando os 30 mil m² restantes, totalizando 100% do excedente via Operação Urbana Consorciada aprovada pela Prefeitura do Rio.
O mecanismo, previsto no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001), permite transferir o coeficiente de aproveitamento (CA) não usado pelo estádio para imóveis receptores em áreas como Barra da Tijuca, gerando receita exclusiva para reforma do estádio (estimada em R$ 800 mi). Vasco e prefeitura assinaram o termo definitivo em outubro de 2025, com prazo até 12 de dezembro para fechamento, criando SPE controlada pelo clube para gerir a operação.
A criatividade financeira, destacada por Leandro Siqueira, preserva a fachada tombada e revitaliza o entorno, adiando o início das obras para 2026 devido a trâmites finais de diligência com incorporadoras. É um modelo replicável para clubes como Flamengo, que cogitou similar para novo estádio.
Para o endividado Vasco (quase R$ 1,5 bi), os recursos podem reformar São Januário ou abater dívidas; torcedores debatem priorizar o estádio para modernização e receita futura via jogos e eventos.
O que isto tem a ver com o São Paulo? Similar ao abordado acima, o Tricolor tem um estádio tombado e sede que podem entrar na jogada. Com dívidas e sem capital de reforma, essa saída pode render a possibilidade de um RETROFIT no Morumbi e ainda render uma grana com o potencial construtivo se comercializado. É a mesma linha. Dia 15/12, o SPFC tem audiência sobre tombamento. Será que vem boa notícia?
Fundo de Reforços no SPFC?
O São Paulo negocia com a Galápagos Capital a criação de um fundo estimado em R$ 200 milhões exclusivamente para contratações em 2026, visando reforçar o elenco de Hernán Crespo sem ampliar a dívida (atual R$ 912 mi), com retorno aos investidores via percentual em vendas futuras de jogadores. A proposta, parceira do FIDC tricolor, está em estágio inicial com ajustes em taxas, governança e aprovações regulatórias, podendo ser oficializada nas próximas semanas.
Tentativa anterior com a mesma Galápagos para FIP de Cotia (R$ 200 mi na base) não avançou, mas este foco em reforços profissionais anima torcedores, que já listam desejos como laterais (Wendell), meias criativos e atacantes para suprir lesões crônicas de 2025. Alinha ao plano de elenco com 36-37 jogadores para Paulistão, Brasileirão e possível Libertadores/Sul-Americana.
Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol que saiu criticando a contenção de gastos de Casares (“sem investimento, não há resultado”), apoia aportes para competitividade, divergindo da estratégia de contratações sem direitos econômicos (ex.: Oscar, Tolói). Julio Casares prioriza equilíbrio fiscal pós-superávit de vendas da base (R$ 230 mi em 2025).
Caso avance, o fundo não eleva o SPFC a patamares de rivais como Palmeiras/Flamengo, mas permite luz e exige transparência para evitar críticas políticas pré-eleição 2026; torcedores debatem estrelas vs. apostas de revenda.
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O Belmonte disse que não iria prejudicar o time e promover discussões políticas até o ano que vem.
Aí o cara resolve sair dando entrevista até pra rádio Pequi em Goiás.
Esse clube é uma grande piada.
Bom dia Senhores. Nada disso resolve se não houver uma gestão profissional. Vai gastar errado mais uma vez. Enquanto nao tiver um scout que seja acertivo nessas contrataçoes (vide mineiro, josue, fabao, danilo, lugano), continuaremos no mesmo lugar. É fazer o arroz com feijão, porem bem feito. Com um cozinheiro executando, e não com pessoas que não sabem sequer ligar o fogão !
Nada disso resolve sem uma gestão competente, não profissional. Muitas gestões profissionais quebraram clubes e empresas pelo mundo a fora. A gestão do Flamengo e Palmeiras são assossiativas e não profissionais.
Isso é sim verdade.
O problema é que não São Paulo não temos gestores profissionais e muito menos não profissionais competentes. Mas temos muitos “jestores”
Quanto ao potencial construtivo, eu não conhsegui entender o que seria isso, ficou a lee impressão que seria reformar o Morumbis e aproveitar e inserir algum empreendimento na reforma que garantisse o retorno do dinheiro emprestado, tipo um shopping center sobre ou dentro do terreno do Morumbis. No segundo caso o fundo , seria uma aposta que teriamos jogadores que poderiam virar receita de venda que cobrisse o valor do fundo, como a maioria das vendas são das crias de Cotia, nada mudaria no céu de abrantes, ou seja , tudo como antes, so mudou o nome. A não ser que mudando o foco das contratações , teriamos novos jogadores jovens com potencial de desenvolver e serem vendidos, isso elevaria a importância do scout , e da caderneta do Milton.
Praticamente contrair nova dívida, só que em outra modalidade. E pra resolver nada, vão torrar os 200 mi em reforços medianos, salários altos, e pra não levantar caneco nenhum.
A disposição pra fazer o trabalho difícil é zero, só o que se escuta de notícias são buscas por atalhos, obviamente sempre comprometendo receita futura ou patrimônio do clube.
Sobre a exploração do morumbi, minha opinião é limitada mesmo pq não tem nada concreto, não tem projeto, então não dá pra saber. Porém, olhando superficialmente, pode ser interessante com parceiros certos caso tenha aprovação.
Sobre esse fundo, mais um envolvendo a galápagos, uma absurda irresponsabilidade sequer cogitar isso. Significa comprometer receita futura para o presidente fazer all in e cair fora em 12 meses largando a bomba nas mãos do proximo gestor. Já estamos amarrados a Superbet, Mondelez, Live Nation, FIDIC, sem deixar respiro para quem assumir. Propostas como essa desse fundo em ultimo ano de mandato deveriam ser debatidas e votadas pelo conselho e querer driblar isso só sugere má fé. Afinal, se a proposta é muito boa, responsável e faz sentido pra maioria, não teria pq ser negada.
Sentido é diferente de $entido. Infelizmente a gente sabe como funciona. Quem quer rir…
Nosso Enrolando Lero mais uma vez enfiando os pés pelas mãos… Não percebeu que o seu despreparo é absurdamente visível… FORA CASARES!!!
Deve ter algo muito amarrado por trás disso. Só um louco daria 200 milhões na mão do Casares.
São boas notícias se o capital for bem gerido…
Ótimo se deixarem para Crespo decidir as contratações, porém ainda precisamos da “ponte” comissão técnica / jogadores / diretoria para que as coisas caminhem bem…
Um atrasinho no pagamento mal gerido pode levar a uma eventual desclassificação de um campeonato por corpo mole, e isso envolve milhões…
E outra, a parte física precisa melhorar também, excesso de lesões e demora para retornos ou decisões erradas de tratamento comprometem jogadores que ganham muita grana e deixam de entregar no campo o valor da sua conta bancária!!!
Não faço ideia de como vai funcionar a contrapartida mas uma delas deveria ser usar esse dinheiro pra quitar absolutamente tudo que tem pendente com o elenco. T u d o. E o que sobrar vai pra contratação.
O que faria uma gestora de investimentos acreditar em lucro em venda futura no clube que fez as piores vendas do ano?
touché!
Nada como um ano eleitoral e uma humilhação de 6×0 para, como num passe de mágica, uma notícia desse tipo surgir no horizonte do São Paulo né?
Sinceramente, só acredito vendo com contrato assinado e dinheiro na conta!!!
Bom dia Zanquetta. Se o São Paulo conseguisse 1bi com a venda do potencial construtivo (algo totalmente factível), daria pra pegar uns 400mi e abater todas as dívidas de curto prazo. O restante investiria no próprio Morumbi em parceria com a WTorre para fazer aquele mega projeto de reforma. Espero que saia do papel
Qualquer valor que seja já seria sensacional
Bom dia
Estou falando a mesma coisa a dias,só acredito em alguma coisa vinda desta diretoria,depois de concretizado.
E a culpa de mim e de muitos torcedores não colocar mais crédito em qualquer notícia que venha desta diretoria, é dela mesma.Toda vez que surgi uma crise,está diretoria vem com notícias que aparece mais que estão tentando apagar o incêndio.
Uma coisa que é difícil,é voltar a confiança quando se perde…
Zanca, com o perdão da minha burrice, mas eu não entendi bem o que seria esse potencial construtivo nem no caso do Vasco. Consegue detalhar melhor para um leigo onde seria vantajoso para as empresas isso?
Claro, VC já viu o vídeo no YouTube?
Estamos copiando o Vasco! O VASCO!
Copiando? Assiste ao video.
Bom, se não comprometer o teto de gastos e desde que sejam contratados de 3 a 6 jogadores para chegar, com saúde, que não se machuque muito, vistam a camiseta e resolvam, tudo bem, pois não adianta ter dinheiro e contratar jogador perneta, isso já tem de monte no momento. Importante quanto é ter bons profissionais para trabalhar na recuperação de lesões, o SPFC tem que melhorar muito nesse quesito.