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São Paulo provou que não merece nem Pré Libertadores em 2026
São Paulo vive um momento de enorme turbulência na temporada, e a humilhação sofrida no Maracanã virou símbolo de um time que perdeu competitividade e, hoje, não sustenta em campo o discurso de que merece vaga nem mesmo na Pré-Libertadores. A goleada histórica, somada à sequência de atuações apáticas, escancarou problemas táticos, físicos e psicológicos que vinham se acumulando ao longo do ano e explodiram justamente na reta final do Brasileirão. Num cenário em que a classificação ainda é possível mais pela combinação de resultados alheios e pelas regras de distribuição de vagas do que pelo próprio desempenho, cresce na torcida a sensação de que uma participação continental seria fruto de acaso, e não de mérito esportivo real. O contraste entre o investimento feito, o elenco disponível e o futebol apresentado reforça a percepção de fracasso de um projeto que começou com ambição e termina cercado por descrédito.
Em campo, o São Paulo coleciona sinais claros de um time desorganizado e vulnerável. A defesa, outrora ponto de equilíbrio, sofre gols em série, com linhas espaçadas, pouca pressão na bola e falhas individuais recorrentes nas laterais e entre os zagueiros. No meio-campo, a equipe não consegue controlar ritmo nem territórios: marca mal, protege pouco a área e, com a bola, é lenta, previsível e dependente de lampejos isolados. No ataque, a dificuldade de criar chances claras, somada à queda de rendimento dos principais jogadores, gera partidas inteiras sem capacidade de reação, o que amplifica a percepção de que o time “aceita” as derrotas e não compete em nível de Libertadores.
Fora de campo, a situação não é melhor e alimenta a revolta da torcida. A gestão do futebol acumula decisões contestadas: montagem desequilibrada do elenco, insistência em nomes em má fase, reforços pouco impactantes e uma comunicação que tenta minimizar problemas enquanto a bola pune em grande escala. A permanência de dirigentes e conselheiros blindados, a resistência a mudanças estruturais e a sensação de que os interesses políticos pesam mais que o desempenho esportivo criam um ambiente de desconfiança geral. Nas arquibancadas e nas redes sociais, o discurso que ganha força é de ruptura: cobrança por renovação profunda no comando, reestruturação do departamento de futebol e abertura maior ao torcedor nos processos decisórios.
Diante desse quadro, dizer que o São Paulo “não merece nem Pré-Libertadores” é menos um exagero emocional e mais um diagnóstico duro sobre a distância entre o que o clube apresenta e o que a competição exige. Uma eventual classificação, em vez de servir como prêmio, corre o risco de mascarar a urgência das mudanças e alimentar a ilusão de que “no fim deu certo”, quando, na prática, o ano expôs limites graves de planejamento, comando e comprometimento. Para voltar a disputar Libertadores com autoridade, o São Paulo precisa muito mais do que uma combinação de resultados: necessita de autocrítica, coragem para cortar na carne e um projeto esportivo que recoloque o futebol, e não a política interna, como centro das decisões.
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Tomara que não pegue nem vaga pra Sul-americana,esse time e principalmente a Diretoria não merecem.
Bloquearam comentários no vídeo de coletivaDo Crespo. Essa diretoria merecia ser rebaixada esse ano.
O ego deles não permite crítica,eles querem continuar no fantástico mundo de Bob que eles criaram,sem interferência dos insignificantes 22 milhões de torcedores.
Ser eliminado da Pré Libertadores pelo Deportivo Cacete a 4 na Vila Belmiro é a cara dessa diretoria. Mas tá tudo bem, o grande baba ovo Márcio Carlomagno vai dar jeito no São Paulo
Se é para furar qualquer planejamento , tendo que enfrentar uma pré libertadores no começo de fevereiro, ou final de janeiro, é melhor disputar uma sulamericana. Força na base e alguns poucos que tem talento e a vontade de jogar no tricolor, para enfrentar o Paulista, e o brasileiro que começa mais cedo. Muita força mental para enfrentar o que vem, muito respeito ao passado de glorias, mas pés no chão para enfrentar com força o que vier. Desesperar jamais .
Já rodaram: Belmonte, Chapecó e Nelsinho. Faltam: Muricy, Rui e Milton e o principal: Casares.
Sem vontade nem prá comentar.
Mas faz muito tempo que inexiste qualquer projeto que justifique a prática do nosso ausente futebol.
Contratações midiáticas que desconsideram elenco, time e modelo de jogo e ainda, ignoram necessidades estratégicas.
Vendas injustificadas por preços promocionais, que desmontam elencos e times.
Preparação física, recuperação e DM totalmente improdutivos.
Rodízio de técnicos, sob o comando de “paneleiros” e subordinados ao vestiário.
Diretoria totalmente inepta e pior, caloteira e desacreditada.
Enfim …, nada é por acaso, mas consequência de um exagerado acúmulo de erros …, com um único sentido de destruir o SPFC.
E o fracasso tem seu método no atual SPFC, sendo o mesmo roteiro.
Mas daí, o repetitivo sou eu.
Por enquanto é só …, abraços a todos.
Infelizmente a chance de ser oitavo é muito real, pela soma de fatores..adversários q não inspiram nenhuma confiança. ..os próximos adversários do sp são fracos, do mês.o nível ou até pior… eu prefiro disputar a sulamericana
E pensar que cheguei a ” ouvir quadrado magico” com esse bando de jogadores mediocres! Eu sinceramente já deixei de me iludir há algum tempo! Como diz o Hino do Clube; quem viu as glorias do passado viu; quem não viu fica a ver ” navios”!
Tomara que o São Paulo fique fora da libertadores e sul-americana para focar no brasileiro porque a chance de cair é enorme, além de diminuir o número de jogos e de lesões infelizmente o São Paulo si apequenou e não tem time e nem dinheiro pra disputar libertadores 😥😥😥
Vamos de sul americana mesmo pois é esse nosso nível técnico e financeiro hoje em dia. Vamos virar um Sevilla da Espanha , maior campeão de tudo que é torneio segunda linha da América do Sul!!!! E aceitar nossa nova realidade. Enquanto isso vemos times que até então só eram campeões em âmbitos nacional e estadual passarem a gente em número de títulos na Libertadores. O que me conforta que mundial ninguém vai passar nós. Não por competência nossa , mas sim pela dificuldade que é um Sul-americano ganhar de um europeu (só por isso)